
sábado, 1 de dezembro de 2007
Jesus: Palestino e Árabe

domingo, 18 de novembro de 2007
A Brutalidade Insana do Estado de Israel
Atrocidades na Terra Prometida
Por Kathleen Christison * - 17/07/06
Original em Counterpunch - www.counterpunch.org
Tradução do Círculo Bolivariano de São Paulo - www.unidadepopular.org
Palavras não bastam; termos comuns são inadequados para descrever os horrores que Israel perpetra diariamente e tem perpetrado durante anos contra os palestinos.
*Kathleen Christison é uma ex-analista política da CIA e trabalhou com temas do Oriente Médio durante 30 anos.
http://www.unidadepopular.org/israhell6.htm
domingo, 14 de outubro de 2007
MURO DA SEGREGAÇÃO RACIAL
PALESTINA • 08/01/2004O Muro da segregação racial na Cisjordânia, é um projeto sionista de nova colonização na Palestina.
por Raed El Arabi : da Direção da União da Juventude Árabe para América Latina (UJAAL)
O muro de concreto gigantesco, comummente conhecido como o Muro de apartheid, ou Muro de Segregação Racial, que está sendo construido pelo governo sionista de Israel na Cisjordânia, não é uma idéia nova, más sim, é apenas uma materialização, do que foi decidido em 1973.
O Muro de 8 metros de altura, é duas vezes mais alto que o anterior muro de Berlim.
Será equipado com alta tecnologia sofisticado de vigilância, fio farpado, fios elétricos, e rodeado por trincheiras; também haverão patrulhas constantemente.
A segunda fase da construção do Muro:
"Está nova fase terá que cobrir a construção de 270 Km: desde o assentamento de Elqana, ao sul de Qalquilya, até o acampamento militar de Ofer, perto da cidade de Ramalah (140 Km); desde o assentamento de Har Gilo, ao sul de jerusalèm, até o assentamento de Carmel, ao sul de Hebrón (115 Km); e 15 Km mais ao longo da fronteira noroeste de Jerusalém"[1].
145 kilómetros do Muro já estão construidos
Algo mais de 145 kilómetros do "Muro de segregação racial", aprovados previamente, pelo governo sionista, já estão práticamente completados.
Em total 44 assentamentos estarão situados ao oeste do Muro, e 65.000 hectares, um 11.6% de Cisjordânia estará isolado, entre o "Muro" e a "línha verde".
Se estima que 100,000 árvores de azeitona e 50,000 de uma variedade ampla de frutas da região, já foram roubados ou destruidos pelo exército sionista, ao longo dos primeiros 112 km do Muro, de acordo com os dados do grupo Palestino de proteção do meio ambiente.
Um relatório da ONU em maio de 2003, refere-se que, o Muro atingirá imensamente Palestinos, em todos os sentidos.
O Muro, afetará seriamente o viver de milhares de Palestinos.
Algumas ONGs tem denunciado que a primeira fase de construção do Muro tem deixado a 20.000 pessoas sem meio de vida, patrimônio e tem arrasado miles de hectares de terrenos e de poços de agua em Cisjordania.
A organização de direitos humanos israelense, "Btselem", afirmou que o recorrido da "barreira de separação" aprovado pelo governo israelense atingirá diretamente os inteésses de 875.000 palestinos e outros 263.000 ficarão isolados, entre eles 115.000 pessoas encerradas entre o Muro e a "línha verde", que separa a Israel de Cisjordania.
A ONU lava as mãos para não ser cúmplice:
A construção do Muro de segregação racial na Cisjordânia pelo governo sionista de Israel foi objeto de uma massiva condena na Asambléia Geral das Nações Unidas no final do mes de outubro de 2003.
A medida foi aprovada por 144 votos a favor, 12 abstenções e 4 em contra, entre eles os Estados Unidos e o Estado sionista de israel.
Nestá resolução se exige de Israel "que paralise e dé marcha atrás na construção do Muro na Cisjordânia e no oeste de Jerusalém.
