Mostrando postagens com marcador Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

A maioria dos Brasileiros votou no Lula

Isso é evidentíssimo!!!
Não adianta reclamar pois a Verdade aí está!
Lula, Presidente do BRASIL!
O povo estava cansado das mesmices de sempre, farto de acreditar em vão!
Entrava um, saía outro e as "coisas" iam de mal a pior!
Por que não acreditar no OUTRO LADO DA HISTÓRIA, que sempre tentaram ocultar e ver que a moeda tem dois lados e só um era o sorteado ao bel prazer de uma minoria gananciosa e pouco interessada nas questões sociais, nas políticas de acordos internacionais que, ao invés de beneficiarem o povo como um todo, apenas beneficiavam "uns & outros"!
Muitos são maus perdedores e preferem morrer a dar o braço a torcer.
São pessoas prepotentes, extremamente preconceituosas, muito bem “informadas” por jornalistas desinformados, com formação profissional deficiente e, por isso mesmo, extremamente preconceituosas, que vivem valores vigentes na década de 40, 50.
Para estes, o certo seria o presidente Bush invadir o Brasil, pois segundo as “informações” que recebem da mídia desinformada e irresponsável, o Iraque tem hoje um dos melhores padrões de vida do mundo(sic)!
Pena que eles afirmem isso, mas não se disponham a ir morar lá definitivamente...
Outros, os mais “conservadores” vivem os valores do século 18, e, por conseqüência - para eles - o Brasil ainda é uma colônia.
Para estes, é incompreensível que o rei de Portugal tolere que o Lula fique desviando para o Bolsa família dinheiro que deveria ser enviado à matriz...
Há ainda os “graduados”, os “baxaréus” que praticamente compraram o diploma, porque, durante toda a sua vida acadêmica, sempre gazetearam e jamais leram UM único livro, fazendo suas “colas” de apostilhas - e que não suportam serem governados por um simples torneiro mecânico, sem “diproma”, um “anaufabeto”.
posted by Silv@

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Foto para a Posteridade

Fidel Castro recebe Lula em Havana
Havana, 15 jan (EFE).- O líder cubano Fidel Castro recebeu hoje o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se encontra em visitaoficial a Havana, informaram à Agência Efe fontes do Itamaraty.

Foto divulgada pela assessoria de imprensa do governo cubano mostra o encontro entre Lula e Fidel Castro, nesta terça-feira
PAÍS ASSINA ACORDO PARA PETRÓLEO
LULA ENCONTRA RAÚL CASTRO
O encontro está ocorrendo neste momento", disseram as fontes,que acrescentaram que a reunião começou por volta das 17h locais(20h de Brasília).
Lula, que chegou ontem à noite à capital cubana, começou o dia dehoje com um encontro com o presidente da Assembléia Nacional do Poder Popular (Parlamento), Ricardo Alarcón.
Petróleo
O presidente Lula assinou, com o governante em exercício de Cuba, Raúl Castro, acordos de investimento que confirmam o interesse da Petrobras na exploração de petróleo da ilha.
Ministros de ambos os países, na presença de Lula e Castro, rubricaram acordos nos terrenos de agroalimentação, mineração, saúde, desenvolvimento industrial e biotecnologia, além de memorandos de entendimento entre as estatais Cupet (Cuba Petróleo) e Petrobras.
Os acordos foram assinados minutos depois de Raúl Castro - presidente em exercício de Cuba desde que o líder Fidel Castro delegou provisoriamente seus poderes, em julho de 2006, por conta de uma grave doença - receber oficialmente Lula em cerimônia solene no Palácio da Revolução.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2008/01/15/ult1808u109944.jhtm

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Não ao acordo entre Mercosul e Israel


