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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

DESVENDANDO VERDADES

I - ASPECTOS GERAIS DO IMPERIALISMO AMERICANO


ESTADOS UNIDOS, UMA DEMOCRACIA TERRORISTA

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BREVE HISTÓRIA DO IMPERIALISMO AMERICANO

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ESTADOS UNIDOS, O PAÍS MAIS ODIADO DO PLANETA

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FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO IMPERIALISMO AMERICANO

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EUA - DOUTRINA DO DESTINO MANIFESTO

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O PRIMEIRO MASSACRE DOS EUA CONTRA OS MUÇULMANOS

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HISTÓRIA DA RIQUEZA DO HOMEM

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DE VOLTA À IDADE MÉDIA

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CONTE A VERDADE AO POVO, SR. PRESIDENTE

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MENTIRAS DE ESTADO - A TRADIÇÃO MENTIROSA DOS EUA

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OVER THERE

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A VÍBORA AMERICANA

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O CAPITALISMO LIBERAL

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DE HITLER A BUSH: O IRAQUE E O NEW AMERICAN CENTURY

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RESUMO DAS CONVENÇÕES DE GENEBRA

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COMO O US ARMY RECRUTA SEUS SOLDADOS

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O US ARMY E O ROUBO DO TREM DE OURO NAZISTA

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NOAM CHOMSKY - LIVRO - O QUE TIO SAM REALMENTE QUER

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CRIMINOSOS DEMOCRÁTICOS

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EXPORTAR É PERIGOSO

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A "RECONSTRUÇÃO" DO IRAQUE

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OS EUA E O ÚLTIMO CRIME DE GUERRA DO SÉCULO XX

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A NOVA ARMA DOS EUA: A MANIPULAÇÃO DO CLIMA

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A MILITARIZAÇÃO DA NEUROCIÊNCIA

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UMA AMEAÇA PIOR QUE O TERRORISMO

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A AGENDA DOS EUA PARA A DOMINAÇÃO MILITAR GLOBAL

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IRAQUE - O SEGREDO POR TRÁS DAS SANÇÕES

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CARTA DE RAMSEY CLARK À ONU

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FRASES DE FAMOSOS

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RESUMO DAS CONVENÇÕES DE GENEBRA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531588442370951439

ECHELON - ESPIONAGEM MUNDIAL VIA SATÉLITE

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NEOCONS - O QUE SÃO

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PSICO-GUERRA MACIÇA CONTRA A VENEZUELA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531634561729775887

O PORMAIOR DO FINANCIAMENTO

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531634306179221775

O TERROR OCIDENTAL

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GORE VIDAL - PORQUE O AFEGANISTÃO

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GORE VIDAL - COM BUSH PERDEMOS A CONSTITUIÇÃO

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GORE VIDAL - OS EUA DE BUSH VIRARAM REPÚBLICA BANANEIRA

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531590710113683727

IRÃ - A MAIOR CRISE DOS TEMPOS MODERNOS

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CONSEQUÊNCIAS DE UM ATAQUE AO IRÃ COM BOMBAS NUCLEARES

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=32077123&tid=2531645123054356751

O BRANQUEAMENTO DOS LUCROS

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IMPERIALISMO USA BRASILEIRO PARA BUCHA DE CANHÃO

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A RESSURREIÇÃO ECONOMICISTA DA RELIGIÃO

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ATROCIDADES DOS EUA NA GUERRA DA CORÉIA

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AS CLOACAS DO MUNDO

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VIETNÃ - CHACINAS DE MY LAY E TUONGAN

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VIETNÃ LUTA CONTRA LEGADO DO AGENTE LARANJA

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CONDENAÇÃO DOS MUROS DE BAGDÁ E EUA/MÉXICO

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PUTIN COMPARA EUA À ALEMANHA NAZISTA

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RUSSIA - UM NOVO BUNKER À DOMINAÇÃO GLOBAL?

