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domingo, 30 de março de 2008

SUA TELEVISÃO MENTE!


Vocês já ouviram falar sobre isso, não ouviram?

A “FACE BRANCA” E A “FACE NEGRA” DA NOTÍCIA
Tal como existe uma “economia branca” e uma “economia negra”, nos meios de comunicação – por razões comerciais – também existe uma “face branca” e uma “face negra” das notícias difundidas diariamente.
As “notícias negras” (que disfarçam a verdadeira fonte) nas cadeias mediáticas têm um amplo espectro de penetração massiva que supera largamente qualquer operação psicológica concebida pelos meios militares.
A frase “pacificar e democratizar o Iraque”, por exemplo, difundida diariamente pelos títulos das grandes agências e cadeias, foi decisiva para que os iraquianos se esquecessem da ocupação militar e fossem votar em massa nas duas eleições convocadas por Washington e pelo seu governo fantoche no país ocupado.
Até agora, Bush e os democratas tinham dirimido a sua disputa pela Casa Branca, utilizando o Iraque nas grandes cadeias informativas, valendo-se sobretudo da propaganda “negra” lançada através de golpes de efeito psicológico apresentados como “informação objectiva”.
Há que esclarecer que a propaganda encoberta (tipo “terrorismo da Al Qaeda” ou “torturas no Iraque”) produz resultados demolidores, dado que o público massivo da televisão, da rádio ou dos jornais a consome na ignorância dos interesses e objectivos políticos que veicula, e acreditando que se trata de notícias que não têm outro objectivo para além de informar.
A perigosidade extrema da propaganda “negra” assenta no facto de ser apresentada como se fosse uma “notícia” comum pelos média que o sistema cataloga como “credíveis e sérios”.
Assim, por exemplo, a guerra psicológica eleitoral entre Bush e Kerry desenvolveu-se a partir de títulos e textos informativos de The New York Times, The Washington Post, Reuters, CNN, Associated Press, etc., órgãos de comunicação que são tidos como “fontes confiáveis” até por alguma imprensa considerada “alternativa”.
Não ocorre a ninguém pensar que essas estruturas mediáticas são empresas capitalistas que comercializam e lucram com a informação, tal como outras o fazem com o petróleo, com armas, ou com a especulação financeira.
Assim, por exemplo, os democratas valeram-se das denúncias sobre torturas a presos iraquianos por soldados estadunidenses, ou das clássicas aparições de ex­‑assessores “arrependidos” acusando a administração Bush; ao mesmo tempo, a partir da Casa Branca, teve lugar o habitual “aproveitamento eleitoral” com as incontáveis aparições da Al Qaeda no universo “informativo” da imprensa internacional.
Na realidade, nesta altura da massificação informativa e manipuladora da imprensa internacional (superior a qualquer operação de inteligência militar com acção psicológica), é duvidoso o efeito real que possam ter na opinião pública internacional ou local os segmentos infiltrados de “boas notícias” do Pentágono nas populações denunciadas pelos diários norte-americanos.
Os resultados dessas operações são mínimos quando comparados com o efeito das mensagens manipuladoras enviadas através dos títulos das grandes cadeias e média internacionais.
Nessa operação manipuladora vale mais frequentemente o “ocultamento da informação” do que o que se diz explicitamente no desenvolvimento das notícias. Regra geral – e neste ponto a maioria dos especialistas coincide – as transações do Pentágono e da CIA com as grandes cadeias mediáticas não giram à volta de mensagens combinadas mas sim do ocultamento de informação.
Um exemplo claro disto veio à luz quando este fim-de-semana The New York Times revelou que conhecia desde há muito a informação sobre a espionagem interna ordenada por Bush à Agência Nacional de Inteligência estadunidense.
E por que não a deu a conhecer antes?
Simplesmente porque o diário, durante esse tempo, ainda não tinha tomado uma posição extrema a favor dos interesses de poder que hoje querem derrubar Bush e ficar com a Casa Branca.
Não são poucos os peritos e os estudiosos que advogam que as grandes holding mundiais de imprensa utilizam uma “face negra da informação” subvencionada pelo Pentágono e pela CIA, a qual só é conhecida e negociada pelos altos executivos e responsáveis desses consórcios.
Ou seja, que essa operação de contratar informação encoberta da CIA e do Pentágono faz parte da “política de mercado” desses consórcios comunicacionais, que não existem para dizer a verdade mas sim para acumular lucros através do comércio da informação.
Naturalmente que nessas transações com os grandes polvos da informação mundial não intervêm de forma directa representantes da CIA ou do Pentágono, antes se efectuam por intermédio das “empresas biombo” contratadas para o efeito.
E, naturalmente, há algo que The New York Times e o conjunto da imprensa norte-americana nunca vão contar.
Os “serviços” que as grandes cadeias prestam ao Pentágono e à Casa Branca difundindo diariamente notícias do Iraque ou do Afeganistão provenientes apenas de fontes e porta-vozes militares dos EUA, são infinitamente muito mais rentáveis que qualquer operação de manipulação realizada com a compra de média locais.
Não se trata apenas – como diz o jornalista Robert Fisk – do facto de os correspondentes “informarem sobre o Iraque” a partir das suas casas ou dos hotéis da Zona Verde, mas sim do facto de a esmagadora maioria das notícias sobre o Iraque nas grandes cadeias de massas provirem de fontes do exército dos EUA.
Esse é o ponto fulcral da questão, no qual estão envolvidos não apenas as grandes cadeias televisivas e agências mas também o conjunto dos diários norte-americanos encabeçados pelo The New York Times e The Washington Post.
De tal forma, que estes grandes média (como é o caso do Times e do Post) que denunciam operações pontuais de acção psicológica do Pentágono nos média locais, servem de veículo de transmissão de informação sobre o Iraque proveniente dos porta-vozes do Pentágono.
Este contra-senso só se explica pela guerra interna que mantém uma parte do establishment do poder e dos grandes média estadunidenses com a administração republicana de George W. Bush.
Tudo o que “revelam” ou “denunciam” as grandes cadeias contra Bush (ainda que correspondam a uma realidade objectiva, como é o caso do Iraque) vai no sentido dos interesses desses sectores que querem afastar o actual presidente da Casa Branca.
Ou seja, resumindo a questão, as grandes cadeias mediáticas “anti­‑Bush” denunciam as operações “menores” do Pentágono utilizando “empresas biombo” e média locais, mas escondem zelosamente as “grandes operações de ocultamento e manipulação massiva da informação” de que fazem parte através de transacções secretas com a inteligência norte-americana.
A desinformação (ou a falta de contra-informação) a nível das massas, permite que estas operações de acção psicológica continuem a desenvolver-se sob a forma de “notícias”, ou de informação objectiva, sem que nenhum meio de comunicação do sistema ponha em causa a sua veracidade.
E isto indica claramente que o verdadeiro cenário em que se vai definir a guerra pelo controlo da Casa Branca, daqui em diante, é o campo mediático da propaganda “negra”, onde Bush e os democratas combaterão sem tréguas, sem que a maioria do mundo saiba de nada.
À margem disto, e tal como foram sempre, as cadeias e diários norte-americanos continuarão a ser os maiores contratados privados da informação ao serviço da Casa Branca e do Pentágono.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

