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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

SILÊNCIO CRIMINOSO

Iraque - As 935 mentiras de bush & gang
Foram catalogadas 935 afirmações falsas sobre o Iraque feitas por babybush & gang. A começar pelas ADMs que Saddan não possuía, a tentativa de ligar Saddan a Osama, outra mentira, e por aí vai.Depois babybush quer saber porque sua popularidade está lá embaixo e porque ele é considerado o pior presidenteda história dos EUA, o que não é pouca coisa, porqueo que tem de bandido que governou aquele país não é brincadeira.
O ex-Presidente Italiano, o homem que revelou a existência da Operação Gládio, Francesco Cossiga, veio a público falar sobre os atentados do 11 de Setembro, afirmando, num dos mais respeitados jornais italianos, que os ataques foram executados pela CIA e pela Mossad e que esse facto era do conhecimento geral entre os serviços de informações a nível global.


O ex-Presidente Italiano, o homem que revelou a existência da Operação Gládio, Francesco Cossiga, veio a público falar sobre os atentados do 11 de Setembro, afirmando, num dos mais respeitados jornais italianos, que os ataques foram executados pela CIA e pela Mossad e que esse facto era do conhecimento geral entre os serviços de informações a nível global.Cossiga foi eleito Presidente do Senado Italiano em Julho de 1983 antes de obter uma maioria decisiva nas eleições de 1985 tornando-se Presidente de Itália nesse ano. Francesco Cossiga ganhou o respeito dos partidos da oposição com a reputação de um político honesto e conduziu o país durante sete anos até Abril de 1992.A tendência de Cossiga para ser honesto preocupou a elite governante italiana e foi forçado a demitir-se após ter revelado a existência, e a sua participação na criação, da Operação Gládio – uma rede de operações secretas sob os auspícios da NATO que executou atentados bombistas por toda a Europa nos anos 60, 70 e 80.A especialidade da Gládio era executar o que se chama "false flag operations," ataques terroristas que eram imputados à oposição doméstica e geopolítica.As revelações de Cossiga contribuíram para uma investigação do parlamento italiano em 2000 sobre a Gládio, durante a qual foram reveladas provas de que os ataques foram administrados pelo aparelho de inteligência americano.Em Março de 2001, o agente da Gládio Vincenzo Vinciguerra afirmou, em testemunho sob juramento, "Vocês têm de atacar civis, pessoas, mulheres, crianças, pessoas inocentes, gente anónima arredada da política. A razão é muito simples: forçar... o povo a virar-se para o estado a pedir mais segurança." http://citadino.blogspot.com/2007/12/o-ex-presidente-italiano-francesco.html
enviado por: MVM<==>News
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Junte as 3 notícias e veja como é impressionante o silêncio sobre esse assunto.
A declaração não é de um qualquer, é do ex-presidente da Itália:
os ataques foram executados pela CIA e pela Mossad e que esse facto era do conhecimento geral entre os serviços de informações a nível global.
>>>Estudo revela que guerra do Iraque se baseou em declarações falsas
Um estudo de duas organizações jornalísticas sem fins lucrativos afirma que o presidente George W. Bush e altas autoridades do governo emitiram centenas de declarações falsas sobre a ameaça do Iraque à segurança dos EUA nos dois anos que se seguiram aos ataques terroristas de 11/9.
O estudo concluiu que os relatórios "faziam parte de uma campanha organizada que direcionou efetivamente a opinião pública e, no processo, empurrou o país para uma guerra com decididas falsas pretensões".
O resultado da análise das organizações foi publicado no site do Centro da Integridade Pública, que trabalhou em parceria com o Fundo para a Independência do Jornalismo.
O porta-voz da Casa Branca Scott Stanzel afirmou que não comentará o estudo porque não o viu.
O trabalho das organizações reuniu 935 declarações falsas --em pronunciamentos, relatórios, entrevistas e outros meios-- divulgadas durante dois anos.
Estas declarações foram compiladas em um banco de dados a partir de 11 de setembro de 2001.
A análise mostrou que Bush e seus secretários e membros do governo mentiram deliberadamente sobre as suspeitas de que o Iraque produzia ou detinha armas de destruição em massa.
"Agora é incontestável que o Iraque não possui nenhuma arma de destruição em massa", afirmou Charles Lewis e Mark Reading-Smith, do Fundo para a Independência do Jornalismo.
"Em outras palavras, o governo Bush levou a nação à guerra baseado em informações equivocadas propagadas metodicamente e que culminaram em uma operação militar contra o Iraque em março de 2003.
O estudo revela o nome de altos membros do governo envolvidos nas mentiras.
Entre eles figuram o vice-presidente Dick Cheney, Condoleezza Rice (secretária de Estado), Donald Rumsfeld (ex-secretário de Defesa), Colin Powell (ex-secretário de Estado), Paul Wolfowitx (ex-vice-secretário de Defesa), e outros.
"O efeito cumulativo das mentiras foi massiva", dizem os autores na apresentação do estudo.
Segundo ele, a mídia reconheceu que durante os meses anteriores à guerra adotou uma atitude condescendente e sem críticas em relação ao governo.
Desde a invasão do país, em 2003, a onda de violência na qual o Iraque está imerso causou a morte de 151 mil pessoas, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde).
Pesquisa da entidade mostra que no primeiro ano da invasão, 128 iraquianos morreram diariamente de maneira violenta;
no segundo ano, o número caiu para 115, ao tempo que
no terceiro voltou a subir, para 126, com mais da metade das mortes ocorridas em Bagdá.