FEPAL - FEDERAÇÃO ÁRABE PALESTINA DO BRASIL
A intenção de assinar um Acordo entre Israel e o Mercosul
Durante a invasão israelense ao Líbano, em 2006, os diplomatas israelenses se conformaram em aguardar uma ocasião mais oportuna para a assinatura do Tratado de Livre Comércio entre os países do Mercosul e Israel, afinal seria deveras inconveniente para a diplomacia sul americana assinar um acordo com um estado invasor e terrorista ao mesmo tempo que este, através de sua máquina de guerra, promovia um massacre contra a população civil libanesa.
Em matéria do jornal O Valor, de 26/11/07, lê-se : “O primeiro acordo de livre comércio do Mercosul com um país de fora da América Latina pode ser com Israel, no começo de 2008” (ver matéria abaixo).
Nada mudou de 2006 a 2007 que possa justificar a assinatura deste acordo.
Israel continua ocupando os territórios palestinos, o muro do apatheid continua sendo erguido, mais de 12 mil prisioneiros palestinos, controle da água, confisco de mais terras férteis , bombardeios e incursões contra as cidades palestinas, centenas de mortes de civis, boicote a todas as formas de ajuda humanitária à população palestina, centenas de chek points, a construção de mais colonias judaicas nos territórios ocupados continua.
O processo de paz, a reunião de Anápolis, nao produziu nada de imediato, concreto, que possa nos convencer que Israel realmente deseja uma paz justa e duradoura com os palestinos e os árabes em geral.
Portanto, reiteramos nosso veemente repúdio a qualquer assinatura de acordos comerciais, culturais, cientificos e de qualquer outra natureza, dos paises do Mercosul com Israel, um estado fora-da-lei, terrorista e assassino do povo palestino.
Reiteramos nossa total indignação a esse tipo de acordo que trará dividendos financeiros que serão usados por Israel para continuar sua ocupaçao e seus crimes de guerra.
Avaliamos que caso esse acordo seja assinado, o governo brasileiro e os governos do Mercosul estarão sendo cúmplices diretos da ocupação israelense e todas as suas consequencias para o povo palestino.
Tal qual em 2006, onde o protesto da sociedade civl chegou ao Palácio do Planalto e ao Itamaraty, chamamos as entidades islâmicas, árabes e palestinas no Brasil, chamamos a todas as entidades da sociedade civil brasileira ,todas as entidades solidárias com o povo palestino, chamamos a todos os amigos e amigas do povo palestino, chamamos todos os cidadãos e cidadãs brasileiras e brasileiros para protestar e transmitir ao Governo Brasileiro um firme pedido:NÃO AO ACORDO ENTRE MERCOSUL E ISRAEL!
PRESIDENTE LULA, NÃO ASSINE ESTE ACORDO!http://www.petitiononline.com/pal2006/petition.html
posted by bourdoukan