A maioria dos Brasileiros votou no Lula

Isso é evidentíssimo!!!
Não adianta reclamar pois a Verdade aí está!
Lula, Presidente do BRASIL!
O povo estava cansado das mesmices de sempre, farto de acreditar em vão!
Entrava um, saía outro e as "coisas" iam de mal a pior!
Por que não acreditar no OUTRO LADO DA HISTÓRIA, que sempre tentaram ocultar e ver que a moeda tem dois lados e só um era o sorteado ao bel prazer de uma minoria gananciosa e pouco interessada nas questões sociais, nas políticas de acordos internacionais que, ao invés de beneficiarem o povo como um todo, apenas beneficiavam "uns & outros"!
Muitos são maus perdedores e preferem morrer a dar o braço a torcer.
São pessoas prepotentes, extremamente preconceituosas, muito bem “informadas” por jornalistas desinformados, com formação profissional deficiente e, por isso mesmo, extremamente preconceituosas, que vivem valores vigentes na década de 40, 50.
Para estes, o certo seria o presidente Bush invadir o Brasil, pois segundo as “informações” que recebem da mídia desinformada e irresponsável, o Iraque tem hoje um dos melhores padrões de vida do mundo(sic)!
Pena que eles afirmem isso, mas não se disponham a ir morar lá definitivamente...
Outros, os mais “conservadores” vivem os valores do século 18, e, por conseqüência - para eles - o Brasil ainda é uma colônia.
Para estes, é incompreensível que o rei de Portugal tolere que o Lula fique desviando para o Bolsa família dinheiro que deveria ser enviado à matriz...
Há ainda os “graduados”, os “baxaréus” que praticamente compraram o diploma, porque, durante toda a sua vida acadêmica, sempre gazetearam e jamais leram UM único livro, fazendo suas “colas” de apostilhas - e que não suportam serem governados por um simples torneiro mecânico, sem “diproma”, um “anaufabeto”.
posted by Silv@

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

SILÊNCIO CRIMINOSO

Iraque - As 935 mentiras de bush & gang
Foram catalogadas 935 afirmações falsas sobre o Iraque feitas por babybush & gang. A começar pelas ADMs que Saddan não possuía, a tentativa de ligar Saddan a Osama, outra mentira, e por aí vai.Depois babybush quer saber porque sua popularidade está lá embaixo e porque ele é considerado o pior presidenteda história dos EUA, o que não é pouca coisa, porqueo que tem de bandido que governou aquele país não é brincadeira.
O ex-Presidente Italiano, o homem que revelou a existência da Operação Gládio, Francesco Cossiga, veio a público falar sobre os atentados do 11 de Setembro, afirmando, num dos mais respeitados jornais italianos, que os ataques foram executados pela CIA e pela Mossad e que esse facto era do conhecimento geral entre os serviços de informações a nível global.


O ex-Presidente Italiano, o homem que revelou a existência da Operação Gládio, Francesco Cossiga, veio a público falar sobre os atentados do 11 de Setembro, afirmando, num dos mais respeitados jornais italianos, que os ataques foram executados pela CIA e pela Mossad e que esse facto era do conhecimento geral entre os serviços de informações a nível global.Cossiga foi eleito Presidente do Senado Italiano em Julho de 1983 antes de obter uma maioria decisiva nas eleições de 1985 tornando-se Presidente de Itália nesse ano. Francesco Cossiga ganhou o respeito dos partidos da oposição com a reputação de um político honesto e conduziu o país durante sete anos até Abril de 1992.A tendência de Cossiga para ser honesto preocupou a elite governante italiana e foi forçado a demitir-se após ter revelado a existência, e a sua participação na criação, da Operação Gládio – uma rede de operações secretas sob os auspícios da NATO que executou atentados bombistas por toda a Europa nos anos 60, 70 e 80.A especialidade da Gládio era executar o que se chama "false flag operations," ataques terroristas que eram imputados à oposição doméstica e geopolítica.As revelações de Cossiga contribuíram para uma investigação do parlamento italiano em 2000 sobre a Gládio, durante a qual foram reveladas provas de que os ataques foram administrados pelo aparelho de inteligência americano.Em Março de 2001, o agente da Gládio Vincenzo Vinciguerra afirmou, em testemunho sob juramento, "Vocês têm de atacar civis, pessoas, mulheres, crianças, pessoas inocentes, gente anónima arredada da política. A razão é muito simples: forçar... o povo a virar-se para o estado a pedir mais segurança." http://citadino.blogspot.com/2007/12/o-ex-presidente-italiano-francesco.html
enviado por: MVM<==>News
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Junte as 3 notícias e veja como é impressionante o silêncio sobre esse assunto.
A declaração não é de um qualquer, é do ex-presidente da Itália:
os ataques foram executados pela CIA e pela Mossad e que esse facto era do conhecimento geral entre os serviços de informações a nível global.
>>>Estudo revela que guerra do Iraque se baseou em declarações falsas
Um estudo de duas organizações jornalísticas sem fins lucrativos afirma que o presidente George W. Bush e altas autoridades do governo emitiram centenas de declarações falsas sobre a ameaça do Iraque à segurança dos EUA nos dois anos que se seguiram aos ataques terroristas de 11/9.
O estudo concluiu que os relatórios "faziam parte de uma campanha organizada que direcionou efetivamente a opinião pública e, no processo, empurrou o país para uma guerra com decididas falsas pretensões".
O resultado da análise das organizações foi publicado no site do Centro da Integridade Pública, que trabalhou em parceria com o Fundo para a Independência do Jornalismo.
O porta-voz da Casa Branca Scott Stanzel afirmou que não comentará o estudo porque não o viu.
O trabalho das organizações reuniu 935 declarações falsas --em pronunciamentos, relatórios, entrevistas e outros meios-- divulgadas durante dois anos.
Estas declarações foram compiladas em um banco de dados a partir de 11 de setembro de 2001.
A análise mostrou que Bush e seus secretários e membros do governo mentiram deliberadamente sobre as suspeitas de que o Iraque produzia ou detinha armas de destruição em massa.
"Agora é incontestável que o Iraque não possui nenhuma arma de destruição em massa", afirmou Charles Lewis e Mark Reading-Smith, do Fundo para a Independência do Jornalismo.
"Em outras palavras, o governo Bush levou a nação à guerra baseado em informações equivocadas propagadas metodicamente e que culminaram em uma operação militar contra o Iraque em março de 2003.
O estudo revela o nome de altos membros do governo envolvidos nas mentiras.
Entre eles figuram o vice-presidente Dick Cheney, Condoleezza Rice (secretária de Estado), Donald Rumsfeld (ex-secretário de Defesa), Colin Powell (ex-secretário de Estado), Paul Wolfowitx (ex-vice-secretário de Defesa), e outros.
"O efeito cumulativo das mentiras foi massiva", dizem os autores na apresentação do estudo.
Segundo ele, a mídia reconheceu que durante os meses anteriores à guerra adotou uma atitude condescendente e sem críticas em relação ao governo.
Desde a invasão do país, em 2003, a onda de violência na qual o Iraque está imerso causou a morte de 151 mil pessoas, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde).
Pesquisa da entidade mostra que no primeiro ano da invasão, 128 iraquianos morreram diariamente de maneira violenta;
no segundo ano, o número caiu para 115, ao tempo que
no terceiro voltou a subir, para 126, com mais da metade das mortes ocorridas em Bagdá.



