sábado, 30 de junho de 2007

COMUNIDADE INTERNACIONAL

Vocês já repararam o comportamento da mídia toda vez que a notícia é sobre a energia nuclear iraniana?

O texto sempre afirma que:

“o Irã volta a desafiar a comunidade internacional”.

Ou seja, confundem comunidade internacional com o governo de Bush.

Eu, por exemplo, não me sinto desafiado pelo projeto nuclear iraniano.

Pelo contrário, acredito que se o Irã e todos os países que prezam sua independência desenvolvessem energia nuclear, o mundo estaria mais seguro.

O ideal, naturalmente, era banir todas as armas, mas enquanto prevalecer a exploração do homem pelo homem, isto não será possível.

posted by bourdoukan
http://blogdobourdoukan.blogspot.com/2007_01_01_archive.html

BIOTERRORISMO


Definitivamente ninguém está a salvo.
O delinqüente Bush e seu bando de malfeitores já teriam gasto mais de 20 bilhões de dólares para desenvolver armas de bioterrorismo, químicas e biológicas ofensivas.
A denúncia é do professor de direito internacional Francis Boyle que rascunhou o Biological Weapons Anti-Terrorism Act de 1989, aprovado pelo Congresso.
Ele acusa o Pentágono de transformar armas defensivas em ofensivas.
E ainda, de o governo dos Estados Unidos estar realizando projeções de combate para “vencer a guerra biológica”.
Tudo isso sem o conhecimento da opinião pública.

posted by bourdoukan

Bush desenvolve armas ilegais de bioterrorismo para uso ofensivo
por Sherwood Ross [*]

Em violação da legislação americana e do direito internacional, a administração Bush está a gastar mais dinheiro (em dólares corrigidos da inflação) para desenvolver armamento ilegal com germens ofensivos do que os US$ 2 mil milhões gastos na Segunda Guerra Mundial com o Projecto Manhattan para fabricar a bomba atómica.
Assim o diz Francis Boyle, o professor de direito internacional que rascunhou o Biological Weapons Anti-Terrorism Act de 1989 aprovado pelo Congresso.
Ele declara que o Pentágono "está agora a preparar-se para combater e 'vencer' a guerra biológica, prosseguindo as directivas estratégicas nacionais adoptadas em 2002 pelos dois governos Bush "sem conhecimento em revisão pública".
O Programa de Defesa Química e Biológica do Pentágono foi revisto em 2003 para implementar aquelas directivas, endossando a iniciativa do ataque ("first-use" strike) com armas químicas e biológicas (CBW, na sigla em inglês), afirma Boyle, que ensina na Universidade de Illinois, Champaign.
Designando a acção como "a proverbial cortina de fumo", Boyle afirma que a missão do controverso programa CBV "foi alterada a fim de permitir o desenvolvimento da capacidade ofensiva e armas químicas e biológicas!"
As mesmas directivas, acusa Boyle no seu livro Biowarfare and Terrorism (Clarity Press), "inconstitucionalmente usurpam e anulam o direito e o poder do Congresso dos Estados Unidos de declarar guerra numa grosseira e descarada violação do Artigo 1, Secção 8, Cláusula 11 da Constituição do Estados Unidos".
No ano fiscal 2001-04, o governo federal financiou US$ 14,5 mil milhões "ostensivamente só para o trabalho da guerra biológica 'civil' ", uma soma "verdadeiramente estarrecedora", escreveu Boyle.
Outros US$ 5,6 mil milhões foram votados para "o projecto enganosamente chamado 'Bio-protecção' ('BioShield'), sob o qual a Segurança Interna (Homeland Securtiy) está a acumular vacinas e drogas para combater o antráx, a varíola e outros agentes de bioterror, escreveu Boyle.
A protecção da população civil, disse ele, é "uma das exigências fundamentais para travar efectivamente a guerra biológica".
O Washignton Post relatou em 12 de Dezembro que ambas as casas do Congresso aprovaram este mês legislação "considerada por muitos como um esforço para salvar o projecto com dois de Bio-Protecção, o qual foi marcado por atrasos e problemas operacionais".
Quando o presidente Bush a assinar, concederá US$ 1 mil milhões mais ao longo de três anos para a investigação adicional "bombear mais dinheiro para o sector privado o mais cedo possível".
"A enorme quantia de dinheiro" aparentemente dedicada à "defesa civil" que está agora a ser gasta "dramaticamente e de forma cada vez maior", escreve Boyle, "trai o esforço desta administração de ser capaz de embarcar em campanhas ofensiva utilizando armas biológicas". Ao despejar somas enormes em laboratórios de universidades e do sector privado, acusou Boyle, o governo federal cooptou e divergiu a indústria americana da biotecnologia para a guerra biológica.
Segundo o biólogo molecular Richard Ebright, da Universidade Rutgers, mais de 300 instituições científicas e 12 mil indivíduos têm acesso a patógenos adequados à guerra biológica e ao terrorismo.
Ebright descobriu que o número de permissões do Instituto Nacional de Saúde para a investigação de doenças infecciosas com potencial para a bioguerra disparou de 33 em 1995 para 497 em 2000.
A participação académica na bioguerra, envolvendo o abuso da engenharia genética do DNA desde os fins da década de 1980, tornou-se "obviamente patente", afirmou Boyle.
"As universidades americanas têm uma longa história de permitirem de bom grado que as suas agendas de investigação, investigadores, institutos e laboratórios sejam cooptados, corrompidos e pervertidos pelo Pentágono e pela CIA".
"Estes desprezíveis cientistas da morte estavam a armar o Pentágono com os componentes necessários para produzir um maciço conjunto de armas biológicas com DNA geneticamente projectado", declarou Boyle.
Num prefácio ao livro de Boyle, Jonathan King, professor de biológica molecular do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, escreveu: "os crescentes programas de bioterror representam um significativo perigo emergente para a nossa própria população" e "ameaça as relações internacionais entre os países".
Apesar de tais programas "serem sempre chamados defensives", disse King, "com as armas biológicas, os programas defensivo e ofensivo interpenetram-se quase completamente".
Boyle sustenta que os EUA estão "ruptura" tanto em relação às convenções de Armas Química e Biológicas (Biological Weapons and Chemical Weapons) como em relação à lei criminal interna. Em Fevereiro de 2003, por exemplo, os EUA permitiram-se uma patente de uma granada de longo alcance com armas biológicas.
Boyle considera que outros países perceberão as implicações militares das acções americanas com germens de guerra e responderão da mesma forma.
"O mundo será em breve testemunha de uma corrida às armas biológicas de facto entre os estados mais importantes em biotecnologia sob o disfarce de 'defesa' e apesar das exigências da Biological Warfare Convention(BWC)".
"A proliferação maciça da tecnologia da bioguerra, instalações, assim como cientistas e técnicos treinados por todo os Estados Unidos, cortesia da administração Neo-Com de Bush Jr., tornará uma guerra catastrófica, ou um incidente bioterrorista ou um acidente uma certeza estatística", advertiu Boyle.
Ainda em Setembro de 2001, segundo uma reportagem no New York Times intitulada "U.S. Pushes Germ Warfare Limits", os críticos estavam preocupados porque "a investigação estava perto de violar um tratado global de 1972 que bania tais armas".
Mas responsáveis americanos responderam naquele momento que estavam mais preocupados acerca do entendimento da ameaça da guerra com germens e em desenvolver possíveis defesas.
O tratado de 1972, que os EUA assinaram, proíbe o desenvolvimento de armas que espalhem doenças, tais como a antráx, considerado como o "ideal" para a guerra com germens.
Segundo um artigo no Baltimore Chronicle & Sentinel de 28 de Setembro último, Milton Leitenberg, um veterano advogado do controle de armas da Universidade de Maryland, afirmou que o governo estava a gastar milhares de milhões com a guerra com germens quase sem nenhuma análise da ameaça.
As afirmações de que terroristas utilizarão as armas foram "deliberadamente exageradas", afirmou ele.
Em Março de 2005, 750 biólogos americanos assinaram uma carta a protestar com o que consideram um estudo excessivo das ameaças bioterroristas.
O Pentágono não respondeu às acusações feitas por Boyle.
[*] Escritor free-lance sobre questões políticas e militares.
O original encontra-se em http://www.politicalaffairs.net/article/articleview/4582/1/228/ Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

A INTERNET E AS LUTAS NO ORIENTE MÉDIO

Imagem do site de contagem de corpos no Iraque http://www.iraqbodycount.net/
Ninguém mais duvida da importância que a Internet tem para o mundo atual. Nem nas fileiras da esquerda e muito menos na direita. Não sabemos mais viver sem a rede mundial, a “teia” de computadores interligados. É certo que boa parte da população da terra, talvez metade dela, ainda não tenha acesso às vantagens da rede. Mas, olhando pelo outro lado, pelo menos três bilhões de pessoas têm acesso, de alguma forma, ou de casa, ou do seu trabalho, ou em locais chamados de cyber café ou lan house. Nossa coluna de hoje traz alguns endereços comentados, a partir de contatos que mantemos sistematicamente com vários países do mundo, sobre a questão do Oriente Médio. Vamos dar os endereços de páginas muito interessantes na internet, divididas em seis grandes blocos:
1. páginas relacionadas com a luta no Iraque;
2. páginas relacionadas com a questão palestina e algumas feitas por judeus;
3. páginas de apoio à causa árabe de um modo geral;
4. páginas que clamam pela condenação de Bush e Blair.
É a nossa forma de contribuir para todas essas lutas, às quais estamos envolvidos. Só lamento que a grande maioria dessas páginas sejam todas em inglês. Algumas têm a opção de versões de conteúdo em espanhol.
1. Sites sobre a questão do Iraque