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BLACKWATER: O EXÉRCITO SOMBRA DE BUSH

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MEMORIAL DE ATROCIDADES DA CIA

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COMO A CIA DERRUBOU MOSSADEQ, DO IRÃ

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1964- O GOLPE DO IMPERIALISMO

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O CAOS FUNDAMENTALISTA

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EUA AMEAÇAM RÚSSIA

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400 MILHÕES VIVEM E TRABALHAM EM CAMPOS MINADOS

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UNITED FRUIT E AS "REPÚBLICAS BANANEIRAS"

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posted by Jaime Munhoz

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Querem "se livrar" de Chávez


Golpistas apelam ao assassínio

"Ele tem de ser morto"

A elite venezuelana já diz publicamente "Ele tem de ser morto", referindo-se ao Presidente Hugo Chavez.
Isso é proclamado alto e bom som, sem rodeios e pelo visto sem receios.
Tamanha é a "liberdade" de imprensa na Venezuela que consente até mesmo no apelo ao crime.
Os media hoje na Venezuela são, na generalidade, um factor contra-revolucionário: serventuários do imperialismo e
da corrupta oligarquia local,
promotores do golpe e do crime.
É espantoso como um correspondente de um jornal norte-americano reproduz, quase acriticamente, um apelo ao assassínio, feito por um dos indivíduos da oligarquia (ver abaixo).
E é mais espantoso ainda como um sítio web venezuelano, empresarial e supostamente técnico, o PetroleumWorld , reproduz tranquilamente tal apelo ao assassinato do Presidente democraticamente eleito do seu país.
O texto abaixo dá uma ideia do clima que vive presentemente a sociedade venezuelana, submetida às fortíssimas pressões desestabilizadoras do governo Bush.

resistir.info
por T. Christian Miller [*]

José Antonio Gil faz parte da elite da Venezuela. Ele movimenta-se nos círculos do dinheiro, do poder e da influência. Foi educado em escolas top dos EUA. Encabeça uma das mais prestigiosas empresas de inquéritos do país. E ele só vê uma saída para a crise política envolvendo o Presidente Hugo Chavez.

"Ele tem de ser morto", afirmou, usando o dedo para riscar a mesa do seu gabinete, bem acima das ruas sujas de Caracas.

"Ele tem ser morto".

Cerca de três meses depois de Chavez ter sido afastado do gabinete, e de retornar dois dias depois no bojo de um levantamento de massas de gente pobre, a sociedade venezuelana permanece profundamente dividida.

As tensões continuam altas e o país parece tão polarizado como antes dos acontecimentos de 11 de Abril.

Os esforços de reconciliação falharam. Os líderes da oposição desejam abertamente a morte de Chavez.

Um dos principais historiadores do país escreveu recentemente um artigo de primeira página em cujo título se podia ler:

"É correcto matar um dirigente que não está a cumprir as leis".

Chavez, cuja retórica inflamada e comportamento errático dele fez um dos mais controversos lideres da história do país, deu alguns passos no sentido de moderar o tom, mas eles não foram suficientes para apaziguar um vasto conjunto de sectores que estão contra ele, desde líderes empresariais a responsáveis sindicais e membros dos media.

Ele não consegue ultrapassar a amargura.

Em uma semana de entrevistas na Venezuela os seus opositores utilizaram os seguintes termos para descrever Chavez: Hitler, assassino, psicopata, terrorista, messiânico, estalinistas, comunista, fascista, autoritário, rústico e vários outros epítetos inadequados para leitura ao pequeno almoço.

A segurança tornou-se uma preocupação central para o Presidente.

Outrora um populista que outrora gostava de banhos de multidão, ele agora quase eliminou as aparições públicas.

No fim do mês passado ele instalou baterias de mísseis terra-ar em torno do palácio presidencial depois de relatórios da inteligência terem-no advertido de ataques aéreos.

Um grupo auto-intitulado Forças Unidas de Auto Defesa da Venezuela apregoou ter 2200 tropas paramilitares prontas para matar Chavez.

Segundo algumas estimativas, ele afastou ou rebaixou mais de 240 oficiais das forças armadas que acreditava terem estado envolvidos na tentativa de golpe.

A acção aprofundou as divergências entre aqueles militares que já se opunham a Chavez.

Enquanto isso, a economia continua a piorar.

A moeda, o bolívar, afundou quase 45 por cento em relação ao dólar desde o ano passado.

O desemprego e a inflação continuam a aumentar.

A Venezuela é um país que segura a respiração, à espera de mais violência.

Rumores de um segundo golpe enchem as redacções e as emissões de rádio e TV do país, embora outros descartem tais conversas como lavagem cerebral.

Mais recentemente, um crescente número de observadores chega a acreditar que uma tentativa de assassinato contra Chavez é quase uma certeza.

"Nunca vi uma sociedade mais dividida ou polarizada do que a Venezuela", disse José Miguel Vivanco, o responsável pelo continente da Human Rights Watch, que passou mais de duas décadas a observar as guerras de guerrilhas e ditaduras da América Latina.

O golpe começou em 11 de Abril depois de os líderes da oposição organizarem uma marcha em direcção a Miraflores, a versão venezuelana da Casa Branca.