sábado, 12 de janeiro de 2008

FECHAR GUANTÂNAMO AGORA!!!!!!





Manifestações no mundo todo contra Guantánamo


Ainda bem que existe a Anistia Internacional para denunciar DESRESPEITOS ABSOLUTOS aos direitos humanos como o CAMPO DE CONCENTRAÇÃO E DE TORTURAS de Guantánamo. Não é à toa que babybush é o ser mais odiado do planeta, e os EUA nunca foram tão mal vistos como nestes tempos.

posted by Jaime Munhoz


Manifestações no mundo marcam aniversário da base de Guantánamo

LONDRES (AFP) — Manifestações marcaram nesta sexta-feira o sexto aniversário da abertura do campo de detenção americano de Guantánamo em diversas capitais européias, principalmente em Londres, onde dezenas de manifestantes reproduziram as condições dos presos.

A Anistia Internacional mobilizou ativistas na Suécia, Irlanda, Paraguai, Filipinas e Barein, entre outros países, para exigir o fechamento da prisão por onde passou até agora mais de 800 homens e adolescentes acusados por Washington de terrorismo, sem a possibilidade de julgamento e sem direito a um advogado ou a ver sua família.

Vestindo uniformes de cor laranja, parecidos com os dos prisioneiros do campo, os manifestantes protestaram nas proximidades da embaixada dos Estados Unidos em Londres.

Os "detentos" estavam cercados por "guardas" com uniformes militares, alguns com cães, que davam diversas ordens como a de pôr as mãos na cabeça, segundo um jornalista da AFP presente no local.

A manifestação foi organizada pela Anistia Internacional, que exige o fechamento do campo localizado na base naval americana de Guantánamo, em Cuba. O campo recebeu seus primeiros prisioneiros da "guerra contra o terrorismo" no dia 11 de janeiro de 2002.

Na quinta-feira à noite, duas jaulas de aço, cujas dimensões correspondem às das celas do campo, foram colocadas em frente à embaixada americana em Londres. Durante toda a noite, militantes vestidos com roupas cor de laranja se revezaram nas celas.

A Anistia denuncia o fato de que o campo "continua a existir em um vazio jurídico", que 275 pessoas ainda estejam detidas lá "fora de qualquer legislação", e pede seu "fechamento imediato", explicou à AFP Sarah Burton, uma diretora da organização de defesa dos Direitos Humanos.

Manifestações similares foram realizadas por toda a Europa: em Roma, entre 30 e 40 pessoas se reuniram, levando bandeirolas com as inscrições "Fechem imediatamente Guantánamo" ou "Ponham fim às detenções ilegais".

Em Atenas, doze militantes se manifestaram diante do Parlamento grego.

Com os olhos vendados e alguns acorrentados, eles estavam ajoelhados sobre um falso gramado com espreguiçadeiras, sob uma placa indicando "Guantánamo, hotel 50 estrelas".

Uma manifestação também foi realizada nos Estados Unidos no National Mall em Washington para exigir ao governo Bush o fechamento do campo.

Um documento neste sentido assinado por 1.100 parlamentares do mundo inteiro e por cerca de 100.000 cidadãos americanos deve ser enviado à Casa Branca, segundo a Anistia.

Seis anos depois da chegada a Guantánamo dos primeiros prisioneiros dos Estados Unidos em sua "guerra contra o terrorismo", no dia 11 de janeiro de 2002, ninguém foi julgado e tudo indica que o centro de detenção da base naval de Cuba permanecerá por muito tempo em funcionamento.

Os apelos para o fechamento da prisão da base naval americana se multiplicam novamente no mundo com a chegada do aniversário de sua criação.

Há quase dois anos o governo americano insiste em sua determinação em fechar a prisão. "Mas devido a questões legais não houve muitos avanços", reconheceu há poucos dias o secretário de Defesa, Robert Gates.



09/01/2008 - 06h42
Dois ex-presos de Guantánamo comparecem a tribunal em Londres

Dois ex-presos da base americana de Guantánamo (Cuba), residentes no Reino Unido, compareceram hoje ao Tribunal de Westminster de Londres.
Jamil al-Banna, um jordaniano de 45 anos, e Omar Deghayes, um líbio de 38, retornaram ao Reino Unido em dezembro.

Eles permaneceram na prisão de Guantánamo por cinco anos.