Segundo declarações da ONU, a Assembléia se manifesta "particularmente preocupada" pelas consequências da edificação deste muro, que "prejudica futuras negociações e fáz físicamente impossível a solução de criar dois Estados", como contempla a 'Estrada do Mapa'.
O Muro é um projeto sionista de colonização:
Se trata de um projeto que tem recebido a condena da comunidade internacional, que o considera uma iniciativa motivada por razões claramente políticas e não só de seguridade.
O Governo sionista argumenta que é necessário construir o Muro para impedir a entrada de atacantes palestinos, que tem matado a centenas de israelenses nos últimos 3 anos.
Declarações da ala radical do Likud, informam que o projeto de separar a Cisjordânia das fronteiras de Jordânia é um projeto que foi estabelecido um pouco antes da Guerra de 1967.
A política racista e expansionista do governo sionista de Israel, vende hoje a idéia de querer através do Muro estabelecer, uma medida de seguridade, para evitar a infiltração dos grupos armados da Intifada, como HAMAS, Al Jihad Islâmica e FPLP, no território ocupado.
Na realidade, o projeto da construção do Muro de segregação racial, não é um passo novo na política de colonização sionista, já que em 1973, Sharon havia declarado na sua visita ao assentamento de Ariel, sobre seu projeto de construir um Muro entre israelenses e palestinos.
No verão de 2002, se provocou uma controvérsia no governo de Sharon quando começou a construçaõ do lado leste do Muro, que atingia a "Linha Verde", perto da aldeia Salim, ao oeste de Jenin, onde foram anexadas as terra mais férteis, e os moradores palestinos -os donos- serão deslocados futuramente.
A crise à onde vai?
Depois que Sharon tinha falado em Herzliya sobre o Muro e o crescimento demográfico palestino, Benjamin Netanyahu disse:
Sharon sugeriu a idéia de ter eleições prévias dentro de dois meses na qual o eleito será quem daria as escolhas de qualquer acordo, ou a execução do plano de separação ou continuar na confrontação sangrenta com os "suicidas Palestinos".
Sharon tem se manifestado em várias oportunidades de não reconhecer a "Linha Verde" como uma condição de princípio que expressa sua recusa à Resolução 242 da ONU.
Os temores do Estado sionista de Israel do crescimento demográfico palestino e dos ataques da Intifada levarão ao aumento das correntes de oposição para compôr a Intifada.
[1]- Grupo Palestino de Proteção do Meio Ambiente (uma ONG).
[2]-22 de novembro de 1967, resolução 242 do conselho de Segurança da ONU: determina a devolução dos territórios ocupados pelo Estado sionista de Israel na Cisjordâni e Gaza, e determinar uma linha verde, que respeita o território para a criação do Estado palestino.
[3]- Grupo Palestino de Proteção do Meio Ambiente.
PALESTINA1
Para saber máis:
http://www.alquds-palestina.org
http://www.ub.es
http://www.nodo50.org/csca
http://www.comunidadpalestina.org
http://www.interislam.org
http://www.jmcc.org
http://www.palestinemonitor.org
http://www.pazahora.org
http://www.freearabvoice.org
http://www.intifada.com
http://www.palsolidarity.org
http://www.palestina1.com.br
http://www.france-palestine.orghttp://www.jerusalem.indymedia.org
CRIME NA CISJORDÂNIA
CRIME NA CISJORDÂNIA
Seiscentos e oitenta mil palestinos da Cisjordânia irão sofrer directamente com o muro de separação que está a ser construído por Israel, cuja legalidade será estudada a partir de 23 de Fevereiro pelo Tribunal Internacional de Justiça (CIJ) de Haia.
O MURO DA SEPARAÇÃO
foto: cerca em BelémGuila Flintde Belém
Os projetos para separar israelenses de palestinos se intensificaram
Existe uma palavra em hebraico que todos os palestinos sabem dizer: "mahsom", que significa barreira ou ponto de checagem.
Durante os últimos anos, Israel vem desenvolvendo projetos de grandes dimensões que visam criar uma separação fisica entre palestinos e israelenses nos territórios ocupados.