Site da Resistência Iraquiana:
http://www.iraqresistance.net/
É uma página feita na França, cujo conteúdo maior é todo em francês. As versões em inglês e espanhol têm menos conteúdo. É feita por membro da direção da Resistência e da Insurgência, sejam eles sunitas, xiitas ou cristãos, ou ainda sem religião. O que os unifica é a exigência da retirada das tropas anglo-americanas de ocupação. É ricamente ilustrada, com fotos.
Site do Tribunal Internacional do Iraque:
http://www.worldtribunal.org/
É a página do Tribunal Internacional que julgou as violações das convenções internacionais sobre a guerra contra o Iraque e a sua ocupação. Ele vem sendo alimentado desde 2003 e concluiu seus trabalhos em junho último, na cidade de Istambul na Turquia, onde Bush e Blair foram duramente condenados. É composto por entidades em todo o mundo, intelectuais, religiosos e pessoas progressistas e patriotas de todos os países. Realizou pelo menos 15 sessões nacionais em diversos países. Os militantes do Cebrapaz - Centro Brasileiro de Solidariedade pela Paz - estão empenhados em construir no Brasil um tribunal semelhante, para ser instalado ainda no segundo semestre, com apoio das maiores e mais importantes entidades da sociedade civil organizada deste país. Nesta página podem ser assistidos vídeos sobre as sessões do Tribunal e fotos de todos os países que instalaram as sessões nacionais.
Site de contagem de corpos no Iraque:
http://www.worldtribunal.org/
Esta é uma página feita por ingleses contrários à guerra. Ganhou destaque nos jornais do mundo inteiro com a divulgação de que os americanos ocupantes do Iraque mataram quatro vezes mais civis do que a própria insurgência com os seus ataques às tropas americanas e seus colaboradores. Eles se propõe a contar os corpos das pessoas mortas. Usam diversas fontes como referência e por isso divulgam números “mínimos” e “máximos”, pois não é uma contagem precisa. Começaram a fazer isso por uma declaração infeliz, mas convicta, de um dos generais chefe da ocupação, que disse que eles não podem fazer isso (contar corpos). Há uma pequena parte do site que é feita em português. Vale a pena vê-la e navegar sobre ela.
Site Eletrônico da guerra contra o Iraque:
http://electroniciraq.net/news/
Na mesma linha do site que falaremos abaixo, o Eletrônico da Intifada Palestina, este site é feito por jornalistas e veteranos de guerras dos Estados Unidos, mas que hoje são pacifistas e contrários a qualquer tipo de guerra. Totalmente em inglês. Em junho de 2003, quando iniciou sua campanha pela retirada das tropas, chegou a receber até um milhão de visitações na página, muito bem elaborada, com muitos recursos, banco de dados, relatórios, fotos. Muitos de seus elaboradores, são correspondentes e alguns moram no Iraque e países da região, prestando assim um grande serviço contra a guerra de Bush. A atualização do site é praticamente diária.
Site pela retirada das tropas do Iraque:
http://www.troopsoutnow.org/
Feito por americanos e veteranos de guerra, é um dos mais poderosos nos Estados Unidos. O site não é tão cheio de dados e de recursos, mas vale pelo banco de imagens, de banners, de fotos, de modelos de outdoors, que podem ser salvos em qualquer computador. São os publicitários americanos se esforçando contra a guerra e prestando um serviço a favor da paz. Site totalmente em inglês. As pessoas podem se cadastrar no site para receber material e assinar petições no ar pela retirada das tropas.
2. Sites sobre a questão Palestina
Site eletrônico da Intifada Palestina:
http://electronicintifada.net/new.shtml
É a página eletrônica da Intifada Palestina. É feita por um coletivo de palestinos, mas sem ligação direta com a Autoridade Nacional. Muito bem feita, visual muito bonito, chamativa, instrutiva, com um grande acervo de documentos e fotos, imagens, banners, cartazes, filmes etc. infelizmente, apenas na versão inglesa.
Site da História da Palestina:
http://www.palestinehistory.com/
É o melhor site sobre a história da Palestina que conheço. É feita por um palestino nascido nos Emirados Árabes Unidos em 1968, mas expulso das terras de seus antepassados que moravam em Gaza há mais de 700 anos. Seu nome é Esam Shasha, de 37 anos, que edita a página. É muito bem feita, muito ilustrada e, claro, é firme defensora do direito histórico dos palestinos àquelas terras. Eles concentram a contagem da história a partir de 1900, quando inicia a forte imigração judaica, com apoio do sionismo, para as terras Palestinas, então ocupadas pelos turcos, que posteriormente passariam às mãos dos britânicos na divisão do Oriente Médio feita a partir dos tratados de San Remo e Versalhes de 1922.
Site do Palestine Monitor:
http://www.palestinemonitor.org/nueva_web/
É um bom site também, feito por palestinos militantes de uma ONG, chamado “Rede Palestina Não Governamental”, formada de militantes e ativistas da luta palestina, formada a partir de setembro de 2000, quando se inicia a segunda Intifada palestina. Muitos são advogados. Não tem vínculos com a ANP e, também na maioria de seu conteúdo, é toda em inglês, mas nada que uma boa navegada, os internautas não possam localizar fotos, imagens, vídeos e banners que possam ser utilizados amplamente no dia-a-dia.
Site da Campanha Mundial contra a Construção do Muro de Israel: http://www.stopthewall.org/
É o site oficial da campanha mundial contra a construção do que vimos chamando de “Muro da Vergonha” de Israel. É feita tanto por palestinos, como seus apoiadores em várias partes do mundo. Ela angaria inclusive donativos, pede ajuda para que a página seja amplamente divulgada. As pessoas podem se cadastrar para receber o boletim eletrônico sobre a campanha. Há farto material, imagens, notícias, artigos, vídeos, desenhos que podem ser aproveitados, de livre uso.
Site do Centro Israelense de Informações e Direitos Humanos para os Palestinos: http://www.btselem.org/English/index.asp
Este é um site feito por uma ONG judaica, chamada Centro Israelense para os Direitos Humanos nos Territórios Ocupados. É feita em hebraico, mas é integralmente traduzida m seu conteúdo para o inglês. Existe desde 1989 e é composta por membro do parlamento israelenses, jornalistas, acadêmicos e intelectuais progressistas. Vale a pena. Tem muitos recursos à disposição.
Site contra a Ajuda Militar Americana à Israel:
http://www.stop-us-military-aid-to-israel.net/
Este também é um dos sites mais interessantes na luta palestina. É feito pelo esforço de dois cidadãos, um e origem palestina, o Sami Abuhamdeh e pelo israelense Benjamin Balak, economista e professor. É um site de campanha para que se interrompa os recursos financeiros dos Estados Unidos para Israel. Alguns estimam esse valor desde 1948 em mais de 1,5 trilhão de dólares. Esses recursos servem para reprimir cada vez mais os palestinos em suas terras. Este site e esta campanha é apoiada por mais de 21 outras grandes entidades e páginas na Internet, também disponível no site. As pessoas podem assinar a campanha e divulgarem a mesma em seus sites pessoas ou de entidades.
Site do Comitê Israelense contra a Demolição de Casas palestinas: http://www.icahd.org/eng/
Este também é um site feito por judeus, que se colocam contra a demolição de casas de palestinos, feitas a partir dos tratores da empresa Caterpilar dos EUA, chamados de “buldozzers”. Foi um desses tratores que esmagou a ativista dos direitos humanos americana, Rachel Courrie, cujo trator passou por cima de seu corpo em 2003, esmagando-a completamente. O endereço acima é da versão em inglês, pois o site é feito oficialmente nas línguas árabes e hebraica. É feito por uma ONG que se proclama contra a violência e de “ação direta”. Também fartamente ilustrado.
3. Sites de apoio à causa árabe em geral
Site do Comitê de Solidariedade com a Causa árabe (em espanhol):
http://www.nodo50.org/csca/
É um dos sites feitos em espanhol, engajados na causa do povo árabe, de sua luta. Ele deriva do jornal Nação Árabe, existente há 18 anos. O site em si tem apenas cinco anos de existência. As pessoas podem se cadastrar para receber boletins informativos e podem ter acesso a charges, desenhos, pôsteres, fotos relacionados com a luta dos árabes contra a opressão, contra a ocupação de suas terras. Desse site as pessoas podem navegar por dezenas de outros relacionados e de boa qualidade, na área da resistência iraquiana, da luta dos palestinos. Muito bem elaborado e mostra uma relação harmoniosa com os árabes que vivem na Espanha, país ocupado pelo império árabe por quase 700 anos seguidos.
Site do projeto de Informações e Pesquisas do Oriente Médio: http://www.merip.org/
É o site oficial do Centro de Informações e Pesquisas para o Oriente Médio. Ainda que totalmente em inglês, este site é derivado de uma entidade que já existe há 32 anos, sendo originário a partir de uma publicação de 1971, do jornalista francês Eric Rouleau. É uma ONG, sem fins lucrativos e tem sede em Washington, EUA. Esse site edita o Boletim “Relatório do Oriente Médio”, uma das mais respeitadas publicações sobre o tema, que já esta em seu número 235 (verão de 2005).
4. Sites contra Bush e Blair e contra a Guerra
Site do Julgamento Popular de Bush, nos EUA: http://www.peoplejudgebush.org/
Existem diversos sites na Internet que se propõe a fazer oposição a bush e a blair. Este se propõe a fazer o julgamento popular de Bush e é um dos mais ativos e organizados. Ele é parte de uma campanha iniciada na primavera de 2004 nos Estados Unidos, que cresceu muito em função de grandes evidências dos crimes cometidos pelo presidente americano contra o povo do Iraque e de outros povos do mundo. Eles tem muitos endereços de outros sites correlacionados, tem banco de charges e imagens contra Bush. Vale a pena ser visitado, apesar de totalmente em inglês. As pessoas podem assinar a petição contra Bush no próprio site.
Site do Fórum Global de Política: http://www.globalpolicy.org/
Este é um dos mais respeitados e famosos sites de política internacional. Ele trabalha com a própria Organização das Nações Unidas – ONU e é, tem com ela um status de consultiva. Tem por objetivo o monitoramento de toda a política global da própria ONU, sua aplicação no mundo, acompanhando as aplicações das decisões tomadas em plano mundial e como isso afeta os povos, suas conseqüências etc. procura também mobilizar as pessoas e os cidadãos a participarem mais ativamente da vida política nas questões das relações internacionais e como as decisões da ONU afetam a vida das pessoas. Existe desde 1993. tem um grande banco de dados e recursos que merecem ser consultados e pesquisados.
Site do International Action Center de Ramsey Clark: http://www.iacenter.org/
É o site do famoso ex-procurador geral dos Estados Unidos, Ramsey Clark, ligado ao Partido Democrata. Esse cidadão, advogado respeitadíssimos em seu país, é um dos que coordena o comitê de mais de mil advogados incumbidos da defesa do presidente do Iraque, Saddam Hussein. O site se proclama como sendo de informação, ativismo e resistência ao militarismo dos Estados Unidos, à guerra e se propõe a lutar contra todas as formas de discriminação e racismo e opressão que parte dos EUA. Tem muitos recursos, links para outros sites correlacionados.
Manteremos nosso compromisso com nossos leitores de informá-los bem sobre todos os desdobramentos que ocorrem no oriente Médio, seja na Palestina, no Iraque, no Irã, no Líbano e tantos outros países árabes ou não daquela explosiva região da terra. Em outros momentos e em outras colunas, vamos seguir difundindo os melhores sites de luta que envolvem assuntos do Oriente Médio. Haveriam ainda muitos outros endereços a serem difundidos, mas ficaremos com os aqui já comentados neste momento.
Andes solidárias com os palestinos
A pedido da combativa e ativa professora Soraya Smaili, da Unifesp e da Regional/SP do Andes e presidente do Instituto de Cultura Árabe, publico a seguir uma moção aprovada no último congresso da entidade, realizado em Fortaleza este mês de julho, de solidariedade ao povo palestino. Peço a todos que puderem, darem divulgação à mesma, por tratar-se de uma importante reunião ocorrida recentemente em Paris, que reuniu o maior número de entidade em apoio à causa palestina.
Moção – A 9 de julho p.p. se reuniram, em Paris e sob auspício da ONU, representantes da sociedade civil e dos movimentos sociais da Palestina. Depois de amplo debate, emitiram uma declaração contendo um chamado a uma campanha internacional em defesa do direito inalienável de autodeterminação para o provo palestino. As reivindicações propostas são:
“1. Fim da ocupação e colonização de todas as terras árabes, e desmantelamento do Muro;
2. Reconhecimento dos direitos fundamentais e igualitários dos cidadãos árabe-palestinos de Israel;
3. Respeito, proteção e promoção do direito dos refugiados palestinos ao retorno aos seus lares e propriedade, como estipula a resolução 194 da ONU”.
O chamado está assinado por quase duzentas organizações representativas do movimento nacional e social da Palestina.
O 50º CONAD do ANDES – Sindicato Nacional, fiel às suas tradições internacionalistas e solidárias com os povos oprimidos do mundo, faz suas as reivindicações dos representantes do povo palestino, e se compromete a envidar esforços para a realização com toda força desta importante campanha internacional no Brasil.