A Espanha requer a sua extradição por supostamente pertencerem a uma célula da Al Qaeda.
Logo após chegar a território britânico, em 19 de dezembro, Banna e Deghayes foram detidos. Havia uma ordem de detenção válida em toda a União Européia, devido à sua suposta participação numa célula da organização terrorista Al Qaeda na Espanha.
Os dois pagaram fiança de 69,5 mil euros e estão em liberdade, mas deverão comparecer hoje ao tribunal.

Eles têm que cumprir um toque de recolher, viver em suas residências e usar um dispositivo eletrônico de vigilância.
Banna, pai de cinco filhos, recebeu a ajuda da atriz e defensora dos direitos humanos Vanessa Redgrave, que pagou a metade da fiança.

Deghayes também foi ajudado pela atriz britânica, que contribuiu com 20,25 mil euros.
Cerca de 300 homens continuam presos no centro de detenção de Guantánamo, aberto pelos Estados Unidos em 2002 após a operação militar contra o regime taleban no Afeganistão.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

ADMINISTRAÇÃO BUSH: O MAL DO SÉCULO

Muita gente apostou no sucesso da administração Bush, precisamente por ser ela totalmente contrária à Moral e antiética.
Apostaram num mundo em que valesse tudo para vencer - menos a verdade, menos a decência, menos o esforço próprio, menos a honestidade, menos o trabalho honesto.
Seria a vitória dos egoístas, dos inescrupulosos.
Isso ciclicamente tem sido tentado.
No século passado (o XX (20)), os homens inferiores começaram a sua mais recente tentativa para implantar o Mal, desta vez de forma globalizada.
No início, trabalharam de modo sorrateiro, e foram se infiltrando em todas as organizações.
Depois, através de intrigas e calúnias, dedicaram-se a destruir e impedir que o Bem chegasse à liderança.
Todo líder que estivesse verdadeiramente voltado para o Bem foi sendo identificado e de uma forma ou de outra neutralizado ou eliminado.
Se já tivesse seguidores, a estes o mesmo destino seria reservado.
O Bem fica, assim, anulado.
Agigantou-se o poder dos homens inferiores.
E é precisamente aí que sempre o Mal conhece a sua derrota.
Porque quando todo o poder fica concentrado nas mãos dos maus, estes não podem mais culpar os bons por todo o erro que haja na sociedade - pois nada mais está sob o controle dos virtuosos.
Conseqüentemente, se todo poder está nas mãos dos maus e nada funciona, se por toda parte só se vê injustiças, violências, aflições, desventuras, dores, sofrimentos, torturas, deslealdades, falsidades, injustiças, infelicidades - e o que todo homem quer, ao final, é ser feliz - o Mal é, enfim, desmascarado - por suas próprias obras.
A maldade dos homens inferiores volta-se, então, contra eles mesmos.
O Mal mostra-se nefasto não apenas para o Bem, mas termina por causar a destruição de si mesmo.
Pois se o mal vive somente da negação, como pode subsistir em si mesmo?
Vejam que há uma enorme contradição em, perseguindo o mal, querer ser bem-sucedido, através do mal querer atingir o bem-estar.
O Bem só se conquista através do Bem, assim como só o Mal nos advirá se optamos pelo Mal.
Parece óbvio, não é mesmo?
Porém, há milênios o homem vem tentando de diversas formas conquistar todas as conseqüências do Bem através do Mal.
Mas se o mal é a negação do bem como queremos conquistar as conseqüências deste através daquele?
Na atual tentativa, o homem já gastou mais de um trilhão de dólares (tantos que esta moeda acabou se desvalorizando); e até agora quais foram os resultados?
O mundo está mais seguro?
A humanidade está mais feliz?
Pelo menos os privilegiados estão mais seguros e mais felizes?
Mesmo sendo obrigados a viver atrás das grades dos condomínios se sentem livres?
Se estão mais felizes, por que o consumo de drogas é crescente?
E a taxa de suicídio não pára de crescer em várias partes do mundo - principalmente no mundo industrializado?
Mas todos que apostaram no Mal - ainda - esperam que tudo venha a acabar bem...
Ou será que esperam que acabe mal?
Não, não, esperam que acabe ...Pelo menos os que apostam no Bem são bem mais coerentes!
posted by Silv@

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Presidente Saddam e a Liberdade da Igreja

Bento XVI teme ´maus-tratos´ contra cristãos no Iraque


O Pontífice teme que a sociedade "que surge (no Iraque) não tolere a religião cristã"


ROMA - O Papa Bento XVI teme que a minoria cristã no Iraque sofra "maus-tratos" por fundamentalistas muçulmanos, disse ele hoje ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.

O Papa se mostrou muito preocupado "que os cristãos sejam maltratados pela maioria muçulmana", contou Bush após a primeira reunião entre os dois. O Pontífice teme que "a nova sociedade que surge (no Iraque) não tolere a religião cristã", disse Bush em entrevista coletiva conjunta com o primeiro-ministro da Itália, Romano Prodi.
A Santa Sé também comentou o assunto no comunicado sobre o encontro com o presidente americano, dizendo que o Papa chamou a atenção para as "condições críticas" pelas quais passa a comunidade cristã no Iraque.
Saddam Hussein protegia a minoria religiosa - de cerca de um milhão de pessoas - dos vizinhos muçulmanos. Mas, após a derrubada do ditador, os cristãos vêm sendo alvo de ameaças e violência, o que preocupa a Igreja.
O comunicado do Vaticano também pede uma solução "regional e negociada" para o conflito no Iraque, o qual considera "preocupante".
Bush disse que em seu encontro com o Papa, de cerca de 35 minutos, não discutiram se a guerra era "justa" ou não. O presidente classificou Bento XVI como "um homem muito inteligente e carinhoso", e descreveu a reunião como "uma experiência comovente".
Durante a conversa, o Papa disse que acompanhava atentamente o debate sobre a reforma migratória nos EUA, que pretende abrir uma via para a legalização de cerca de 12 milhões de imigrantes ilegais. "Disse a ele que apoio de forma enérgica a reforma migratória, que, por um lado, fará cumprir a lei e, por outro, tratará as pessoas com dignidade", disse Bush.
Segundo o presidente, a situação na África também foi abordada. Bush informou ao Papa sobre os programas dos EUA para combater a Aids e a malária.
Fonte:http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2007/jun/09/93.htm?RSS

http://www.lustosa.net/noticias/106473.php

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

SAQUE DO IRAQUE É OFICIALIZADO

Leoa de Guennol
Os soldadinhos do US Army saquearam o Museu de Bagdá, ROUBANDO milhares de peças de arte.