Na Cisjordânia, vivem 250 mil colonos israelenses e mais de 2 milhões de palestinos.
Os assentamentos pontilham toda a Cisjôrdania criando um mapa complexo no qual assentamentos israelenses e cidades, vilarejos e aldeias palestinos se entremeiam.
Em imagens : Belém sob controle dos palestinos
Projetos
Os projetos de separação têm o objetivo de evitar o encontro entre as duas populações e incluem a construção de cercas e muros, a escavação de fossas, a instalação de bloqueios nas estradas com blocos de concreto e montes de areia e a presença de pontos de checagem militares em locais considerados estratégicos.
Segundo as autoridades israelenses, a meta é garantir a segurança de israelenses, depois que dezenas deles foram mortos por atiradores palestinos tanto nas estradas da Cisjordânia quanto nos assentamentos.
Para os palestinos, a presença desses obstáculos físicos transforma suas cidades e aldeias em prisões e dificulta todos os aspectos da vida da população.
Também está em andamento a construção de estradas periféricas, para contornar as regiões habitadas por palestinos.
Desde o início da Intifada, em setembro de 2000, o tráfego de veículos palestinos nessas estradas foi proibido e elas servem exclusivamente para a movimentação de colonos israelenses.
'Zona de separação'
A cidade de Belém, assim como todas as outras cidades palestinas, está ficando cada vez mais cercada por todos os tipos de obstáculos físicos que impedem a passagem dos habitantes, não só em direção às cidades israelenses como também em direção a outras cidades palestinas e à zona rural.
Ao norte do vilarejo de Beit Sahour, na periferia da cidade de Belém, as autoridades israelenses estão concluindo a construção de um trecho da chamada “zona de separação”.
Segundo porta-vozes israelenses, o objetivo do projeto é impedir que atacantes palestinos saiam de Beit Sahour em direção a Jerusalém.
Rodeando a parte norte do vilarejo se vê um complexo de cercas de arame farpado, cercas eletrônicas e valas.
Entre as cercas está sendo construída uma nova estrada que levará colonos israelenses que moram em assentamentos ao sudeste de Belém para Jerusalém.
Para construir esta estrada foram confiscadas terras agrícolas pertencentes a 5 aldeias palestinas e também parte da área urbana de Beit Sahour.
'Pretexto'
Segundo Jamal Salman, diretor-geral da prefeitura de Belém, o objetivo da cerca ao redor de Beit Sahour não é garantir a seguranca de civis israelenses.
“A seguranca é só o pretexto”, disse Salman à BBC Brasil, “mas o objetivo verdadeiro é confiscar mais terras dos palestinos e criar fatos consumados nessa área, pois a cerca não passa na linha verde (fronteira original entre Israel e a Cisjordânia, antes da ocupação israelense na guerra de 1967), mas sim avança nas áreas palestinas”.
Durante o mês de março, os moradores da parte norte de Belém foram informados pelas autoridades israelenses que um muro deverá ser construído, separando o bairro onde eles moram do resto da cidade.
Esse bairro fica junto à Tumba de Raquel, local de peregrinacao para judeus ortodoxos que acreditam que lá foi enterrada a matriarca.
Desde a ocupação da Cisjordânia, em 1967, a Tumba de Raquel foi gradualmente transformada em uma base militar israelense, e hoje esta cercada por muros e torres de controle, com soldados em guarda 24 horas por dia.
O novo muro, que deverá ter 8 metros de altura, deverá servir para separar os palestinos dos israelenses que vão rezar na Tumba de Raquel.
Amjad Awwad, de 35 anos, é dono de um supermercado nesse bairro.
“Essa sempre foi a área mais próspera de Belém”, disse Awwad, “mas nos últimos anos, por causa da base militar instalada na Tumba de Raquel, esta região virou uma área morta. Das 80 lojas que havia aqui, 73 já foram fechadas”.
'Gueto'
Cerca de 450 palestinos moram ou trabalham nesta parte de Belém.
“Se esse novo muro for construído, Belém será dividida em duas partes e os moradores do bairro vão passar a viver em um gueto”, disse Jamal Salman, da prefeitura, “de um lado haverá o muro com 8 metros de altura e, do outro, a cerca que impede a nossa passagem para Jerusalém”.
