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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Moda Islâmica





O hijab


Mulheres muçulmanas não podem mostrar o cabelo, muitos dizem que o cabelo de uma mulher pode enlouquecer um homem, mas na verdade não podem mostrar em público nada além das mãos e do rosto. Usam o famoso hijab ou a burca (dependendo da religião) preso com um coque e vestem uma saia até a altura do tornozelo, faz parte de uma fé e uma cultura islamica, tanto xiita como sunita. Começam a usar quando elas chegam na idade da menstrução.
Muitas mulheres aceitam o uso por medo ou devoção a religião, e para as que têm medo, fazem uma moda colorida, porque o livro sagrado não cita que a moda esta proibida, A moda satisfaz necessidades das mulheres, todas somos queremos estar bem, somos muito vaidosas, seja religião ou cultura, queremos chamar a atenção e nao podem tirar isso de uma mulher.
Podem encontrar mais sobre a atual moda islamica neste site:
http://tesetturgiyim.atspace.org/aydanfot.htm


Na surata 33:59 do livro sagrado muçulmano cita segundo o profeta : " As tuas esposas, as tuas filhas e as mulheres dos crentes, ( quando sairem) se cubram com suas jalabib" seria o famoso hijab.
A burca e o xador...
A burca, provém do xador, cobre o corpo todo com a exceção dos olhos, o islamismo determina que as mulheres devem se vestir de forma a não atrair a atenção dos homens.
Existe uma versão de uma barbie vestida com uma burca branca, feita para crianças islamicas, com dois brindes, uma bota vermelha e o famoso "tajet" o rosario muçulmano.
Postado por Jully Barreto

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Presidente Saddam e a Liberdade da Igreja

Bento XVI teme ´maus-tratos´ contra cristãos no Iraque


O Pontífice teme que a sociedade "que surge (no Iraque) não tolere a religião cristã"


ROMA - O Papa Bento XVI teme que a minoria cristã no Iraque sofra "maus-tratos" por fundamentalistas muçulmanos, disse ele hoje ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.

O Papa se mostrou muito preocupado "que os cristãos sejam maltratados pela maioria muçulmana", contou Bush após a primeira reunião entre os dois. O Pontífice teme que "a nova sociedade que surge (no Iraque) não tolere a religião cristã", disse Bush em entrevista coletiva conjunta com o primeiro-ministro da Itália, Romano Prodi.
A Santa Sé também comentou o assunto no comunicado sobre o encontro com o presidente americano, dizendo que o Papa chamou a atenção para as "condições críticas" pelas quais passa a comunidade cristã no Iraque.
Saddam Hussein protegia a minoria religiosa - de cerca de um milhão de pessoas - dos vizinhos muçulmanos. Mas, após a derrubada do ditador, os cristãos vêm sendo alvo de ameaças e violência, o que preocupa a Igreja.
O comunicado do Vaticano também pede uma solução "regional e negociada" para o conflito no Iraque, o qual considera "preocupante".
Bush disse que em seu encontro com o Papa, de cerca de 35 minutos, não discutiram se a guerra era "justa" ou não. O presidente classificou Bento XVI como "um homem muito inteligente e carinhoso", e descreveu a reunião como "uma experiência comovente".
Durante a conversa, o Papa disse que acompanhava atentamente o debate sobre a reforma migratória nos EUA, que pretende abrir uma via para a legalização de cerca de 12 milhões de imigrantes ilegais. "Disse a ele que apoio de forma enérgica a reforma migratória, que, por um lado, fará cumprir a lei e, por outro, tratará as pessoas com dignidade", disse Bush.
Segundo o presidente, a situação na África também foi abordada. Bush informou ao Papa sobre os programas dos EUA para combater a Aids e a malária.
Fonte:http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2007/jun/09/93.htm?RSS

http://www.lustosa.net/noticias/106473.php