E agora elas são vendidas às claras.

Mais um crime nas costas do execrável genocida/ladrão babybush.


Saque oficializado

10/12/07

A notícia ganhou destaque em todas as mídias:“A casa Sotheby's vendeu nesta quarta-feira em NovaYork a Leoa Guennol, uma peça mesopotâmica (iraquiana) de cerca de 5 mil anos, por US$ 57,16 milhões, o valor mais alto já atingido por uma escultura durante um leilão”.

“Após uma apertada disputa entre cinco licitantes, com rodadas sendo aplaudidas pelo público, a estatueta,de cerca de 8,25 centímetros de altura, foi para as mãos de uma pessoa de nacionalidade britânica, que pediu o anonimato”.


Vejam vocês.


Nenhuma palavra sobre o vendedor da escultura ou de como ela foi parar ali.

Nenhuma palavra sobre a destruição e o saque de sítios históricos no Iraque.


Nada! Absolutamente nada!


É por essas e outras que o delinqüente Bush invade e ocupa países.

Sabe que a mídia e seus pilantras jogam no mesmo time que ele.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

OS EUA NA HORA DA VERDADE.

Estamos vivendo uma nova época de hitler, sem hitler, mas com alguem que iguala: Bush.
Em uma analise fria, os militares norte-americanos, embora saibam que as armas estratégicas dos EUA não podem ser completamente destruidas pelos russos, sentem que estão em inferioridade, em face a aliança estratégica Russia/China.
Sabem também que a continuidade desta politica agressiva e expansionista, que visa submeter os povos do mundo pela força, pode isolar completamente os Estados Unidos, inclusive com o afastamento de seus titeres e lacaios europeus, a exemplo dos franceses e ingleses no periodo que antecedeu a segunda guerra mundial.
Atualmente a posição russa, é confortavél e a dos EUA em relação ao mundo desfavoravel, seguem os EUA os passos da alemanha nazista, quando pela mesma politica belicista, o mundo voltou-se contra ela.
Os EUA, são atualmente como ladrões de hotel, que vão forçando todas as portas, até que uma lhe seja favoravel e facil de entrar.
Sabem os EUA, que o caminho da força não tem volta, e no seu caso leva a catastrófe, que a exemplo do Iraque, embora tenha achado a porta aberta, encontrou o quarto com o seu dono, que reagiu.
Diferente da era hitler, seu clone ( Bush ) , não encontrou as nações despreparadas e isto esta saindo muito caro aos sonhos megalomaniacos do ditador yankee e hoje existe uma possibilidade de 70 % de uma guerra de grandes proporções, envolvendo os EUA, Russia, China e demais agregados.
UM FIM TRAGICO ?
Mesmo sendo uma importante potencia nuclear, os EUA estão tolhidos pela fraqueza interna,com as mesmas chances de um rato encurralado: se avança o gato pega, se recua as consequencias podem ser igualmente tragicas.
posted by Giovanik

DESVENDANDO VERDADES

I - ASPECTOS GERAIS DO IMPERIALISMO AMERICANO


ESTADOS UNIDOS, UMA DEMOCRACIA TERRORISTA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531214543992998159

BREVE HISTÓRIA DO IMPERIALISMO AMERICANO

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531251628888115471

ESTADOS UNIDOS, O PAÍS MAIS ODIADO DO PLANETA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531851859157666063

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO IMPERIALISMO AMERICANO

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531258992609544463

EUA - DOUTRINA DO DESTINO MANIFESTO

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531271368557807887

O PRIMEIRO MASSACRE DOS EUA CONTRA OS MUÇULMANOS

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531279756628936975

HISTÓRIA DA RIQUEZA DO HOMEM

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531291799717234959

DE VOLTA À IDADE MÉDIA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531280205453019407

CONTE A VERDADE AO POVO, SR. PRESIDENTE

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531306954509338895

MENTIRAS DE ESTADO - A TRADIÇÃO MENTIROSA DOS EUA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531430948067690767

OVER THERE

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531308236557076751

A VÍBORA AMERICANA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531421112592582927

O CAPITALISMO LIBERAL

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531278869718190351

DE HITLER A BUSH: O IRAQUE E O NEW AMERICAN CENTURY

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531292933588601103

RESUMO DAS CONVENÇÕES DE GENEBRA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531588442370951439

COMO O US ARMY RECRUTA SEUS SOLDADOS

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531304186402916623

O US ARMY E O ROUBO DO TREM DE OURO NAZISTA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531414676584089871

NOAM CHOMSKY - LIVRO - O QUE TIO SAM REALMENTE QUER

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531464916964034831

CRIMINOSOS DEMOCRÁTICOS

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531481684509142369

EXPORTAR É PERIGOSO

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531481338764275041

A "RECONSTRUÇÃO" DO IRAQUE

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531480451853528417

OS EUA E O ÚLTIMO CRIME DE GUERRA DO SÉCULO XX

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531305202162682127

A NOVA ARMA DOS EUA: A MANIPULAÇÃO DO CLIMA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531416456848034063

A MILITARIZAÇÃO DA NEUROCIÊNCIA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531631471500806415

UMA AMEAÇA PIOR QUE O TERRORISMO

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531422184186923279

A AGENDA DOS EUA PARA A DOMINAÇÃO MILITAR GLOBAL

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IRAQUE - O SEGREDO POR TRÁS DAS SANÇÕES

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CARTA DE RAMSEY CLARK À ONU

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FRASES DE FAMOSOS

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RESUMO DAS CONVENÇÕES DE GENEBRA

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ECHELON - ESPIONAGEM MUNDIAL VIA SATÉLITE

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NEOCONS - O QUE SÃO

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PSICO-GUERRA MACIÇA CONTRA A VENEZUELA

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O PORMAIOR DO FINANCIAMENTO

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O TERROR OCIDENTAL

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GORE VIDAL - PORQUE O AFEGANISTÃO

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GORE VIDAL - COM BUSH PERDEMOS A CONSTITUIÇÃO

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GORE VIDAL - OS EUA DE BUSH VIRARAM REPÚBLICA BANANEIRA

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IRÃ - A MAIOR CRISE DOS TEMPOS MODERNOS