O próprio Salman tem uma loja nesse bairro e disse que, se o muro for construído, ele terá que pedir permissão às autoridades israelenses a cada vez que quiser ir de sua casa, que fica no sul de Belém, a sua loja.
A Prefeitura de Belém entrou com um apelo contra a construção do novo muro na Suprema Corte de Justica de Israel.
A Corte pediu esclarecimentos ao Ministério da Defesa.
MARCHA A FAVOR DOS PALESTINOS
Em Porto Alegre, centenas marcham a favor de palestinos
CAIO JUNQUEIRA
Enviado da Folha Online a Porto Alegre
Centenas de pessoas participaram na tarde desta sexta-feira de da "Marcha contra a ocupação da Palestina", no 5º Fórum Social Mundial, em Porto Alegre.
De acordo com os organizadores, 10 mil pessoas estiveram presentes.
No final do ato, eles derrubaram um muro de cerca de 2 metros de comprimento por sete de largura.
O muro construído no local é uma alusão ao que israelenses começaram a construir em junho de 2002 entre Israel e a Cisjordânia, alegando impedir ataques palestinos.
Com gritos contra o primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, e contra o presidente dos Estados Unidos, George Bush, os manifestantes percorreram boa parte da orla do rio Guaíba, onde o fórum é realizado.
Natural de Ramallah, na Cisjordânia, Hasan Barghotti é um dos 55 palestinos que veio a Porto Alegre participar dos debates do fórum.
Ele disse que, depois que o muro foi construído por Israel, as perspectivas de paz entre os dois povos diminuíram.
"As agressões ao povo palestino continuam aumentando. Os israelenses destroem nossas casas e as árvores históricas do nosso povo. Com a construção do muro, a paz ficou mais difícil", disse durante a caminhada.
Os embaixadores da Síria e da Palestina participaram do ato junto com centenas de descendentes de palestinos e militantes do PSTU e do PC do B.
O deputado federal Jamil Murad (PC do B-SP) também compareceu.
Ele disse que, devido ao avanço das tecnologias, foi permitido aos brasileiros terem mais informações sobre o que acontece no Oriente Médio.
De acordo com ele, isso fez com que os a maioria dos brasileiros apóie a causa palestina.
"Com o advento da tecnologia moderna, tem sido colocado na mídia opiniões diferentes que facilitam a compreensão, pelos brasileiros, do conflito. Querem condenar os palestinos como terroristas, mas Israel seleciona os civis que mata. Os fatos falam mais que os debates."
Muro
A construção do "muro de proteção" foi requisitada pela direita e esquerda israelenses, após a onda de atentados suicidas que atingiu Israel desde o início da Segunda Intifada (revolta palestina contra a ocupação israelense) no final de setembro de 2000.
Com extensão prevista de 350 km, o "muro de proteção" deve cobrir do norte ao sul a "linha verde" ----limite imposto por Israel após a Guerra dos Seis Dias entre israelenses e árabes, em 1967-- e englobar também o setor oriental de Jerusalém, onde os palestinos pretendem construir um dia a capital do seu Estado.
O complexo defensivo deve ser alto em alguns pontos e ainda terá dispositivos eletrônicos capazes de detectar infiltrações, fossas antitanques e pontos de observação e patrulha.
28/01/2005 - 22h31
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
ALGO DE NOVO NA PALESTINA
http://free-palestine.deviantart.com/art/Who-is-Goliath-now-26711773Recebo do palestino Mohsen Ismaíl, residente na Faixa de Gaza o seguinte e-mail:
Em nome de Deus, Clemente e Misericordioso.
Caro Jirges
Diga aos seus leitores, David mudou de religião.
Agora ele é muçulmano.
Jirges
Diga aos seus leitores, Golias virou israelense.
Fala inglês e pilota tanques contra nosso povo.
Jirges
Peça aos seus leitores para prestarem atenção.
Além das pedras, nossas crianças estão ficando especialistas no manejo das fundas.