Ambos os lados acusam o outro de abrir fogo sobre os que marchavam e os contra-demonstradores que apoiavam Chavez.

Na confusão que se seguiu, 17 pessoas foram mortas e Chavez foi afastado do gabinete.

O líder do golpe, Pedro Carmona, um homem de negócios, anulou a constituição e dissolveu o governo.

Mas dois dias depois, os venezuelanos pobres que constituem o grosso dos apoiantes de Chavez afluíram ao centro da cidade para exigir a sua reinstalação no poder, tal como o fizeram unidades militares leais.

A seguir, os líderes do golpe fugiram e Chavez retornou triunfantemente ao gabinete.

Chavez imediatamente prometeu reconciliar-se com a oposição.

Ele reformou seu gabinete, transferindo ou afastando para outros postos alguns dos ministros mais controversos.

Também substituiu um aliado controverso que estava a administrar a empresa de petróleo estatal.

Chavez também moderou a sua retórica exaltada.

Como antigo pára-quedista, ele cessou de chamar os seus opositores de "fedorentos" e deixou de usar o seu uniforme militar durante as aparições públicas.

Mais recentemente, Chavez admitiu a possibilidade de um referendum acerca da sua liderança logo no próximo ano, apesar de o seu mandato não terminar senão em 2007.

A sua popularidade aumentou após o golpe, crescendo 10 pontos percentuais e chegando aos 43 por cento.

Responsáveis governamentais de topo dizem que Chavez procura sinceramente a cooperação mas é hostilizado por uma oposição intransigente que até agora recusou-se a sentar-se e conversar.

"São preciso dois para o tango", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros Roy Chaderton.

"Estamos a tentar encontrar um meio para negociar, mas é muito difícil".

Ainda assim, como Chavez evidenciou durante uma aparição recente para comemorar uma batalha histórica, ele continua a acreditar na sua "Revolução Bolivariana", um movimento político para mudar de forma drástica a historicamente desigual sociedade da Venezuela.

Mais de 80 por cento da população vive na pobreza.

O movimento mal definido levou à criação de políticas controversas tal como uma lei que permite ao governo tomar terras improdutivas e aumentar o controlo do Estado sobre a produção de petróleo.

Os dirigentes da oposição responderam às aberturas de Chavez considerando-as como cosméticas.

Dizem eles que Chavez continua a interferir com a operação da PDVSA, a empresa estatal de petróleo, e que as mudanças no gabinete foram simplesmente um rearranjo, não uma mudança real.

E alguns que o culpam pelas mortas durante o golpe dizem que não podem negociar com um "assassino".

Um esforço do Congresso para formar uma comissão de verdade e de reconciliação ficou empacado, dividindo mais uma vez o legislativo nacional, onde os membros do Movimento da Quinta República de Chavez possuem uma estreita maioria de três ou quatro votos.

Fora do Congresso, os apoiantes de Chavez acenam com um nó de forca suspenso como advertência àqueles que pensam em mudar de lado.

Mesmo fora, os esforços para reunir o governo e a oposição fracassaram.

Os opositores são favoráveis a um inquérito pela Organização dos Estados Americanos.

Os responsáveis do governo convidaram a Fundação Carter para a Paz a ajudarem na mediação.

"Os problemas da Venezuela tem um primeiro nome e um último nome, e estes são Hugo Chavez", declarou Henry Ramos, chefe do maior partido da oposição, a Acção Democrática.

"A melhor solução para ele é ter um ataque do coração. A mais provável é um golpe".

Os oponentes de Chavez, pelo menos aqueles que não o querem morto, puseram as suas esperanças em dois caminhos.

Primeiro, Chavez tem sido atacado com um enxame de processo judiciais e escândalos legislativos nas últimas semanas, alegando tudo e mais alguma coisa, desde o genocídio até à fraude.

O primeiro processo acusa-o de apossar-se de mais de US$ 1,5 milhão de contribuições secretas para a campanha de um banco espanhol.

Enquanto isso, há um escândalo político crescente acerca da diversão de US$ 2 mil milhões de um fundo de "dias chuvosos" governamental para pagar salários do Estado e pensões.

A oposição também está a reunir assinaturas para uma emenda constitucional que limitaria o mandato presidencial a quatro anos, o que significa que Chavez estaria fora do gabinete no próximo ano. Mas para muitos opositores, tal caminho é demasiado lento, e também incerto.

"Qualquer coisa pode acontecer", disse Hidalgo Valero, um ex-coronel da Guarda Nacional que foi preso recentemente depois de liderar uma parada de antigos oficiais contra Chavez.