Não ao acordo entre Israel e o Mercosul

Não ao Acordo entre Israel e o Mercosul

View Current Signatures - Sign the Petition

To: Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Ao Presidente da República Federativa do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, Exmo. Presidente, Foi com gravidade e grande preocupação que tomamos conhecimento dos planos dos governos dos países membros do MERCOSUL, incluindo o Brasil, de assinar um acordo de livre comércio com o Estado de Israel. Vimos, por meio desta, e pelos motivos abaixo assinalados, solicitar que o Sr. reconsidere sua decisão e evite a assinatura desse acordo. O Sr. deve estar ciente de que os negociadores do MERCOSUL estão tratando com contrapartes que representam um Estado em franca violação da Lei Internacional e dos Direitos Humanos. A ocupação militar israelense dos territórios palestinos representa a mais longa ocupação militar ilegal da história moderna, e Israel representa atualmente o último estado onde o apartheid se encontra institucionalizado e legalizado pela sua própria Corte Suprema de Justiça. Para além da escalada mais recente da violência em Gaza e Cisjordânia, o que se percebe é uma violação israelense da Lei Internacional que vem de longa data. O Estado de Israel está terminando rapidamente a construção do Muro dentro do território palestino, cortando cidades ao meio (como Kalandia) e contornando outras (como a histórica Belém, e Qalquilya). Está anexando mais 9,5% das melhores terras da Cisjordânia, anexando Jerusalém oriental ao mesmo tempo em que leis de “planejamento urbano” expulsam os seus habitantes palestinos, legítimos proprietários, residentes e cidadãos da chamada “Cidade Santa” (para as três religiões monoteístas). Seria impossível no escopo de uma carta descrever toda a violação dos Direitos Humanos praticada pelo Estado de Israel contra o povo palestino. Mas é necessário mencionar: assassinatos dirigidos; ataques contra a população civil; roubo diário de terra e água subterrânea; demolição arbitrária de casas; limpeza étnica em Jerusalém oriental e sua transformação forçosa em um lugar “somente para judeus”; o impedimento do direito à locomoção; sistemas separados de estradas que asseguram a livre circulação dos colonos judeus dentro dos Territórios, e ao redor dos guetos palestinos; impedimento do acesso à saúde e à educação, à liberdade de culto e residência, enfim, um verdadeiro sistema de punição coletiva de toda uma população. Salientamos, portanto, que as ações praticadas pelo Estado de Israel representam a violação das principais convenções internacionais, resoluções das Nações Unidas, e determinações da Lei Humanitária Internacional, notadamente:
• A Decisão da Corte Internacional de Justiça (CIJ) de 9 de julho de 2004, a respeito da ilegalidade do muro e da necessidade de destruí-lo, seguida pela sua ratificação pela Assembléia Geral da ONU, resolução ES-10/15 (20 July 2004).
• Resolução n° 181 da ONU, determinando a divisão da Palestina entre judeus e palestinos e estabelecendo as fronteiras nacionais, bem como o status de Jerusalém e a não-discriminação da população Palestina que permanecesse dentro o novo estado de Israel; Resolução 194, que determina o direito ao retorno e compensação aos refugiados palestinos; 242, a respeito da retirada israelense de todos os territórios ocupados em 1967.
• A Quarta Convenção de Genebra, relativa aos direitos civis em território ocupado, particularmente no que concerne a proibição da punição coletiva, destruição da propriedade, transferência da população do estado ocupante para os territórios ocupados, o dever de assegurar os serviços básicos de infra-estrutura e saneamento, saúde pública e higiene nos territórios ocupados.
• Convenção Internacional para a Supressão e a Eliminação do Crime de Apartheid. Particularmente, a decisão da CIJ envolve obrigações claras para todos os Estados signatários da IV Convenção de Genebra: “Todos os Estados estão obrigados a não reconhecer a situação ilegal resultante da construção do muro e não render ajuda ou assistência para manter a situação criada por tal construção. Todos os Estados signatários da Quarta Convenção de Genebra relativa à Proteção de Pessoas Civis em tempo de Guerra, de 12 agosto de 1949, têm, além disso, a obrigação de (...) assegurar que Israel cumpra com as suas obrigações perante a Lei Humanitária Internacional tal qual incorporada naquela Convenção” (International Court of Justice: Legal consequences of the construction of the wall in the Occupied Palestinian Territory, Advisory Opinion, 9 July 2004). A decisão da Corte Internacional de Justiça não deixa dúvida quanto ao papel dos estados signatários das Convenções de Genebra, e membros das Nações Unidas, no processo de se fazer respeitar a sua decisão. Acima da Assembléia Geral da ONU e do seu Conselho de Segurança, está a responsável soberania das nações até o momento em que se colocam em violação das mesmas. O comércio do Brasil com Israel já implica no apoio a sérias violações dos direitos humanos. Para tomar um exemplo, parte significativa das exportações israelenses aos países do MERCOSUL são produtos químicos, especialmente fertilizantes, seguidos de maquinaria. Primeiro, consta que quatro fábricas de produtos químicos israelenses estão trabalhando dentro de assentamentos na Cisjordânia. Segundo, os fertilizantes importados são os mesmos que abastecem os assentamentos israelenses (ilegais). Finalmente, as companhias que vendem suas maquinarias ao MERCOSUL também fornecem para o exército de ocupação israelense e para as companhias que constroem o muro. Por outro lado, nada poderá impedir que os nossos produtos nacionais, como a soja e a carne congelada, sejam vendidos e revendidos, a preços especialmente baixos, dentro dos assentamentos israelenses, abastecendo e suprindo um sistema ilegal de ocupação e vergonhoso apartheid. O MERCOSUL deve – e tem de fato a obrigação - de abster-se do Acordo de Livre Comércio ou de outros acordos até que Israel cumpra com o Direito Internacional e as Resoluções da ONU. Esse é o instrumento nas mãos do MERCOSUL para provar claramente a sua oposição à ocupação israelense dos Territórios palestinos, e contribuir para a aplicação do Direito Internacional. Assim sendo, reiteramos nossa oposição ao Acordo de Livre Comércio entre o MERCOSUL e Israel, clamando a que o governo brasileiro se negue em assinar esse acordo.
Assinam:
Sincerely,