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CONSEQUÊNCIAS DE UM ATAQUE AO IRÃ COM BOMBAS NUCLEARES

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O BRANQUEAMENTO DOS LUCROS

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IMPERIALISMO USA BRASILEIRO PARA BUCHA DE CANHÃO

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A RESSURREIÇÃO ECONOMICISTA DA RELIGIÃO

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ATROCIDADES DOS EUA NA GUERRA DA CORÉIA

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AS CLOACAS DO MUNDO

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VIETNÃ - CHACINAS DE MY LAY E TUONGAN

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VIETNÃ LUTA CONTRA LEGADO DO AGENTE LARANJA

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CONDENAÇÃO DOS MUROS DE BAGDÁ E EUA/MÉXICO

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PUTIN COMPARA EUA À ALEMANHA NAZISTA

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RUSSIA - UM NOVO BUNKER À DOMINAÇÃO GLOBAL?

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BLACKWATER: O EXÉRCITO SOMBRA DE BUSH

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MEMORIAL DE ATROCIDADES DA CIA

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COMO A CIA DERRUBOU MOSSADEQ, DO IRÃ

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1964- O GOLPE DO IMPERIALISMO

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O CAOS FUNDAMENTALISTA

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EUA AMEAÇAM RÚSSIA

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400 MILHÕES VIVEM E TRABALHAM EM CAMPOS MINADOS

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UNITED FRUIT E AS "REPÚBLICAS BANANEIRAS"

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posted by Jaime Munhoz

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

As infundadas acusações estadunidenses


Irã falava a verdade desde
o início

As infundadas acusações estadunidenses

Na última segunda-feira (3), o novo relatório de inteligência dos
Estados Unidos concluiu que o Irã desativou o seu programa de
armamentos nucleares há mais de 4 anos.
Mais uma vez, o mito das
“armas de destruição em massa” voltou para assombrar a
administração Bush também no caso do Irã.

Irã falava a verdade desde o início
Na última segunda-feira (3), o novo relatório de inteligência dos
Estados Unidos
concluiu que o Irã desativou o seu programa de
armamentos nucleares há mais de 4 anos.
Mais uma vez o governo
estadunidense tem sua credibilidade colocada em xeque – ao que
tudo indica, o mito das “armas de destruição em massa” de Saddam
Hussein (que nunca existiram) voltou para assombrar a
administração Bush também no caso do Irã.
O relatório da Estimativa de Inteligência Nacional (EIN) sobre o Irã,
que expressa consenso entre todas as 16 agências de inteligência
estadunidenses, indica com “muita confiança” que o Irã paralisou
seu programa para desenvolver armamentos atômicos em 2003 “em
resposta à pressão internacional”.
O resultado contradiz as
ameaças da Casa Branca de que a República Islâmica estaria atrás
de “desenvolver armas nucleares” – o motivo pelo qual duas
sanções econômicas foram impostas contra o país recentemente
.
Ao mesmo tempo, o relatório comprova o que o Irã afirma há anos:
que seu programa nuclear é pacífico, voltado apenas para a
geração de eletricidade com fins civis.
As “descobertas” da EIN não representam uma novidade para
aqueles que seguiam o caso do Irã de perto.
O reeleito presidente
russo, Vladimir Putin
, havia anunciado anteriormente, baseado em
suas agências de inteligência, que “não existem evidências” de que
o Irã estaria atrás de construir uma bomba.
Mohamed El-Baradei,
chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA),
encarregada de inspecionar as instalações iranianas, também
respondeu positivamente, afirmando que o relatório sustenta sua
posição de que “não há evidências de um programa de armas
nucleares não declarado em lugar algum” no Irã.
A novidade significa que o Irã venceu?
De acordo com oficiais do
Pentágono, o relatório “fortaleceu o Irã e enfraqueceu os demais”.
De fato, o Irã comemorou a mais recente derrota da administração
Bush.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Manouchehr
Mottaki,
declarou que “está se tornando claro para o mundo que o
programa nuclear do Irã é mesmo pacífico”.
A televisão estatal
iraniana qualificou o relatório como “a confissão nuclear” dos
Estados Unidos, e afirmou que o mesmo representa “uma vitória"
para a República Islâmica.
Apesar disso, a máquina de propaganda
militar de George W. Bush não descansou.
Assim como no Iraque, em que a cada vez que um mito era
desmascarado outro novo era criado (das “armas de destruição em
massa” à “presença da Al-Qaeda no Iraque”)
, o governo
estadunidense já iniciou a sua nova campanha de acusações contra
o Irã.
Em uma entrevista coletiva em Washington, Bush disse que o
relatório, na verdade, “dá motivo para mais pressão” (sic) contra o
governo do líder iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.
Após
comprovado que a afirmativa do governo iraniano era mesmo
verdade, as novas acusações estadunidenses são voltadas para a
“intenção” de desenvolver armas nucleares, e não mais a
capacidade – um argumento difícil de ser avaliado.
Segundo Bush,
o Irã pode retomar um programa atômico militar secreto.
“O Irã foi
perigoso.
O Irã é perigoso.
E o Irã será perigoso, se tiver o
conhecimento necessário para fazer uma arma nuclear”,
afirmou
ele.
O desenvolvimento de
tecnologias nucleares é legal
perante a Lei Internacional para
os países que assinarem o
Tratado de Não-Proliferação
Nuclear.
Considerando isso, o
Irã tem o direito de enriquecer

urânio, já que a República Islâmica assinou o tratado ainda em
1968.
Apesar disso, os Estados Unidos parecem decididos a atrasar
o desenvolvimento do país, que tem um papel fundamental na
divisão de poderes do Oriente Médio
.
Um recente relatório da AIEA,
que antecedeu o relatório estadunidense, confirmou
inequivocamente que “o programa nuclear do Irã é de natureza
civil”,
e que “o Irã não tem intenção e nem condição de fabricar
armas nucleares”.
O governo estadunidense, porém, não se
mostrou interessado em fatos.
“Acho que o relatório divulgado
ontem é um sinal de advertência, porque poderiam [o Irã] reiniciá-lo
[o programa nuclear]. Tiveram o programa e o paralisaram”,
afirmou
Bush, acrescentando que “todas as opções” continuam sobre a
mesa em relação às medidas a serem tomadas contra Teerã
Pelo
menos por enquanto, a verdade venceu.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Saddam Hussein e o Povo Iraquiano

Seiscentos líderes iraquianos repelem corte de Bush e exigem devolução do Poder a Sadam

Seiscentos líderes tribais de todas as regiões do Iraque – norte, sul e centro - divulgaram no dia 6 uma carta dirigida aos parlamentares do Partido Democrata dos EUA,
em que denunciam a sentença de morte contra o Presidente Sadam Hussein, repudiam o tribunal de Bush, exigem sua libertação e retorno ao poder.