* Lejeune Mato Grosso de Carvalho, Sociólogo, professor da Unimep e membro da Academia de Altos Estudos Ibero-Árabes de Lisboa

sexta-feira, 29 de junho de 2007

"BLAIR NÃO FOI MEU POODLE", DIZ BUSH


27/06/2007 - 07h31
"Blair não foi meu poodle", diz Bush
da BBC Brasil
Em entrevista publicada no tablóide britânico nesta quarta-feira, o presidente George W. Bush diz serem "ridículos" os comentários de que Blair "foi seu poodle" por ter se aliado aos Estados Unidos na invasão do Iraque em 2003.
"Eu ouvi dizer que ele está sendo chamado de meu poodle, mas ele é maior que isso", diz Bush.
"Nós estamos trabalhando juntos para atingir a paz global diante de um enorme perigo. Este tipo de comentário é ridículo", enfatizou o presidente ao tablóide.
As declarações foram feitas na véspera da renúncia de Blair ao mandato, que nesta quarta-feira passa o cargo para o novo presidente do partido trabalhista, Gordon Brown.
O presidente americano ainda acrescentou:
"Blair fez um grande mandato e a história irá julgá-lo da forma correta. Ele é um homem muito talentoso por quem eu tenho muito respeito", disse o presidente americano ao.
"Blair tem muitas habilidades, é muito articulado e eu gostaria de ser como ele, ter um melhor discurso".
Bush ainda disse ao que teve "um bom encontro" com Brown quando ele esteve em Washington e que o futuro primeiro-ministro não passava "a imagem do difícil homem escocês de forma alguma."
Brown
será nomeado primeiro-ministro do Reino Unido nesta quarta-feira, quando for convidado pela a Rainha Elizabeth 2ª a formar um novo governo.


OTAN ASSASSINA 25 AFEGÃOS

22/06/2007 - 14h37
Otan no banco dos réus pela morte de 25 civis em bombardeio 'por engano'
KANDAHAR, Afeganistão, 22 jun 2007 (AFP) - A força da Otan no Afeganistão foi colocada no banco dos réus nesta sexta-feira pela morte, segundo a polícia afegã, de 25 civis, entre os quais nove mulheres e três crianças, em bombardeios aéreos noturnos que tinham como alvo os talibãs no sul do país.
Pouco depois, o secretário-geral da Otan, Jaap de Hoop Scheffer, pediu uma investigação sobre o bombardeio que classificou de "erro".
"Cada vítima civil inocente é uma vítima excessiva", declarou De Hoop Scheffer durante uma coletiva de imprensa em Quebec com o ministro canadense da Defesa, Gordon O'Connor.
"A Otan tenta evitar este tipo de acidente, mas infelizmente isso acontece e é sempre por erro", acrescentou.
Vinte 20 rebeldes também foram mortos nos combates que aconteceram na noite de quinta para sexta-feira na cidade de Kunjak, próxima da capital da província de Helmand, declarou à AFP o chefe da polícia da província, Mohammad Hassan, com números inverificáveis por parte de fonte independente.
"O avião bombardeou por engano duas ou três casas civis, matando 25 pessoas, dentre os quais nove mulheres, três bebês com idade entre dois e seis meses e o mulá da cidade, Abdul Hakim", afirmou ele.
Um porta-voz da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf, sigla em inglês) da Otan, John Thomas, confirmou que um "confronto" envolvendo a aviação fez "vítimas" nesta província, foco de insurreição, para onde foram enviados principalmente soldados britânicos.
"Nós não sabemos, por enquanto, quem e quantas são estas vítimas", declarou o porta-voz, afirmando que um soldado da Otan foi ferido.
Num comunicado, a Isaf disse investigar a presença de um pequeno número de civis" numa casa onde se escondiam até 30 combatentes, a maioria deles morta no confronto.
Segundo a polícia, os combates começaram depois que os talibãs atacaram um comboio da Otan em Kunjak.
A Isaf acusou os rebeldes "de terem posto deliberadamente a vida de civis em perigo, provocando um confronto naquele determinado lugar".
A agência Acbar, que controla uma centena de ONGs afegãs e estrangeiras, condenou esta semana os bombardeios aéreos dos aliados em regiões residenciais que, muito freqüentemente, provocam "danos colaterais".

Segundo a Acbar, as forças internacionais e afegãs são responsáveis pela morte de mais de 230 civis, dentre os quais 60 mulheres e crianças desde o início deste ano no Afeganistão.

A título de comparação, o mesmo número de civis foi morto durante todo o ano de 2006 em operações das forças estrangeiras, segundo números do Human Rights Watch.
A argumentação quanto ao número de vítimas civis coincide com uma intensificação dos ataques talibãs que provocaram, depois da noite de quinta-feira, sete mortos na polícia.
No domingo, sete crianças foram mortas em uma missão aérea da coalizão sobre o comando americano contra uma escola corânica suspeita de abrigar os combatentes da Al-Qaeda.
Posteriormente, a coalizão reconheceu que não sabia que as crianças estavam no interior da escola.
A Isaf, por outro lado, admitiu nesta quinta-feira ser responsável pela morte de "certo número de civis" nos recentes combates em Oruzgan.
O ministério do Interior divulgou a morte de dez civis.
Mas o chefe do conselho provincial, Mawlawi Hamdullah, afirmou na segunda-feira que, segundo estimativas, até 60 civis foram mortos em três dias de combate nos bombardeios aéreos da Isaf e dos talibãs.
No fim de abril, cerca de 50 civis foram mortos, segundo a ONU, durante operação de forças americanas no oeste, que ocasionaram manifestações antiamericanas.