E que mestre melhor do que Davi na arte do manejo da funda?
Jirges
Há algo de novo na Palestina.
É o guerreiro David, cansado de ver o seu nome usado em vão.
Há algo de novo na Palestina.
É o muçulmano David contra o infiel Golias.
É o que me dizem os filhos de Alláh!
Al hamdu-lilLáh
posted by bourdoukan
http://blogdobourdoukan.blogspot.com/2007_08_01_archive.html
terça-feira, 25 de setembro de 2007
MASSACRE DE SABRA E CHATILA:ISRAEL CONTRA CIVIS PALESTINOS
Massacre de Sabra e Shatila:
25 anos depois
Esse mês de setembro marca 25 anos do Massacre de Sabra e
Shatila, que aconteceu no Líbano, em 1982.
anos de agonia, memórias e traumas dos sobreviventes de uma das
piores campanhas criminosas de Israel contra civis palestinos.
culpados nunca foram punidos, assim como os sobreviventes nunca
foram indenizados.
Em junho de 1982, as forças de ocupação israelenses, ainda
comandadas por Ariel Sharon, então Ministro da Defesa, invadiram
o Líbano e ocuparam Beirute.
cerco focando os ataques em áreas civis, um cessar-fogo foi
conseguido pelo enviado estadunidense Philip Habib.
OLP (suposto motivo da invasão israelense) deixaram o Líbano
como ditava os termos do acordo.
tão claros – eles mantiveram o cerco à capital libanesa.
Em julho do mesmo ano, Ariel Sharon anunciou sua intenção de
permitir a entrada da milícia do Partido Falange, de Bashir Gemayel,
presidente recém-eleito do Líbano graças a um golpe israelense,
nos campos de refugiados palestinos de Sabra e Shatila para
“limpar o local dos terroristas remanescentes”.
milícia maronita de extrema-direita, aliada do “lar nacional judaico”,
era o maior exército privado do Líbano.
OLP – os “terroristas” – já haviam deixado o Líbano.
setembro, jatos militares e tropas israelenses já haviam armado um
cerco nos campos de refugiados palestinos.
No dia seguinte, com o cerco
israelense armado e seguro,
Israel deu a luz verde para a
milícia de Gemayel invadir
Sabra e Shatila.
na realidade, nenhum
“terrorista” estava no local,
apenas 150 soldados de Gemayel invadiram os campos no final
tarde do dia 16 de setembro.
estupraram, mataram e feriram civis palestinos, a maioria deles
mulheres, crianças e idosos, sob a observação sistemática das
forças israelenses.
relatórios terríveis chegaram ao comando israelense, mas ninguém
se mexeu.
vítimas do massacre – além das mais de mil pessoas que foram
enterrados em covas coletivas construídas pelo Comitê
Internacional da Cruz Vermelha em Beirute, centenas de outras
nunca foram encontrados.
2500 a 3000 civis palestinos.
até hoje não tiveram o direito de nem sequer ter uma investigação
formal da tragédia.
O Knesset, o parlamento israelense, abriu uma comissão de
inquérito sobre o caso, presidida por Yitzhak Kahan.
limitações da comissão (por ser política e não judicial, ignorando
dessa forma as vozes das vítimas), concluiu-se que Ariel Sharon foi
diretamente o responsável pelo massacre, e recomendou que ele
fosse destituído de suas atribuições de Ministro da Defesa.
Oficialmente, Sharon resignou o cargo.
continuou agindo livremente como Ministro da Defesa de Israel,
somente não carregando o nome do cargo.
Em 19 de setembro do mesmo ano, a ONU condenou o massacre
através da Resolução 521.
Assembléia-Geral da ONU classificou o massacre como “um ato de
genocídio”.
responsável” pelo crime, assim como seus associados, nunca foram
punidos e nem sequer julgados.
Ze'ev Schiff e Ehud Ya'ari concluíram a história do massacre com
as seguintes palavras: “Se existe uma lição moral para o doloroso
episódio de Sabra e Shatila, ela ainda precisa ser reconhecida”.
Essa realidade permanece ainda hoje.