“Nós, como representantes da maioria do povo iraquiano, acreditamos que Sadam Hussein é o único presidente legítimo do Iraque.
Os EUA o encarceraram como prisioneiro de guerra, apesar de ser contrário à lei internacional levá-lo a uma corte ilegal e a um julgamento injusto”, apontou a mensagem.
O documento acrescenta que “por todos esses anos, desde março de 2003, a maioria do povo iraquiano crê que a segurança e estabilidade do Oriente Médio não será conseguida, a menos que o Presidente legítimo do Iraque, Sadam, retorne ao poder.”
“A propósito, queremos informar-lhes que a maioria dos líderes tribais que assinaram esse documento éramos oponentes de Sadam nos anos antes da ocupação”, destacaram os signatários.
Sobre o tribunal de Bush, os líderes tribais apontaram que “não tem qualquer legalidade e foi estabelecido pelo governador civil americano, Bremer, e vocês sabem que a lei internacional proíbe o invasor de alterar as leis e o sistema econômico do país sob ocupação, e o Iraque é hoje um país sob ocupação de acordo com as resoluções da ONU e leis internacionais”.
“Sob as atuais circunstâncias, onde ninguém pode proteger a si mesmo ou a sua família, inclusive as autoridades dos EUA e os membros do governo que usam helicópteros, tanques e milhares de guardas, como vários de vocês viram quando estiveram em Bagdá, não há a menor chance de que haja um julgamento imparcial”, acrescenta a carta.
“Como é possível ser um tribunal justo, quando nove dos advogados de defesa foram assassinados durante o julgamento?
Como pode ser justo, se as testemunhas de defesa não podem chegar até o tribunal?”

“Gostaríamos de lhes informar que Presidente algum serviu o Iraque como Sadam o fez.
E assim, como fizemos meses atrás em Kirkuk, anunciamos nossa demanda pela libertação de Sadam e retorno à sua posição. Anunciamos ainda, naquele encontro, que a execução de Sadam levaria mais milhões dos nossos homens armados contra as forças dos EUA.
E responsabilizamos o governo dos EUA pela destruição da infra-estrutura e morte de mais de 655 mil iraquianos e pelos quatro milhões mortos nos 13 anos de sanções contra nosso povo.
Assim, acreditamos que é de vossa responsabilidade ética ajudar-nos a restabelecer as coisas como elas eram antes da invasão e evitar qualquer dano a Sadam, e tendo em vista que ele é um preso de guerra sob custódia de vocês”, sublinharam.

Para concluir, os líderes iraquianos expressaram aos congressistas democratas “nossa aspiração pela paz entre nossos países.
Gostaríamos de restabelecer boas relações com os EUA, e o único modo para isso é começar a devolver a autoridade aos legítimos líderes iraquianos, e evitando que qualquer dos seus fantoches atinjam Sadam”.
A.P.
Matéria da Edição de 08/12/2006

domingo, 9 de dezembro de 2007

EUA NÃO ESTÃO GANHANDO A GUERRA NO IRAQUE

Novo chefe do Pentágono diz que EUA perde guerra no Iraque e Grupo Baker-Hamilton confirma:

“Ataques às forças dos EUA com baixas têm média alarmante”

A confissão de desastre de Robert Gates no Senado aconteceu em paralelo à divulgação do relatório “bi-partidário” de James Baker e Lee Hamilton, que conclui não ser mais viável “manter o curso” e declara que a situação no Iraque é “grave e piora”
O novo chefe do Pentágono, Robert Gates
, confessou na audiência de confirmação do seu nome no Senado, nesta terça-feira dia 5, que
os EUA “não estão ganhando a guerra” no Iraque.
A questão foi apresentada pelo senador democrata do Michi-gan, Carl Levin, que indagou dele “se os EUA estão vencendo no Iraque?”, obtendo como resposta:
“Não, Senhor”.
Gates, ex-diretor da CIA, foi aprovado e será empossado no dia 18, em substituição ao fracassado Donald Rumsfeld.
No dia da audiência, o Pentágono reconheceu a morte de dez soldados americanos e somente nos últimos dez dias a Resistência iraquiana derrubou um avião F-16 e quatro helicópteros.

A confissão de desastre de Gates aconteceu em paralelo à divulgação do relatório “bi-partidário” Baker-Hamilton, que afirma que não há mais como “manter o curso” e declara a situação no Iraque “grave e piorando”, e em meio aos boatos de que o próximo a rodar, depois de Rumsfeld e Bolton (o embaixador anti-ONU), será “Zal” – o atual vice-rei de Bush no Iraque.
Aliás, o próprio Gates era um dos dez integrantes da comissão, composta meio a meio por republicanos e democratas, mas cujo comando era, indiscutivelmente, do velho comparsa de Bush Pai, e ex-secretário de Estado, James Baker, convocado às pressas para colar com cuspe o que o Júnior quebrou.

LETALIDADE
Antes das 79 (setenta e nove!) sugestões para W. Bush, o relatório diagnostica que “a violência está aumentando em escopo e letalidade. Os ataques a forças americanas e as baixas americanas continuam ocorrendo com uma média alarmante.”
Haja lucidez.
Mas, propor um cronograma de retirada, claro e definido, que é bom, nada.
Vamos trabalhar para “criar as condições para as tropas americanas comecem a deixar o país de forma responsável”, prometeu Baker.

Quanto arrodeio, como diria o coronel marine e deputado democrata John Murtha, que defendeu publicamente a retirada imediata, o “cut and run” que o relatório tenta esconder. Mas não é provável que as manobras protelatórias enfeixadas no calhamaço de 142 páginas consigam saciar a sede do povo americano, conforme manifestou nas urnas de novembro, pela imediata retirada das tropas do Iraque, e menos ainda, do povo iraquiano e da Resistência.
Então, a “nova abordagem” de Baker irá, nos próximos meses, caso W. Bush se digne a aplicá-la, pelos ares, assim como muitos tanques Abrams, blindados Bradley e Humvees já foram.