Em Bruxelas, ministros da Defesa de 26 países da Otan concordaram na semana passada em limitar ao máximo as perdas entre os civis, já que elas minam o apoio da população afegã à missão.

EUA MATAM SETE CRIANÇAS NO AFEGANISTÃO

18/06/2007 - 09h25
Bombardeio de escola religiosa mata sete crianças no Afeganistão
CABUL, 18 jun (AFP) - Sete crianças morreram em um bombardeio aéreo contra uma madrasa (escola religiosa) e uma mesquita no sul do Afeganistão, ambas sob suspeita de abrigar combatentes da Al-Qaeda, anunciou a coalizão um dia depois do mais grave atentado suicida cometido no país.
Além disso, os combates, com participação da aviação aliada, prosseguiram no sul do país, na província de Helmand, foco da insurreição talibã.
A coalizão liderada pelos Estados Unidos anunciou ter matado dezenas de rebeldes, um balanço sem números exatos que não pôde ser comprovado por nenhuma fonte independente.
"Na província de Paktika (sudeste), as forças afegãs e da coalizão executaram uma operação no domingo no distrito de Zarghun Shah, que culminou com a morte de vários militantes e sete civis, assim como a prisão de dois militantes", afirma um comunicado da coalizão.
"Segundo um primeiro relatório, sete crianças faleceram durante um ataque aéreo contra uma madrasa", acrescenta a nota, que também ressalta "danos leves" em uma mesquita adjacente.
Procurada pela AFP, a coalizão se recusou a fazer qualquer precisão sobre os "combatentes da Al-Qaeda".
Um porta-voz, Chris Belcher, os acusou de "ter utilizado a mesquita e os civis inocentes como forma de proteção".
As autoridades locais afirmaram não ter informações sobre a operação.

As forças americanas estão no banco dos réus por vários "erros" ou "danos colaterais" cometidos desde o início do ano e que provocaram as mortes de dezenas de civis no Afeganistão.

Esta operação foi executada depois de um ataque suicida em Cabul contra um ônibus da polícia que deixou 35 mortos, o pior atentado neste país desde a queda do regime integrista dos talibãs no fim de 2001.Este atentado foi o quinto em três dias no Afeganistão.
A onda de ataques deixou 49 mortos, entre civis e policiais, além de um soldado holandês.
Nos quatro primeiros meses do ano, entre 320 e 380 civiles faleceram em atos violentos no Afeganistão, cometidos tanto pelos insurgentes como pelas forças internacionais, segundo a missão da ONU em Cabul.
Na semana passada, os ministros da Defesa dos 26 países da Otan se comprometeram em Bruxelas a "minimizar" as perdas de civis afegãos.
"Estamos conscientes de que as perdas civis podem minar nossos esforços em todos os campos, segurança, reconstrução e desenvolvimento", afirmou uma fonte da Otan que pediu anonimato.

No final de abril quase 50 civis morreram em bombardeios das forças americanas na região oeste do país, segundo as Nações Unidas.

Na noite de domingo, um soldado norueguês foi ferido a tiros na província de Fayab (noroeste), região onde os ataques são pouco freqüentes.

Fonte:http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2007/06/18/ult34u183646.jhtm

quinta-feira, 28 de junho de 2007

O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO SOBRE ISTO?


WHAT ARE YOU DOING ABOUT THIS?

(O que vocês estão fazendo sobre isto?)


YOU CAN BE THE NEXT!!

(Vocês podem ser os próximos!!)



SABES?




SABES ?

Sabes que o vírus da gripe das aves foi descoberto há 9 anos no Vietname?
Sabes que, desde então, morreram 100 pessoas em todo o mundo?
Sabes que os norte-americanos é que propagandearam o Tamiflu, que é umantiviral, como preventivo eficaz?
Sabes que a sua eficácia nos casos de gripe comum é questionada por grande parte da comunidade científica?
Sabes que, em caso de um suposto vírus mutável como o H5N1, o Tamiflu apenas alivia o padecimento?
Sabes quem comercializa o Tamiflu?
Os Laboratórios Roche.
Sabes quem comprou à Roche a patente do Tamiflu, em 1996?
Foi a Gilead Sciences Inc.
Sabes quem era o presidente da Gilead Sciences Inc.?
Nesse tempo e é ainda hoje o principal accionista?
Donald Rumsfeld, actual Secretário de Estado da Defesa dos Estados Unidos da América.
Sabes qual é a base do Tamiflu?
Aniz estrelado.
Sabes quem ficou com 90% da produção mundial desse arbusto?
A companhia ROCHE.
Sabes que as vendas de Tamiflu passaram de 254 milhões, em 2004, para mais deum bilião em 2005?
Sabes quantos milhões mais pode ganhar a ROCHE nos próximos meses, se se mantiver o negócio do medo?
Ou seja, em resumo: os amigos de Bush decidem que um fármaco como o Tamiflu é a solução de uma pandemia que ainda não ocorreu e que causou a morte de 100 pessoas em 9 anos. Esse fármaco não cura nem sequer a gripe comum.
O vírus não ataca o homem em condições normais.
Rumsfeld vende a patente do Tamiflu à Roche por uma fortuna.
A Roche adquire 90% da produção mundial do aniz estrelado, base do antivírico.
Os governos de todo o mundo ameaçam com uma pandemia e compram à Roche quantidades industriais do produto.
Nós, ao fim e ao cabo, pagamos a droga, enquanto Rumsfeld, Cheney e Bush fazem o negócio...
# autor Acácio Simões

quarta-feira, 27 de junho de 2007

ANTES ERA MELHOR


Noticiário - Seleção Diária de Notícias Nacionais

27/Junho/2007
Jornal do Brasil

Assunto: Internacional

Título: 1b-Antes era melhor

Data: 26/12/2004

Crédito: Haifa Zangana


Antes era melhor

Além do Fato / As mulheres e a eleição no Iraque


Haifa Zangana

Ex-novelista, foi prisioneira no regime de Saddam Hussein

O departamento de Estado americano lançou um programa de US$ 10 milhões chamado “Iniciativa à democracia e às mulheres iraquianas”, cujo objetivo é treinar representantes políticas do sexo feminino na prática democrática, antes das eleições de 30 de janeiro de 2005.

Vamos dar às mulheres iraquianas as ferramentas, as informações e a experiência que elas precisam para concorrer como candidatas e pressionar por tratamento mais justo – declarou Paula Dobriansky, subsecretária de Estado para Temas Globais.

O fato de que os recursos irão, na maior parte, para organizações parceiras do governo dos Estados Unidos, como o Fórum Independente de Mulheres, fundada por Lynn Cheney, mulher do vice-presidente Dick Cheney, claro, não foi mencionado.

De todos os erros da Casa Branca no Iraque, o mais grave é não conseguir entender o povo local, em especial as mulheres. O principal preconceito é perceber as iraquianas como mulheres caladas, como vítimas sem poder em uma sociedade controlada por homens, como se estivessem com uma necessidade urgente de “libertação” de um regime opressor.

Essa imagem se encaixa convenientemente na representação do povo iraquiano como vítimas passivas que deveriam e poderiam dar boas-vindas à ocupação americana.

A realidade é bem diferente.

As mulheres iraquianas estiveram envolvidas na vida pública mesmo durante o Império Otomano.

Em 1899, foram estabelecidas as primeiras escolas para meninas.

Em 1924, a primeira organização somente de mulheres.

Em 1937, havia quatro publicações voltadas para as mulheres em Bagdá.

As iraquianas estiveram envolvidas, inclusive nos combates, na revolução de 1920, contra a ocupação britânica.

Nos anos 1950, os partidos políticos criaram comitês de mulheres.

Todos esses casos refletem o mesmo princípio: ao lutar ao lado dos homens, as mulheres estão, ao mesmo tempo, liberando a si mesmas.

Lema comprovado quando, em 1958, na derrubada do regime monárquico herdado dos britânicos, as iraquianas conseguiram em dois anos o que a antiga colônia tentou por 30 anos na região: igualdade jurídica.


“Raramente, no mundo árabe, as mulheres têm tanto poder como têm no Iraque. No país, homens e mulheres têm de receber o mesmo pagamento pelo mesmo trabalho. Os ganhos da esposa são reconhecidos como independentes dos recursos do marido. Em 1974, foi estabelecida a educação gratuita para todos e, em 1979, obrigatória para meninos e meninas até 12 anos”, diz um relatório da Unicef, de 1993.


No início dos anos 1990, o Iraque tinha um dos mais altos índices de alfabetização do mundo árabe.

Havia mais mulheres profissionais em altas posições no governo e na iniciativa privada do que em qualquer outra nação do Oriente Médio, talvez com exceção de Israel.

A conclusão trágica é a de que as mulheres viviam bem no regime opressor de Saddam Hussein.

Ocupavam altas posições políticas e não faziam nada para protestar às injustiças infringidas contra outras mulheres que se opunham à ditadura.

O mesmo está ocorrendo agora no “novo e democrático Iraque”.

Após a “libertação”, George Bush e Tony Blair contaram ao mundo que o avanço das mulheres no Iraque era um dos pontos principais da visão que eles tinham do futuro do país.

Na Casa Branca, iraquianas escolhidas a dedo recitavam desesperadamente homilias para justificar a invasão.


Em junho, a soberania nominal foi entregue a um governo interino apontado pelos Estados Unidos, que incluía seis mulheres no gabinete do Ministério.