"Há fanáticos em ambos os lados, e o único responsável por isto é Chavez".

_________________ [*] do Los Angeles Times, 07-07-02

10/Jul/02

Este artigo encontra-se em http://resistir.info .

O líder cubano Fidel Castro advertiu hoje que seu colega venezuelano, Hugo Chávez, pode ser assassinado por "ordem do império ou da oligarquia", ...
Segundo Fidel, "dadas as circunstâncias a vitória ideológica de grande transcendência de Chávez, um assassino de aluguel do império, um oligarca aviltado pelos reflexos que semeou a maquinaria de publicidade imperial ou um perturbado mental poderão dar fim a sua vida".
"É impossível afastar-se da impressão de que o império e a oligarquia se esmerem por conduzir Chávez a um beco sem saída, colocando-o facilmente ao alcance de um disparo", acrescentou no texto publicado no jornal Granma.

sábado, 10 de novembro de 2007

POR LA JUSTICIA

Posada Carriles deve ser julgado pelos seus crimes
Posada Carriles deve ser julgado pelos seus crimes

Enquanto em nome da luta contra o terrorismo, milhares de pessoas morrem no Iraque e no Afeganistão, e outras – arbitrariamente detidas – são torturadas em Abu Ghraib e Guantánamo, o governo dos Estados Unidos protege o mais conhecido terrorista do hemisfério ocidental, procura enganar a opinião pública com intermináveis manobras pseudo legais e nega se a julgá-lo pelos seus verdadeiros crimes.

Luis Posada Carriles foi acusado e submetido a um julgamento inconcluso na Venezuela pelo atentado em 1976 contra um avião civil onde morreram setenta e três pessoas.

Depois de escapar das prisões venezuelanas, em 1982, trabalhou para a CIA na operação conhecida como Irão Contras e na organização do genocida Plano Condor.

Preparou depois, em 1997, uma série de actos terroristas contra hotéis de Havana – num deles perdeu a vida o jovem turista Itáliano Fabio Di Celmo – e, em 2000, no projecto de atentado contra o Presidente Fidel Castro na Universidade do Panamá.

Em Marco de 2005, Posada Carriles entrou ilegalmente nos Estados Unidos.

Só depois de reiteradas denúncias públicas que revelavam a presença deste criminoso no seu território, o governo de George W. Bush procedeu à sua detenção e processamento por delitos migratórios e falso testemunho, sem a menor alusão ao terrorismo.

Com o tratamento outorgado a Posada Carriles, as autoridades norte americanas, pressionadas pelos grupos extremistas cubanos do sul da Florida, puseram em absoluta evidência a moral dupla da sua guerra contra o terrorismo em nome da qual torturam, sequestram e bombardeiam.

Ao mesmo tempo, como foi denunciado em numerosos foros internacionais e agências de Nações Unidas, cinco activistas anti-terroristas cubanos permanecem injustamente presos nos Estados Unidos, submetidos juntamente com os seus familiares a um tratamento cruel e discriminatório.

Todas as pessoas honestas que no mundo levantam a sua voz contra a guerra e contra o terrorismo têm diante de si uma prova irrefutável da falta de ética em que a actual administração de Washington baseia a sua actuação.

Nós, abaixo assinados, exigimos que o governo dos Estados Unidos, em cumprimento das suas obrigações internacionais, processe Luis Posada Carriles por todos os seus crimes ou atenda à solicitação de extradição efectuada pela Venezuela, e que até hoje não obteve resposta.