Recentemente, duas personalidades com laços com a Resistência, o ex-embaixador do Iraque na Índia e no Vietnã, Salah Al Mukhtar, e o líder da Associação dos Clérigos Muçulmanos, Harith Al Dari, este refugiado após ter sua prisão decretada, relataram o quadro do ponto de vista da Resistência.
“O exército iraquiano está reconstruído e comanda as operações da Resistência por todo o Iraque. Estamos prontos para tomar o poder, quatro a cinco horas após a retirada dos EUA”, afirmou Al Mukhatar.
“A Resistência liquidou 25 mil soldados americanos, destruiu 5 mil veículos militares e derrubou 35 aviões”, destacou Al Dari.

TRUQUE NOVO
O novo truque do prestidigitador Baker é que a tropa colaboracionista faça o que as tropas americanas, muito mais armadas e treinadas, falharam.
Propõe quadruplicar – de cinco mil para 20 mil – o número de soldados americanos embutidos no treinamento e operações da tropa colaboracionista.
Antigamente, chamavam isso de “vietnamização” da ocupação, mas agora estamos no Iraque. Devem gostar muito daquele interessante filme sobre a fuga de Saigon e apreciar o calor que faz no caminho de Bagdá para o Kuwait.
O relatório também ameaça “tirar o apoio” do governo colaboracionista, se este “não funcionar”.
Tempos atrás, isso era conhecido como golpe e inclusive não faltaram boatos sobre o assunto na véspera da reunião do primeiro-fantoche Maliki com Bush.
A “nova abordagem” também tenta envolver os países vizinhos nas lides da ocupação.

PELA CULATRA
O relatório de Baker confessa ainda que a guerra baratinha, que seria paga com o petróleo roubado do país invadido, saiu pela culatra, e os custos da invasão podem ultrapassar US$ 2 trilhões.
Já o secretário de Defesa Gates, também conhecido como um dos figurões do escândalo “Irã-Contras”, resolveu, depois da confissão de que os EUA estão perdendo a guerra, lá pelo meio do depoimento, remendar que “não está perdendo nem ganhando”.
Deve estar marcando empate no placar, com decisão marcada, qualquer dia desses, no Estádio de Bagdá.
Vai ser um estrondo.
ANTONIO PIMENTA

sábado, 8 de dezembro de 2007

EUA ESTÃO PERDENDO A GUERRA NO AFEGANISTÃO

EUA perdendo a guerra no Afeganistão

O Afeganistão rapidamente se transformou em um novo Iraque.
E a Resistência Afegã vai cada vez mais dominando o país e mantendo os invasores cercados em suas bases.
E babybush e sua quadrilha vão vendo seus sonhos de domínio do planeta irem por água abaixo.
Tariq Ali, escritor paquistanês:
“EUA está perdendo a guerra no Afeganistão”
“Os EUA estão perdendo a guerra no Afeganistão”, afirma o escritor paquistanês Tariq Ali, formado em ciências políticas e filosofia na Universidade Oxford, em artigo publicado no dia 29 de novembro.
“A opinião pública européia está mudando.
O povo já viu o suficiente e quer a saída das tropas européias do Afeganistão.
Quando isso acontecer,a Otan irá se desfazer e os EUA estarão novamente isolados por dois oceanos.
Mas não por escolha”.
“Os corredoresde oleodutos continuarão sendo bloqueados pelos combatentesno futuro previsível.
A guerrilha vai se intensificar e as mortes de americanos crescerão. A oposição política nos EUA crescerá”, analisa Ali.
Tariq Ali descreveu que a guerrilha afegã “já tomou metade do país e continua avançando em direção à capital.
Na próxima primavera, estarão lutando nas redondezas de Cabul, assim como ocorre hoje em Bagdá.
As tropas norte-americanas serão isoladas em ‘zonas-verdes’ espalhadas pelo país.
Karzai ficará trancafiado no palácio presidencial cercado por mercenários norte-americanos.
Não haverá mais essa ridícula conversa sobre ‘democracia’.
A guerra aérea sofrerá uma escalada causando mais e mais morte de civis.
Protestos explodirão nas cidades e os líderes tribais exigirão o fim da ocupação.
Políticos alemães e franceses irão exigir um cronograma de retirada.
A maioria dessas coisas já está acontecendo”.

NARCO-ESTADO
“A reconstrução do Afeganistão é um mito e não existe segurança. O país está falido, transformando-se em um narco-Estado governado por senhores da guerra e por chefes do tráfico”, acrescentou Ali.
Ali relata que “Bush não invadiu o Afeganistão para libertar nenhuma mulher. Era tudo uma fraude. Bush pensou que o Talibã reconheceria o superior poder de fogo dos EUA e fugiria para as montanhas. Eles o fizeram. Mas agora eles voltaram. E a maré virou. O Talibã reagrupou-se, preencheu suas fileiras com novos recrutas e agora estão mais fortes do que nunca”.
O escritor paquistanês autor de mais de uma dezenas de livros – o mais recente “Bush na Babilônia: a recolonização do Iraque” – descreve em seu artigo que “a doutrina Bush,a estratégia de segurança nacional e a Nova Ordem Mundial estão em ruínas.
Os apologistas do livre mercado das páginas do Wall Street Journal estão em silêncio.
Eles perderam a voz.
As bravatas e o peito estufado cessaram.
A Resistência Afegã teve sucesso onde falhou o Congresso e a ONU.
Eles pararam o Exército de Bush.
A guerra está perdida”.
“A guerra de Bush trouxe apenas sofrimento e devastação.
Milhares foram mortos e desalojados".
Vastas plantações do país foram contaminadas com lixo radioativo.
No ano passado, houve quatro vezes mais ataques aéreos no Afeganistão do que no Iraque.
O crescimento do número de mortos explodiu.
No domingo, 25, quatorze engenheiros e operários foram massacrados por ataques aéreos na Província de Nuristan”,relembrou.
“A verdade é que os EUA nunca poderão vencer essa guerra e o principal motivo é que os afegãos não querem a ocupação”,conclui Tariq.