Elas não foram eleitas pelo povo.

Sob o regime de Ayad Allawi, as forças “multinacionais” continuam imunes à Justiça, raramente responsabilizadas por crimes cometidos contra iraquianos.

As diferenças entre as mulheres que são membros do governo interino e a maioria das iraquianas aumentam a cada dia.

Enquanto o gabinete e as embaixadas americanas e britânicas seguem abrigadas dentro da fortificada Zona Verde, aos iraquianos é recusado o direito básico de andar com segurança pelas próprias ruas em que moram.


Do lado de fora, o que pode ser visto são tanques americanos onde se lê a inscrição: “Se você ultrapassar o comboio, será morto”.


Na situação atual do país, a falta de segurança e o medo de seqüestros faz das mulheres iraquianas prisioneiras nas suas próprias casas.


No Iraque


Tropas dos EUA prosseguem prisões arbitrárias


Apelo da escritora iraquiana exilada Haifa Zangana
1 de Agosto de 2006
Haifa Zangana
Fonte: TMI-WTI
O Dr. Qais Kadhim Al Janaby, universitário, escritor e crítico literário iraquiano, foi preso no dia 27 de Junho na sua casa, em Hilla, por tropas dos EUA.
A casa foi assaltada no habitual estilo israelita.
Nenhum motivo foi apresentado.
Sabemos agora que tem estado preso na tristemente célebre prisão do aeroporto de Bagdad.
A União dos Escritores do Iraque, e as uniões de Hilla e Bassorá juntaram-se a um grupo de escritores independentes iraquianos para escrever uma carta a Al Maliki e a Talabani [respectivamente primeiro-ministro e presidente fantoches] exigindo a libertação deste conhecido crítico literário, autor de muitos livros, e para condenarem a sua prisão arbitrária.
É preciso o vosso apoio e a vossa solidariedade.
Por favor façam circular este apelo.
Haifa Zangana(escritora iraquiana exilada em Londres)

RESISTIR PARA ACABAR CON LA OCUPACIÓN

Una niña llora entre soldados iraquíes durante una protesta de vecinos del barrio de Gazaliya, en Bagdad, el pasado 29 de marzo de 2007, en la que se exigía la puesta en libertad de 60 familiares detenidos por tropas de EEUU dos días antes durante un asalto llevado a cabo en este barrio en el marco de la nueva campaña de seguridad de los ocupantes en la capital
Solo el apoyo popular puede explicar la capacidad creciente de la resistencia
Resistir para acabar con la ocupación
Haifa Zangana *

The Guardian (http://www.guardian.co.uk/), 12 de abril de 2007
IraqSolidaridad (http://www.iraqsolidaridad.org/), 23 de abril de 2007
Traducido del inglés para IraqSolidaridad por Nadia Hasan

“La resistencia no sólo nació de convicciones ideológicas, religiosas y patrióticas, sino como respuesta a la realidad de las brutales acciones de la ocupación y de su administración. Es una respuesta a los allanamientos arbitrarios, a los registros humillantes, a los arrestos, a las detenciones, a las torturas y asesinatos. Según Cruz Roja, desde comienzos de 2006 ‘[…] el número de personas arrestadas o internadas por las fuerzas multinacionales de seguridad se ha incrementado en un 40 por ciento. El número de personas detenidas por las autoridades iraquíes también se ha incrementado’.”

En Muqdadiyah, a unos 80 kilómetros de Bagdad, una mujer vestida con la tradicional abaya iraquí [1] se autoinmoló esta semana en un centro policial iraquí de reclutamiento.
Este es el séptimo ataque suicida perpetrado por una mujer desde la invasión anglo-estadounidense en 2003, y una acción sin precedentes.
Las mujeres iraquíes se ven impelidas por el dolor a la desesperación y a la autodestrucción.
De acuerdo con un informe del Comité Internacional de la Cruz Roja (CICR) emitido ayer [11 de abril], sus expectativas se reducen a suplicar ayuda para poder limpiar las calles de cadáveres.
Es la misma frustración que impulsó a que cientos de miles [de mujeres] se manifestaran contra las fuerzas extranjeras en Nayaf el pasado lunes [9 de abril].
En el [inicio del] quinto año de ocupación, la división sectaria y étnica entre los políticos, los partidos y sus milicias se ha vuelto monstruosa, se ha vuelto contra sus creadores en la Zona Verde y aledaños y no ha disminuido entre los ciudadanos de a pie.
Una consecuencia de esto es el gran cambio en el papel que desempeñan las mujeres.
Nuevo papel de las mujeres
Durante los tres primeros años de ocupación, las mujeres estuvieron, fundamentalmente, confinadas en sus hogares protegidas por los hombres de sus familias.
Pero ahora que la barbarie de las circunstancias ha obligado a que muchas de ellas tomen las riendas de sus hogares, arriesgan sus vidas en la calle.
Debido a que los hombres son el blanco principal de las tropas lideradas por EEUU, de las milicias y de los escuadrones de la muerte, se ve a las mujeres, cubiertas de negro, haciendo cola en las cárceles, en oficinas gubernamentales o en las morgues buscando a los parientes desaparecidos o detenidos; son las mujeres las que entierran a sus muertos.
Bagdad se ha convertido en una ciudad de mujeres desconsoladas.
Pero, contrariamente a lo que nos ha contado la ocupación y su régimen títere, Bagdad no es la única ciudad sujeta a la brutalidad que obliga a miles de iraquíes a abandonar el país todos los meses.

Por todo el país se encuentran cadáveres —desde Mosul, pasando por Kirkuk, hasta Basora— esposados, con los ojos vendados y acribillados a balazos, con signos evidentes de tortura.
Los abandonan en las carreteras o se los encuentra flotando en el Tigris o en el Éufrates.
Una amiga mía que encontró el cuerpo de su hermano en la cámara frigorífica [de la morgue] de un hospital me contó cómo examinó el cuerpo y se quedó aliviada.
“[…] No le torturaron -me dijo-: sólo tenía un disparo en la cabeza”.

La ocupación no ha dejado lugar para ninguna iniciativa independiente del proceso político oficialmente aprobado, para una oposición pacífica o para que la sociedad civil pueda crear redes que sirvan de puente frente a la división [sectaria] creada políticamente.
Sólo la mezquita puede cumplir ese papel.
En ausencia de Estado, algunas mezquitas proporcionan servicios básicos, [y] dirigen clínicas y escuelas.
Además de la llamada a la oración, sus altavoces advierten a las personas de posibles ataques o piden donantes de sangre.
Acabar con el sentido de comunidad
Sin embargo, estos intentos de mantener un sentido de comunidad se ven frecuentemente aplastados.
El martes [10 de abril], tropas del ejército iraquí, apoyadas por helicópteros estadounidenses, asaltaron una mezquita en el corazón de la ciudad vieja de Bagdad.
Su respetado muecín Abú Saif y otros civiles fueron ejecutados en público.
La gente del lugar se enfureció y atacaron a las tropas.
Al finalizar el día, 34 personas habían muerto, incluidos mujeres y niños.
Como es habitual, se culpó a los resistentes de la ejecución sumaria [del muecín] y de la masacre que se produjo a continuación.
La declaración del ejército señaló que EEUU y las fuerzas iraquíes seguían “[…] localizando, identificando y asesinando a los resistentes que atacaron a la coalición y a las fuerza iraquíes de seguridad en la zona”.

Es importante reconocer que la resistencia no sólo nació de convicciones ideológicas, religiosas y patrióticas, sino como respuesta a la realidad de las brutales acciones de la ocupación y de su administración.
Es una respuesta a los allanamientos arbitrarios, a los registros humillantes, a los arrestos, a las detenciones, a las torturas y asesinatos.
Según Cruz Roja, desde comienzos de 2006 “[…] el número de personas arrestadas o internadas por las fuerzas multinacionales de seguridad se ha incrementado en un 40 por ciento. El número de personas detenidas por las autoridades iraquíes también se ha incrementado considerablemente”.
Muchos de los detenidos de seguridad son mujeres, quienes han sido objeto de abusos y violaciones y a quienes habitualmente detienen como un medio para obligar a los hombres de su familia a confesar crímenes que no han cometido.
Según el diputado iraquí Mohamed al-Dainey, en 2006 se documentaron 65 casos de mujeres violadas en centros de detención de la ocupación.
Actualmente cuatro mujeres se enfrentan a la ejecución —la pena de muerte para las mujeres estuvo prohibida en Iraq desde 1965 hasta 2004— por el supuesto asesinato de miembros de las fuerzas de seguridad.
Ellas niegan están acusaciones y Amnistía Internacional [también] las ha cuestionado [2].
Una única solución
Sólo hay una solución para este desastre y es que EEUU y Reino Unido acepten que la resistencia iraquí luchará hasta el fin de la ocupación, y que comprendan que [la resistencia] está formada por iraquíes de a pie, no sólo por Al-Qaeda, no por sólo sunníes o shiíes, no por esos “[…] terroristas animados por países vecinos como Irán”, como los definió Tony Blair.
La solución está en reconocer que los iraquíes son un pueblo orgulloso, amante de la paz y que odia la ocupación, no unos a otros; y entender que el principal objetivo de la resistencia no son los civiles iraquíes.

Según el Instituto Brookings, instancia de investigación independiente de EEUU, el 75 por ciento de los ataques perpetrados tuvieron como blanco las fuerzas de ocupación y otro 17 por ciento a las fuerzas [de seguridad] del gobierno iraquí.
El año pasado, el promedio de ataques se duplicó, llegando a 185 al día.
Es decir, 1.300 a la semana, más de 5.500 al mes.
Otra manera de hacer entender esta dimensión es [indicando] que cada hora, de día o de noche, se producen siete u ocho nuevos ataques.