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Conferência pela PAZ no Oriente Médio


DIPLOMACIA
[26/09/2007 - 13:55]
Abbas convida Lula para conferência da paz
O presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, convidou o presidente do Brasil para participar da conferência pela paz no Oriente Médio, que deve ocorrer em novembro nos Estados Unidos. Abbas também agradeceu ao Brasil por ter recebido refugiados palestinos.
Eles se encontraram ontem após abertura da assembléia da ONU em Nova York.
Isaura Daniel
isaura.daniel@anba.com.br
São Paulo – O presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, agradeceu ontem (25), em Nova York, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o fato de o Brasil ter recebido refugiados palestinos em seu território.
Na última sexta-feira (21) desembarcou no país um grupo de 35 palestinos que morava no deserto da Jordânia e vai viver nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul.
O encontro de Lula e do ministro de Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, com Abbas fez parte da agenda paralela à 62ª Assembléia Geral das Nações Unidas.
Segundo a assessoria do Itamaraty, Abbas afirmou que o gesto do Brasil, ao acolher os refugiados, traduz o empenho do país pela paz.
De acordo com a assessoria, Abbas demonstrou, no encontro, otimismo em relação ao avanço do processo de paz no seu país.
O presidente da Palestina convidou Lula para participar da conferência pela paz no Oriente Médio, que deve ocorrer no mês de novembro em Washington.
A conferência, que foi tema de um encontro na segunda-feira entre o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e Mahmoud Abbas, é uma iniciativa do governo norte-americano.
Os Estados Unidos, junto com União Européia, ONU e Rússia, integram o quarteto mediador da paz para o Oriente Médio.
Bush disse que os Estados Unidos vão trabalhar duro para que possa haver a criação de um estado palestino democrático que viva em paz com o seu vizinho Israel.
Segundo o Itamaraty, Abbas afirmou, no encontro com Lula, que seria importante a participação do Brasil na conferência como líder regional.
O presidente Lula, de acordo com a assessoria, já respondeu e disse ao líder palestino que vai participar sim do encontro.
Abbas também convidou o presidente do Brasil para visitar o seu país, a Palestina.
Lula nunca esteve na Palestina como presidente, mas Abbas já o visitou no Brasil.
Abbas participou da Cúpula de Países Árabes e Sul-Americanos que ocorreu em maio de 2005 em Brasília por iniciativa do presidente Lula.
Na época, em um encontro entre os dois chefes de estado, Lula já colocou o Brasil a disposição para colaborar com o país árabe no processo de paz na região.
Os dois líderes vem construindo uma relação estreita ao longo das suas administrações.
Abbas enviou cumprimentos a Lula quando ele foi reeleito e também o elogiou pela iniciativa de promover a Cúpula de Países Árabes e Sul-Americanos.
Em julho deste ano, Mahmoud Abbas enviou para Brasília um representante do seu governo, Musa Amer Odeh, para pedir ajuda e conselho do presidente Lula para o estabelecimento da paz no seu país.
O Brasil também enviou observadores para as eleições que ocorreram na Palestina em janeiro de 2005, quando foi eleito o presidente Mahmoud Abbas, e em janeiro do ano passado, na eleição de parlamentares locais.
A Palestina é membro da Liga dos Estados Árabe e a sede do seu governo fica em Ramallah.
O país enfrenta dificuldade de levar a economia adiante, em função dos conflitos locais, mas tem como principais atividades produtivas a agricultura, a indústria alimentícia, de calçados, a exploração de minérios e o setor mobiliário.
No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) da Palestina, soma de todas as riquezas, alcançou US$ 4,7 bilhões.