segunda-feira, 19 de novembro de 2007

DENÚNCIA DA FARSA PARA ASSASSINAR O PRESIDENTE SADDAM HUSSEIN

IACenter denuncia farsa para assassinar Sadam

“Bush é quem precisa ser julgado por crime de guerra e genocídio”
“Corte criada por forças de ocupação é violação às Convenções de Genebra”


Bush, Cheney, Rumsfeld e Blair que deveriam estar sendo julgados por seus crimes de guerra e contra a humanidade”, afirmou Sara Flounders, diretora, junto com o ex-procurador da República dos EUA, Ramsey Clark, da organização norte-americana International Action Center (IAC).
“O tribunal é uma violação das Convenções de Genebra que explicitamente proíbem forças de ocupação de criarem cortes. Além disso, o total isolamento dos acusados e negativa de todo tipo de visitas e outros direitos legais violam a Convenção Internacional sobre Direitos Civis e Políticos”, denunciou.
Página 7
23 de Dezembro de 2005
Líderes civis nos EUA denunciam farsa de Bush para matar Sadam

A americana Sara Flounders que junto o ex-procurador geral dos EUA, Ramsey Clark, dirige a organização civil IAC, denunciou que o tribunal que funciona no centro da ocupação em Bagdá é uma violação das Convenções de Genebra e que dois advogados de Sadam já foram assassinados
“Bush, Cheney, Rumsfeld e Blair é que deveriam estar sendo julgados por seus crimes de guerra e contra a humanidade”, afirmou Sara Flounders, diretora, junto com o ex-procurador da República dos EUA, Ramsey Clark, da organização norte-americana, International Action Center (IAC).

“O tribunal é uma violação das Convenções de Genebra (das quais Washington é signatário) que explicitamente proíbem forças de ocupação de criarem cortes.
Além disso, junto com o total isolamento dos acusados e negativa de todo tipo de visitas e outros direitos legais violam a Convenção Internacional sobre Direitos Civis e Políticos.
Os advogados de defesa têm sido ameaçados e intimidados.
Dois advogados da equipe de defesa foram assassinados.
Hoje no Iraque não há sistema jurídico.
Não há códigos penais, não há leis nem tribunais.
Toda a estrutura do Estado iraquiano foi destruída.
No lugar disso o que foi colocado é apenas a mais brutal forma de dominação militar ilegal”, denunciou a liderança norte-americana.

“A detenção de Sadam Hussein e os que são julgados com ele, junto com outras dezenas de milhares de iraquianos, é baseada numa guerra de agressão criminosa e ilegal”, prosseguiu Sara Flounders.