Sin el apoyo del pueblo iraquí, directo o indirecto, este nivel de resistencia sería inalcanzable.

Notas de IraqSolidaridad:

1. Largo traje negro que cubre la cabeza, propio de las mujeres shiíes.

DIA DE SOLIDARIEDADE COM O POVO PALESTINO

29 de novembro - Dia de Solidariedade com o Povo Palestino

http://charges.uol.com.br/cartao_ver.php?cartao=417

SA-7-ESTRELA da Resistência Iraquiana

O sistema antiaéreo portátil SA-7 é o que está derrubando os helicópteros dos EU no Iraque
As tropas aérotransportadas dos EUA no Iraque tem sido vítimas nestes últimos tempos de um crescente número de baixas devido ao sofisticado e excelente material antiaéreo que está utilizando a resistência iraquiana.
Veja mais detalhes com fotos do míssil anti-aéreo:
Veja o momento exato em que o helicoptero Chinook dos Estados Unidos é abatido por míssil da resistência em 7 de Fevereiro de 2007.
Veja também a relação de helicopteros que foram abatidos de janeiro até agora:

ENTREVISTA COM TAREK AZIZ



Foto: TAREQ AZIZ
24 DE MAIO DE 2007 - 11h29

Americanos levam 2 anos para permitir dentadura a Tareq Aziz

Em uma entrevista concedida ao jornal al-Arab al-Youm de sua cela na prisão americana de Camp Cropper, obtida por meio do advogado jordaniano Issem al-Ghazaoui (membro da equipe que faz sua defesa), o ex-vice premiê e ministro das Relações Exteriores do Iraque, Tareq Aziz, declarou que os EUA vão se retirar do país e que os iraquianos voltarão a estar unidos como antes.
Além disso, denuncia as péssimas condições sanitárias que vive, com os americanos privando Aziz de remédios e médicos.
Por Lokman Iskender, para o Tunistri e Iraq Solidaridad.

Aziz viu a execução do ex-presidente Saddam Hussein, transmitida pela tevê, e diz que esse foi o ''momento mais difícil'' de sua vida.
Por outro lado, revela que começou a escrever suas memórias e que se for libertado, irá para a Jordânia e depois para a Itália.

O advogado jordaniano conta que na quarta-feira, 26 de março de 2007, manteve um encontro com Tareq Aziz e que enquanto o esperava, em um corredor da base americana, o viu chegar meio relaxado, com uma bolsa azul, acompanhado de um sentinela.
Aziz entrou com o advogado em uma sala, sentou e começou a falar de Saddam Hussein, com orgulho:
''Era meu comandante, me sinto orgulhoso de ter trabalhado com ele''. Disse também que lamentava profundamente te-lo visto martirizado, tanto ele como seus companheiros.
O advogado conta que, depois pedir por paz na alma do extinto Saddam Hussein, Aziz perguntou:
''Como reagiu o pessoal a respeito de meu testemunho no tribunal?''.
O advogado respondeu que ''todo mundo estava de acordo em reconhecer seu valor e sua audácia, e ninguém esperava menos de alguém como você''.
Se alegrou por ouvir essas palavras, em seguida disse ''militamos pelos povos árabes e fizemos o que estava ao nosso alcance''.
Aziz também falou de sua esperança que as pessoas tomem consciência de todas as conspirações que o Iraque teve de enfrentar, desde a guerra com o Irã até o assunto do Kuwait e a atual ocupação do país.
''São questões complicadas, as pessoas precisam conhecê-las para compreender que o que aconteceu era honroso, que nos foi imposto e que, com independência dos resultados, cumprimos com nosso dever'', completou Aziz.

Leia abaixo a entrevista completa:

Lokman Iskender: Citaram o senhor como testemunha no caso al-Anfal (A campanha militar contra os curdos). O que o senhor tem a ver com esse assunto?
Tareq Aziz: Como ministro de Relações Exteriores, não tive nada a ver com as ações militares ou com qualquer outro assunto interno.

L.I -Está preso há quatro anos. Esperava por isso?

AZIZ -Não, mas pela minha família aceito qualquer coisa, inclusive ficar aqui por 15 anos.

L.I - Está arrependido de ter se entregado aos americanos em troca da liberdade de sua família? [2]

AZIZ -De forma alguma!

L.I - Mas está detido há quatro anos sem a menor acusação.

AZIZ - Para mim, era prioritária a saída de minha família do Iraque.
Por outro lado, tinha muito poucas possibilidades de me ocultar no Iraque. Como diplomata sou muito conhecido e tinha a idéia de que era melhor me entregar aos americanos que ser detido por iraquianos.
Isso me dá a oportunidade de escrever a verdadeira história do homem Saddam, no Iraque e de suas Relações Exteriores deste os anos 1980 até os nossos dias.

L.I - No último 15 de março foi anunciado aqui no Iraque que se estudava seriamente abolir a pena de morte.

AZIZ - Sim! Agora que já fizeram o que queriam fazer, podem abolir a pena de morte! (rindo).

L.I - Já começou a escrever as suas memórias?

AZIZ - Sim.

L.I - Pode adiantar para a gente algum detalhe?

AZIZ - Mais adiante, mais adiante.

Os piores momentos

L.I -Qual foi o momento mais difícil que passou durante sua detenção?

AZIZ - Quando vi na televisão a execução do Presidente Saddam Hussein.

L.I - Outros momentos igualmente difíceis?

AZIZ - Sim, quando compareci como testemunha no processo. O presidente do tribunal era muito agressivo e isso me chateou muito. O lembrei que eu estava aprisionado e o perguntei: que mais poderia fazer? vai me enfiar atrás das grades?

L.I - Quem será a primeira personalidade que visitará ao sair da cadeia?

AZIZ - O rei Abdulá II, da Jordânia , e depois o presidente iemenita e o emir do Catar.

L.I - Qual é o chefe de Estado, árabe ou de outro país, cuja atitude lhe pareça boa em relação ao Iraque?

AZIZ - O rei Abdulá II. Sua atitude a respeito dos iraquianos é excelente. É quem se encarregou de minha família, filhos e neto, e trata muito bem aos iraquianos na Jordânia.
Nesse sentido é muito honorável também a atitude do presidente iemenita Ali Abdalá Salá, já que recebeu muitos iraquianos e deu oportunidades de trabalho a mais de 3 mil professores que corriam perigo de serem liqüidados se permanecessem no Iraque. Por outro lado, no Iemen existem muitas famílias de autoridades do Iraque e há pouco soube que minha esposa também está ali.

Pelo que se refere ao Ocidente, a posição espanhola favorável aos EUA era muito curiosa, tendo em vista as boas relações históricas entre nosso país e eles. O ex-presidente Aznar arrastou seu país à guerra no Iraque, mas o povo espanhol acordou, fez com que seu governo caísse e que retirasse suas tropas do Iraque.

(Durante essa parte da entrevista Tareq Aziz teve fortes ataques de tosse)

L.I - O senhor não está bem de saúde.

AZIZ - Os americanos não me asseguram bons cuidados sanitários e os medicamentos que me dão são simples tranqüilizantes. Tive que esperar dois anos para conseguir uma dentadura.

O futuro do Iraque

L.I - Na sua opinião, quem e quais são os verdadeiros inimigos do Iraque?

AZIZ - Os governos americano e britânico, mas não seus povos; além deles o Irã e alguns governos árabes que participaram de maneira direta na introdução dos americanos no Iraque, e os ajudaram.

Na atual França a classe política é muito jovem e eu não a conheço. Entretanto conheço Chirac, que me recebeu muito bem durante a minha última visita e inclusive uma vez quebrou o protocolo, me acompanhando em uma caminhada numa escalinata no Eliseu (N. da redação, escalinata é uma caminho longo em aclive com diversos patamares, muito utilizada no Império Romano).

O premiê Jospin me recebeu três vezes e me acompanhou até a escalinata de Matignon, rompendo também o protocolo. Tudo isso é testemunho de amizade e respeito ao Iraque. A postura da Rússia também é boa, tatno do atual ministro de Relações Exteriores como o representante nas Nações Unidas, são pessoas excelentes.

L.I - Tem alguma relação com o presidente americano George W. Bush?

AZIZ - Encontrei-me várias vezes com Bush pai, mas não com o filho. Em 1984 visitei a Casa Branca e nos encontramos em várias ocasiões, entre elas o enterro do presidente iugoslavo, Marechal Tito.

L.I - Com quem fala e passa o tempo agora que executaram seus companheiros de cela?

AZIZ - Passo o tempo com meus camaradas Akla al-Kebissi, um general, Latif al-Mahal, um ex-governador, e o professor Jamel, marido de Hella Saddam Hussein. Ele, por não ter lugar na sua cela e possuir vários exemplares repetidos de livros, me deu uma mala que tinha exemplares do alcorão, da bíblia e de vários outros livros de política e filosofia.

L.I - Qual é o futuro do Iraque depois de tudo o que aconteceu?

AZIZ - Estou convencido de que a coalizão (das forças de ocupação) será desfeita, de que os americanos vão se retirar. O povo iraquiano segue sendo um povo vivo, que repudia a injustiça. Estou convencido de que o Iraque voltará a se reunir. O povo iraquiano é um povo escolarizado e educado, e tudo isso conduzirá o país a um bom destino.