[Assinaturas iniciais:]Adolfo Pérez Esquivel, Argentina; Noam Chomsky, EUA; Oscar Niemeyer, Brasil; Alfonso Sastre, Espanha; Eduardo Galeano, Uruguai; Danny Glover, EUA; Istvan Meszaros, Hungria; Alice Walker, EUA; Gianni Miná, Itália; Blanca Chancosa, Equador; Cindy Sheehan, EUA; Manu Chao, França-Espanha; Boaventura de Sousa, Portugal; Frei Betto, Brasil; Mario Benedetti, Uruguai; Ariel Dorfman, Chile-EUA; Tristán Bauer, Argentina; Howard Zinn, EUA; Armand Mattelart, Bélgica; Gioconda Belli, Nicarágua; Russell Banks, EUA; Nora Cortiñas, Argentina; João Pedro Stédile, Brasil; Medea Benjamín, EUA; Roy Brown, Porto Rico; Belén Gopegui, Espanha; Hildebrando Pérez Grande, Peru; Luis Britto, Venezuela; Jane Franklin, EUA; Daniel Viglietti, Uruguai; Emir Sader, Brasil; Miguel Bonasso, Argentina; Lucius Walker, EUA; Piero Gleijeises, Itália-EUA; Gianni Vattimo, Itália; Jorge Enrique Adoum, Equador; Juan Gelman, Argentina; Michel Collon, Bélgica; James Petras, EUA; Hebe de Bonafini, Argentina; Francois Houtart, Bélgica; Stella Calloni, Argentina; Eric Toussaint, Bélgica; Atilio Borón, Argentina; Naomi Klein, Canadá; Pascual Serrano, Espanha; Heinz Dieterich, México; Manuel Cabieses, Chile; Keith Ellis, Canadá; Michael Parenti, EUA; Arturo Corcuera, Peru; Beverly Keene, EUA-Argentina; Carlos Fazio, México; Ramón Chao, Espanha/França; James Early, EUA; Jorge Sanjinés, Bolívia; Franz Hinkelammert, Alemanha-Costa Rica; Adolfo Sánchez Vázquez, Espanha-México; Volodia Teitelboim, Chile; Noé Jitrik, Argentina; Wim Dierckxens, Holanda-Costa Rica; Victor Victor, República Dominicana; Fernando Buen Abad, México; Saul Landau, EUA; Salim Lamrani, França; Juan Madrid, Espanha; Rene Burri, Suiça; Luisa Valenzuela, Argentina; Carlos Fernández Liria, Espanha; José Steinsleger, Argentina-México; Roberto Montoya, Argentina; Fernando Morais, Brasil; Federico Álvarez, México; Montserrat Ponsa, Espanha; Héctor Díaz-Polanco, México; Setsuko Ono, EUA; Antonio Maira, Espanha; Marilia Guimaraes, Brasil; Pepe Viñoles, Suécia; Ana Delicado Palacios, Espanha; Tununa Mercado, Argentina; Winston Orrillo, Peru; John Gerassi, EUA; Santiago Alba Rico, Espanha; Gilberto López y Rivas, México; Rafael Cancel Miranda, Porto Rico; James Cockcroft, EUA; Eva Forest, Espanha; Juan Mari Brás, Porto Rico; Michèle Mattelart, França; Donatella Meszaros, Itália; Víctor Flores Olea, México; Maribel Permuy, Espanha; Hernando Calvo Ospina, Colômbia; Rosina Valcárcel, Peru; Pablo Guayasamín, Equador; Isaura Navarro, Espanha; Pilar Roca, Peru; Carlos Gabetta, Argentina; Etna Velarde, Peru; Ernesto Carmona, Chile; Néstor Kohan, Argentina; Vicente Romano, Espanha; Vicente Battista, Argentina; Carlos “Chino” Dominguez, Peru; Nazanín Amirian, Irão; Higinio Polo, Espanha; Beinusz Szmukler, Argentina; Pablo Romo, México; Aton Fon Filho, Brasil; Manuel Talens, Espanha; Alcira Argumedo, Argentina; David Acera, Espanha; Arnoldo Mora, Costa Rica; Juan Cristóbal, Peru; Julio César Monge, El Salvador; Harald Neuber; Alemanha; Alfredo Vera, Equador; Fernando Rendón, Colômbia; Leslee Lee, Peru; Ángel Guerra, Cuba; Alessandra Riccio, Itália; Atilio Bonilla, Peru; Gennaro Carotenuto, Itália; Javier Couso, Espanha; Reynaldo Naranjo, Peru; Carlos Varea, Espanha; Gustavo Espinoza, Peru; John Pateman, Reino Unido; Héctor Arenas, Colômbia; Federico García, Peru; Eva Björklund, Suécia; Jordan Flaherty, EUA; Bruno Portuguez, Peru; Raúl Zurita, Chile; Gloria La Riva, EUA; Francisco Cañizales, Venezuela; Marta Harnecker, Chile; Peter Bohmer, EUA; Ann Sparanese, EUA; Francisco (Pancho) Villa, Chile; Yhonny García, Venezuela; Patricia Ariza, Colômbia; Raúl Vallejo, Equador; Georges E. Maouvois, Martinica; Isidora Aguirre, Chile; Antoine Chao, França; Xiomara García Venezuela; Sara Rosenberg, Argentina; Fernando Butazzoni, Uruguai; Danielle Bleitrach, França; Jacek Wozniak; Polónia; Jaime Chao, França; Miguel Urbano, Portugal

Por la Justicia

http://www.infoalternativa.org/apelo/apelo009.htm

posted by Francisco Trindade

http://franciscotrindade.blogspot.com/2007_04_01_archive.html