“Todas as forças que se opuseram internacionalmente à guerra de 15 anos dos EUA contra o Iraque - que incluíram sanções para gerar fome, bombardeios e invasão - devem também se opor a todos os esforços para justificar a continuação da ocupação, incluindo o julgamento.
Silenciar nesta questão é dar credibilidade a uma corte-farsa criada pelos EUA cujas sessões transcorrem no quartel-geral dos EUA, na chamada zona verde”.

“O governo dos EUA não tem o direito de manter um único soldado no Iraque; de bombardear, sancionar ou matar de fome o povo iraquiano; de impor um governo colonial ou de estabelecer tribunais no Iraque. Não tem o direito de decidir o destino de Sadam Hussein nem de controlar o petróleo e as riquezas do Iraque”.

ILEGITIMIDADE

“O tribunal é ilegítimo desde sua fundação. É uma criação de Paul Bremer III, ex-chefe do poder ilegal da ocupação. Bremer indicou inicialmente Salem Chalabi, sobrinho de Ahmad Chalabi, para montar a corte. Ahmad Chalabi tinha acabado de retornar ao Iraque do exílio com a ajuda dos tanques dos EUA em abril de 2003 e abriu um escritório para escrever as leis que reabriram o Iraque ao capital estrangeiro em colaboração com a firma de advocacia do ex-subsecertário de Defesa dos EUA, Douglas Feith, um dos que lucraram com a guerra, ideólogo de Bush, Cheney e ligado a Rumsfeld”.

“Bremer indicou os juízes do tribunal. O financiamento e o pessoal é totalmente controlado pelas forças norte-americanas. O Congresso dos EUA destacou US$128 milhões para financiar a corte. Claro que esta corte não tem jurisdição sobre os crimes cometidos pelos EUA durante a invasão e ocupação!”

“O tribunal é parte do esforço dos EUA de demonizar totalmente Sadam Hussein. Isto tem sido parte essencial da guerra de 15 anos contra o Iraque. A propagando dos EUA tem ininterruptamente descrito Sadam como um homem louco e mau, um ditador brutal e uma ameaça a todo o planeta, que se preparou para atacar com armas nucleares, químicas e biológicas em questão de minutos. Ele foi acusado de ter um papel no 11 de setembro e de estar ligado à Al Qaeda. Todos sabem que isto é uma fraude”.

Sara destacou que “toda guerra dos EUA contra os povos e nações oprimidos começou com a saturação de toda a população civil com propaganda, aí incluída a demonização do líder da população que se pretendia atingir e isso, a tal ponto, que qualquer crime da agressão se tornava aceitável e fora de questionamento. É o que se faz hoje com o Presidente da Venezuela de forma crescente retratado como louco, ditador e encarnação do mal”.

“O seqüestro e julgamento do presidente da Iugoslávia, Slobodan Milosevic, depois de 78 dias de bombardeio pela Otan e os EUA, no qual centenas de civis morreram é um caso similar”.

“Enquanto que os EUA demonizam Sadam Hussein, deve ser lembrado que o Pentágono usou armas de destruição em massa não apenas no Iraque mas contra incontáveis populações indefesas desde a Coréia às Filipinas e o Vietnã, Laos, Cambodja, Nicarágua, Granada, Líbia, Líbano e Iugoslávia. Quem deve ser levada aos tribunais é a máquina militar dos EUA por ter usado armas mais horrendas de bombas nucleares ao napalm, fósforo branco, mísseis anti-abrigo e as armas de urânio depletado”.

CIVIS COMO ALVO

“No Iraque, a destruição intencional da população civil foi calculada, fotografada e estudada. A infra-estrutura foi conscientemente alvejada. Reservatórios, sistemas de esgoto, estações de água e redes de distribuição elétrica e de comunicação foram destruídos. Foi atingida a produção industrial, a irrigação, as plantas de processamento de fertilizantes e pesticidas assim como seus sistemas de estocagem. Nos bombardeios de 1991 mais de 150.000 iraquianos morreram”.