L.I - Qual é o papel atual do Vaticano na questão iraquiana?

AZIZ - Não conheço o atual papa e minha última visita ao Vaticano (quando encontrou-se com João Paulo II em fevereiro de 2003) foi na qualidade de ministro das Relações Exteriores do Iraque. Tinha boas relações, oficiais e pessoais, mas atualmente não conheço a nova política do Vaticano.

L.I - Onde pretenderia viver assim que sair do cárcere?

AZIZ - Ficaria um tempo na Jordânia com a minha família e depois iria para a Itália.

Notas do site IraqSolidaridad, onde essa entrevista foi publicada:

1. O Camp Cropper está situado no Aeroporto Internacional de Bagdá.
Os EUA mantém nesse centro de detenção os mais importantes dirigente do governo deposto do Iraque e da Resistência
2. Tareq Aziz entregou-se imediatamente após a tomada de Bagdá pelos americanos em 24 de abril de 2003, devido ao estado de saúde de sua esposa. Sua própria saúde havia deteriorado notavelmente durante os meses anteriores ao início da invasão. Tareq Aziz nasceu em 1936.
3. Veja no site IraqSolidaridad: Ahmed Yanabi: Entrevista com Badie Issat, advogado de Tareq Aziz: ''Foi detido há três anos sem acusação concreta contra ele'' e Dahr Jamail: ''Não levarão Tareq Aziz ao Tribunal: vão deixá-lo morrer na prisão''.

Matéria publicada no Tunistri (
www.tunisitri.net) e no IraqSolidaridad (www.iraqsolidaridad.org)



Milicianos del Mahdi


El clérigo as-Sáder se ofrece para desempeñar un papel más relevante en el Iraq ocupado


World Socialist Web Site’ / IraqSolidaridad: 18-06-07

James Cogan,


“A pesar del tono anti-ocupación del discurso, as-Sáder fue muy cuidadoso al pedir una oposición política pero no militar. No hizo público ningún calendario propio para la retirada de las tropas extranjeras, ni tampoco revocó su orden de principios de año para que el Ejército del Mahdi se replegara y no ofreciera resistencia a las operaciones militares estadounidenses.”


El Ejército del Mahdi lanza una ofensiva para controlar el sudoeste de Bagdad


Uruknet’ / IraqSolidaridad: 18-06-07

Leila Fadel, Sahar Issa y Mohamad al-Dulaimy


“Milicianos del Ejército del Mahdi, apoyados por combatientes shiíes y hombres armados con vestimenta civil, acordonaron completamente el vecindario de Bayaa, de mayoría shií. Según testimonios de los vecinos y de la policía, la actividad del Ejército del Mahdi se ha intensificado en los últimos dos días, especialmente tras la toma de dos mezquitas sunníes [en este barrio]. Esta parece ser la estrategia del Ejército del Mahdi para controlar franjas de la zona oeste de la rivera del Tigris.”


Foto:Paramilitares del Ejército del Mahdi de la corriente del clérigo as-Sáder, acusados de nutrir los 'escuadrones de la muerte'

Iraquianos presos e torturados em cárceres clandestinos

Foto: Soldado de EEUU vigilan a varios detenidos iraquíes, uno de ellos herido, tras un enfrentamiento en Baquba el 29 de marzo de 2007.

Los ocupantes han mantenido a miles de detenidos iraquíes en cárceles clandestinas


Global Policy Forum / IraqSolidaridad: 07-05-07Informe de ‘Global Policy Forum’ (III)


“Decenas de miles de personas inocentes han sido objeto de detenciones abusivas, separadas de sus familias y mantenidas incomunicadas durante largos periodos de tiempo. Esta política ha aterrorizado a la población iraquí, ha producido graves daños y ha violado gravemente la legislación internacional.”

La destruicción del Patrimonio cultural de Iraq


Las operaciones militares de los ocupantes han dañado gravemente lugares históricos


‘Global Policy Forum’ / IraqSolidaridad: 11-06- 07Global Policy Forum (VIII)

“Las fuerzas de la Coalición han levantado campamentos [militares] en lugares arqueológicos vulnerables y han destruido ciudades históricas durante sus operaciones militares.

A pesar de las muchas peticiones provenientes del mundo entero, los ocupantes han dejado los yacimientos arqueológicos de Iraq a merced de los ladrones, mostrando un grave desprecio hacia las leyes internacionales.

Los saqueadores han expoliado docenas de yacimientos importantes, y el expolio continúa día tras día.”

Un cartel, elaborado por un arqueólogo iraquí, ruega se proteja el sitio de Babilonia, que las tropas de ocupación convertirán en base operativa, causando graves daños al yacimiento



Resistência iraquiana e Al Qaeda



22-Out-2006
RESISTÊNCIA IRAQUIANA REJEITA PROCLAMAÇÃO PELA AL QAEDA DE UM ESTADO ISLÂMICO NO IRAQUE
Segundo informa o diário em árabe editado em Londres al-Hayat na sua edição da passada 3ª feira 17 de Outubro, representantes comunitários da província ocidental iraquiana de al-Anbar, do Partido Baas e de 17 grupos da resistência armada coordenados em cinco áreas do Iraque concordaram em denunciar e fazer frente à proclamação pelo Conselho Consultivo dos Mujaheddines da Al Qaeda de um Estado islâmico sunita em seis províncias centrais do Iraque e em distritos de outras duas províncias do sul, para além de Bagdad, segundo tornou público esta semana esta organização.
Nota informativa da CEOSI (Campaña do Estado espanhol contra la Ocupación y por la Soberanía de Iraq) IraqSolidaridad
A proclamação de um Estado islâmico sunita pressupõe um novo passo na escalada da violência sectária alimentada pela Al Qaeda por um lado e pelos esquadrões da morte parapoliciais das milícias xiitas vinculadas ao governo iraquiano por outro lado.
Um porta-voz da aliança de organizações armadas assinala que "[...] as nossas operações são contra os ocupantes e os colaboracionistas. Não atacamos iraquianos", ao mesmo tempo que reitera a recusa a estabelecer negociações com o primeiro-ministro al-Maliki.
O governo iraquiano atrasou até 4 de Novembro, por "razões de segurança", a conferência denominada de "reconciliação nacional" que deveria iniciar-se na 6ª feira 20 de Outubro.
Combates em Ramadi
Na 2ª feira 16 de Outubro registaram-se já confrontos armados entre combatentes iraquianos e militantes estrangeiros da Al Qaeda em Ramadi, nos quais morreram 13 pessoas , incluindo um responsável local da Al Qaeda, segundo informaram fontes hospitalares desta cidade, capital da província de Anbar.
Os combates deram-se como consequência da mencionada declaração de imposição de um Estado islâmico pela rede da Al Qaeda e reproduzem anteriores confrontos nesta e noutras zonas do país com sólida presença guerrilheira entre a corrente taqfirista e a resistência iraquiana que condena a violência sectária e indiscriminada contra civis.



11/04/2007


No termina de recuperarse de su enfermedad y Fidel Castro ya parece haber recuperado el semblante político. Por lo menos, así lo deja entrever en el presente artículo donde le suelta todo al presidente de Estados Unidos, George Bush. El artículo, de nuevo, fue publicado en el diario favorito del líder cubano: el Granma