O encontro entre Brasil & Palestina

DIPLOMACIA
[24/09/2007 - 20:29]


Lula tem encontro com Mahmoud Abbas
Da redação
São Paulo - O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, terá um encontro nesta terça-feira (25), em Nova Iorque, com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas.

Os dois se encontram às 11h, como parte da agenda paralela dos chefes de estado presentes na 62ª Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
O encontro ocorrerá da própria sede da ONU e vai tratar de questões bilaterais entre Brasil e Palestina.

O Brasil recebeu na última semana um grupo de 35 refugiados palestinos que moravam na Jordânia.
Em julho, o governo da Palestina enviou ao Brasil um mensageiro para pedir ajuda e conselho para o estabelecimento da paz no país árabe.

http://www.anba.com.br/noticia.php?id=16002

BRASIL & PALESTINA

DIPLOMACIA
[26/07/2007 - 07:00]
Enviado especial da Palestina pede ajuda a Lula


Musa Amer Odeh foi a Brasília, onde teve um encontro com o presidente e o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, em busca de apoio para o estabelecimento da paz no país árabe.

Segundo Odeh, o Brasil é um exemplo de suporte, justiça e paz para países em conflito.


Marina Sarruf
marina.sarruf@anba.com.br
São Paulo – Musa Amer Odeh, enviado especial do presidente da Palestina, Mahmoud Abbas, veio pedir ajuda e conselho ao governo brasileiro para o estabelecimento da paz no país árabe.
Odeh, que está em Brasília, teve um encontro na terça-feira (24) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, para explicar os principais problemas que estão ocorrendo na Palestina.
"O Brasil é um país muito importante. Os brasileiros são amigos dos árabes. Como membro ativo da Organização das Nações Unidas, o país pode nos dar suporte e nos ajudar a trazer estabilidade e paz para o povo palestino", disse Odeh ontem (25) à ANBA.
Segundo ele, o Brasil é um exemplo de suporte, justiça e paz para os países em conflito. "O Brasil pode ajudar não só a Palestina, mas também Israel e a Síria, porque ele é respeitado por esses países", completou.
Durante o encontro com o presidente Lula, Odeh falou da importância de se ter um estado palestino e de resolver a questão da ocupação de Israel.
"Queremos resolver nossas questões internas com diálogos e de forma pacífica", disse Odeh.
De acordo com ele, também foi falado sobre o Hamas, grupo de resistência islâmica criado em 1987 com o objetivo de expulsar as forças israelenses do país árabe.
Segundo Odeh, Lula afirmou que o Brasil está pronto para ajudar a Palestina e aberto para dialogar com outras nações.
No encontro também estavam presentes a embaixadora da Palestina em Brasília, Mayada Bamie, e o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia.
Ontem, Odeh também se encontrou com representantes do Itamaraty para trocar informações sobre o conflito na Palestina.
A viagem de Odeh não pára no Brasil.
Ele também deverá ter encontros com autoridades de outros países da América do Sul em busca de apoio à causa palestina.
Atualmente, Odeh é embaixador da Palestina na Espanha e anteriormente ele foi embaixador do país árabe em Brasília.
Palestina
O país árabe está localizado na costa leste do Mediterrâneo, oeste da Jordânia e sul do Líbano.
Segundo dados da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, a Palestina tem uma população de 3,8 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 4,7 bilhões.
A agricultura contribui com um terço do PIB palestino e emprega 12% da população economicamente ativa.
Os principais parceiros comerciais da Palestina são os países asiáticos e a União Européia.