“Ano após ano, as delegações internacionais que estiveram no Iraque, incluindo muitas organizadas pelo International Action Center (IAC) e dirigidas pelo ex-procurador geral Ramsey Clark, informaram do impacto dos bombardeios de 1991 e das sanções impostas durante anos que criaram uma fome artificial. A importação de alimentos, remédios e produtos básicos foi suspensa”.

“As usinas hidrelétricas foram bombardeadas. As redes elétricas e de comunicações foram destruídas. A produção de comida foi alvejada, através da destruição da irrigação, de fábricas para o processamento de fertilizantes e pesticidas. No bombardeio de 1991 mais de 150,000 iraquianos morreram”.

“Pela própria estatística da ONU , mais de 1,5 milhão de iraquianos morreram de doenças que eram possíveis de serem prevenidas. Meio milhão de crianças com idade abaixo de 5 anos de idade morreram entre 1991 e 1996. As sanções e os bombardeios, tiveram início sob o governo de George H. W. Bush. Bombardeios norte-americanos continuaram com uma freqüência de 25 ataques por dia durante 12 anos”.

“Ramsey Clark, fundador do IAC, vem corajosamente desafiando a legitimidade e legalidade do Tribunal Especial Iraquiano como um conselheiro legal de Saddam Hussein”.

“O alvo é a soberania do Iraque.O problema do imperialismo com Saddam é que ele se recusou a entregar a soberania do Iraque. Ele se negou a dar às corporações norte-americanas o controle do petróleo do Iraque, nacionalizado desde os anos 60”.

“Está implícita na concla-mação para trazer as tropas para casa já a demanda para parar por inteiro o processo brutal de recolonização. Isso inclui também o cancelamento dos contratos das corporações norte-americanas que roubaram e priva-tizaram os recursos do Iraque e o fechamento das milhares de bases dos EUA , das missões de “procurar e destruir” e o fechamento das prisões secretas nas quais milhares de iraquianos são torturados e humilhados, e o fechamento dos tribunais ilegais norte-americanos”, concluiu Sara Flounders.

NATHANIEL BRAIA
23 de Dezembro de 2005
Para ilustrar:
*****Artigo especial e muito interessante de Sara Flounders, intitulado O julgamento de Saddam Hussein.
O movimento contra a guerra deve rechaçar a “justiça” colonial (o original em espanhol).
Esse excelente trabalho foi publicado em 12 de dezembro passado, pelo International Action Center, uma poderosa ONG americana, pacifista e que luta contra a guerra no Iraque e que foi reproduzido no site http://www.iraqsolidarid.org/ no dia 15 do mesmo mês, com tradução do inglês para o espanhol por Beatriz Morales.
A autora, Sara Flounders, é co-diretora do IACenter ao lado do ex-procurador geral dos Estados Unidos, Ramsey Clark, advogado e um dos chefes da equipe de advogados que defende Saddam Hussein.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

ONDE ESTÃO AS "TAIS" ARMAS QUÍMICAS DO IRAQUE?


"Interesse de esconder foi de quem vendeu.
Iraque; Importam as armas?
A imprensa morte-americana informa que as forças de operaçoes do exército encarregadas de buscar armas de destruiçao em massa no Iraque terminaram sua missao sem as achar em final de junho 2003.
O argumento de que Saddan possuia esta classe de armamento biológico, quimico ou nuclear foi o ponto fundamental sobre o que se apoiou a coalizao anglófona latrogenocida para invadir o Iraque e se apoderar do seus bens e extermnar seu povo.
Segue você crendo numa mentira que já foi admitida por Rumsfield, Cheney, Bush e Rice? Todos os morte-americanos no comando e envolvidos com o Iraque sao negociantes ou ex Executivos (CEO's) de empresas multinacionais de petroleo que andavam perdendo terreno para as Estatais.
Grande parte dessa história de Internacional Terrorismo Islamico, luta do Bem contra o Mal, Luta contra o Terror é cascata.
O combustível dessa e de outras guerras é o Petroleo.
Agora as armas nao importam mais.
Quem pensa que este assunto seja relevante para o desenrolar dos fatos evidentemente está de sacanagem com a comunidade e com vontade de irritar seus membros".
Postado por Faria