La respuesta brutal

EL más genuino representante de un sistema de terror que ha sido impuesto al mundo por la superioridad tecnológica, económica y política de la potencia más poderosa que ha conocido nuestro planeta, es sin duda George W. Bush. Compartimos, por ello, la tragedia del propio pueblo norteamericano y sus valores éticos. Solo de la Casa Blanca podían proceder las instrucciones para el fallo dictado por Kathleen Cardone, jueza de la Corte Federal de El Paso, Texas, el pasado viernes, concediéndole la libertad bajo fianza a Luis Posada Carriles.Fue el propio presidente Bush quien eludió en todo momento el carácter criminal y terrorista del acusado. Se le protegió imputándole una simple violación de trámites migratorios. La respuesta es brutal. El gobierno de Estados Unidos y sus instituciones más representativas decidieron de antemano la libertad del monstruo.Los antecedentes son bien conocidos y vienen de muy atrás. Los que lo entrenaron y le ordenaron destruir una nave cubana de pasajeros en pleno vuelo, con 73 atletas, estudiantes y otros viajeros nacionales y extranjeros a bordo, además de su abnegada tripulación; los que, estando preso el terrorista en Venezuela, compraron su libertad para suministrar y prácticamente dirigir una guerra sucia contra el pueblo de Nicaragua, que significó la pérdida de miles de vidas y la ruina del país por décadas; los que le dieron facultades para contrabandear con drogas y armas a fin de burlar las leyes del Congreso; los que con él crearon la terrible Operación Cóndor e internacionalizaron el terror; los que llevaron a la tortura, la muerte y muchas veces a la desaparición física de cientos de miles de latinoamericanos, era imposible que actuaran de otra forma.No por esperada la decisión de Bush es menos humillante para nuestro pueblo, porque fue Cuba la que, partiendo de las revelaciones de "Por Esto!", órgano de prensa del Estado mexicano de Quintana Roo, complementadas después por nuestros propios medios, supo con toda precisión que Posada Carriles entró desde Centroamérica, vía Cancún, hacia Isla Mujeres, desde donde, a bordo del Santrina, después de ser inspeccionada la nave por las autoridades federales de México, se dirigió junto a otros terroristas directamente a Miami.Denunciado y emplazado públicamente el gobierno de ese país con datos exactos sobre el tema desde el 11 de abril del 2005, demoró más de un mes en arrestar al terrorista y tardó un año y dos meses en reconocer que Luis Posada Carriles entró ilegalmente por las costas de la Florida a bordo del Santrina, un supuesto buque-escuela matriculado en EE.UU.De sus incontables víctimas, de sus bombas contra instalaciones turísticas en años recientes, de sus decenas de planes financiados por el gobierno de Estados Unidos para eliminarme físicamente no se dice una sola palabra.No era suficiente para Bush haber ultrajado el nombre de Cuba instalando en el territorio ilegalmente ocupado de Guantánamo un horrible centro de tortura similar al de Abu Ghraib, que al ser conocido causó espanto en el mundo. La cruel acción de sus antecesores no le parecía suficiente. No le bastaban los 100 mil millones de dólares que obligaron a gastar a un país pobre y subdesarrollado como Cuba. Acusar a Posada Carriles era acusarse a sí mismo.A lo largo de casi medio siglo, todo era válido contra nuestra pequeña isla a 90 millas de sus costas, que deseaba ser independiente. En la Florida se instaló la más grande estación de inteligencia y subversión que había existido en el planeta.No bastaba la invasión mercenaria de Girón, que costó a nuestro pueblo 176 muertos y más de 300 heridos cuando los pocos especialistas de Medicina que nos dejaron no tenían experiencia en heridas de guerra.Antes había estallado en los muelles del puerto de La Habana el buque francés La Coubre, que transportaba armas y granadas de fabricación belga para Cuba, causando con sus dos explosiones, bien sincronizadas, la muerte a más de 100 trabajadores y heridas a otros muchos en plena faena de salvamento.No bastaba la Crisis de Octubre de 1962, que llevó al mundo al borde límite de una guerra termonuclear total, cuando ya existían bombas 50 veces más poderosas que las que estallaron sobre Hiroshima y Nagasaki.No bastaba la introducción en nuestro país de virus, bacterias y hongos contra plantaciones y rebaños, e incluso, aunque parezca increíble, contra seres humanos. De laboratorios norteamericanos salieron algunos de estos patógenos para ser trasladados a Cuba por terroristas bien conocidos al servicio del gobierno de Estados Unidos.A todo esto se añade la enorme injusticia de mantener en prisión a cinco heroicos patriotas que, por suministrar información sobre las actividades terroristas, fueron condenados de forma fraudulenta a sanciones que alcanzan hasta dos cadenas perpetuas, y soportan estoicamente, cada uno de ellos en cárceles diferentes, crueles maltratos.Más de una vez el pueblo cubano ha desafiado sin vacilar el peligro de morir. Demostró que con inteligencia, usando tácticas y estrategias adecuadas, especialmente estrechando la unidad en torno a su vanguardia política y social, no habrá fuerza en el mundo capaz de vencerlo.Pienso que el próximo Primero de Mayo sería el día ideal para que nuestro pueblo, con un mínimo de gasto en combustible y medios de transporte, exteriorice sus sentimientos a los trabajadores y los pobres del mundo.Fidel Castro Ruz.10 de abril del 2007

http://pospost.blogspot.com/2007/04/fidel-castro-le-canta-sus-verdades.html

CIA FOIA


Freedom of Information Act


FOIA Electronic Reading Room


The CIA has established this site to provide the public with an overview of access to CIA information, including electronic access to previously released documents.

Because of CIA's need to comply with the national security laws of the United States, some documents or parts of documents cannot be released to the public.

In particular, the CIA, like other U.S. intelligence agencies, has the responsibility to protect intelligence sources and methods from disclosure.

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What's New at FOIA?


Site last updated: June 26, 2007


CIA Releases Two Significant Collections of Historical Documents

Two significant collections of previously classified historical documents are now available in the CIA's FOIA Electronic Reading Room.
The first collection, widely known as the "Family Jewels," consists of almost 700 pages of responses from CIA employees to a 1973 directive from Director of Central Intelligence James Schlesinger asking them to report activities they thought might be inconsistent with the Agency's charter.
The second collection, the CAESAR-POLO-ESAU papers, consists of 147 documents and 11,000 pages of in-depth analysis and research from 1953 to 1973.

The CAESAR and POLO papers studied Soviet and Chinese leadership hierarchies, respectively, and the ESAU papers were developed by analysts to inform CIA assessments on Sino-Soviet relations.


Top Searches!

The Frequently Requested Records section now shows May's Top 25 Most Requested Documents and April & May's Top 25 Search Phrases.


New Look!

On May 14, the CIA unveiled its newly-designed Web site.

The FOIA Electronic Reading Room has likewise updated its look to match.

Organization of the FOIA site is still the same, so all of your favorite sections and bookmarks should still be the same.

More on the new site design may be read here.


Fiscal Year 2006 Annual Report Now Available

The latest Annual Report may now be downloaded in Microsoft Word, Acrobat (PDF), and Plain text formats.


Frequently Asked Questions

Conveniently located in the left navigation bar is a collection of Frequently Asked Questions about this site and procedures.


Plan and Report of the Central Intelligence Agency Submitted to the Attorney General of the United States and the Director of the Office of Management and Budget In Compliance with Executive Order 13392.
This report is the response of the Central Intelligence Agency (CIA) to Section 2(b) of Executive Order 13392 which requires the Chief Freedom of Information Act Officer of each federal agency subject to the FOIA to develop an "agency-specific plan to ensure that the agency's administration of the FOIA is in accordance with applicable law and the policies set forth in section 1 of this Order." PDF format, 410k.


Links to Other FOIA Sites

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Revelações da CIA


26/06/2007 - 21h18

CIA revela como quis assassinar Fidel Castro e Omar Torrijos
Washington, 26 jun (EFE).- A CIA (agência central de inteligência americana) divulgou hoje, entre outros segredos do período entre as décadas de 50 e 70, os detalhes de um plano para matar o presidente de Cuba, Fidel Castro.A tentativa de assassinato está descrita nos documentos conhecidos como "jóias da família", divulgados hoje pela CIA e que também revelam tentativas de seqüestro e a espionagem de jornalistas, dissidentes e de seus próprios funcionários.Os relatórios detalham violações de correspondências entre os EUA e a China, e entre os EUA e a União Soviética, assim como experiências com ácido lisérgico (LSD) sem que as cobaias suspeitassem.Também incluem vários dados sobre o caso Watergate, que custou a Richard Nixon a Presidência dos Estados Unidos.Além disso, os documentos divulgados revelam como os responsáveis pela CIA trocaram uma série de memorandos depois de a revista "Newsweek" publicar que a agência pretendia assassinar o general panamenho Omar Torrijos e mencionar o nome do espião Howard Hunt.Os memorandos indicam que ninguém na agência sabia da existência da trama.Os relatórios também fazem referência ao roubo efetuado da embaixada do Chile em Washington no dia 15 de maio de 1972, que os diplomatas consideraram que teve como objetivo recolher documentos.Segundo as cerca de 700 páginas de documentos, em 1960, a agência de espionagem quis usar um membro da máfia de Las Vegas, chamado Johnny Roselli, para matar Fidel em "uma ação típica de gângsteres".Em agosto de 1960, o agente da CIA Richard Bisell entrou em contato com o coronel Sheffield Edwards, do Escritório de Segurança, para saber se ele tinha algum contato que pudesse ajudar "em uma missão delicada", cujo objetivo era a morte de Castro.Por causa da natureza "extremamente delicada" do plano, "só um pequeno grupo foi informado" de sua existência.Uma fonte do Escritório de Segurança, Robert Maheu, propôs o nome de Roselli, um suposto membro da máfia.Em um encontro no hotel Hilton Plaza de Nova York, Maheu, que se apresentou a Roselli como um contador, contou ao seu interlocutor que havia sido contratado por uma companhia que estava tendo muito prejuízo por causa das medidas de Fidel, e que seus superiores estavam dispostos a pagar US$ 150 mil pela morte do líder cubano.Os idealizadores do plano iam "deixar claro" a Roselli "que o Governo dos Estados Unidos não estava nem deveria ficar a par da operação"."Inicialmente, (Roselli) não quis se envolver, mas (...) concordou em apresentar um amigo, Sam Gold, que conhecia pessoas em Cuba.Gold, também conhecido como Momo Salvatore Giancana, disse que matar Fidel com armas de fogo poderia ser um problema, razão pela qual sugeriu que o líder cubano fosse envenenado com alguma comida ou bebida.Aproximadamente cinco pílulas "de conteúdo altamente letal" foram entregues a Juan Orta, um cubano que recebia dinheiro da máfia do jogo e que tinha vínculos com Fidel.Após várias semanas de tentativas, Orta "voltou atrás e pediu para ser substituído". Ele ainda indicou outra pessoa, que também "fez várias tentativas sem sucesso".O plano foi suspenso devido ao fracasso da invasão da Baía dos Porcos, em abril de 1961.Os documentos também revelaram que, entre agosto de 1965 e outubro de 1967, a CIA manteve detido em uma cela especial, equipada apenas com uma cama, um agente do extinto KGB (antigo serviço secreto russo), chamado Yuri Ivanovich Nosenko.A série de documentos, quase 700, foram escritos há 30 anos, quando o então diretor da CIA, James Schlesinger, pediu a seus agentes, em um memorando divulgado hoje, que detalhassem "qualquer atividade" que estivesse ocorrendo, ou que tivesse ocorrido, e que pudesse ser considerada "como fora da carta legislativa da agência".Segundo Tom Blanton, diretor dos Arquivos de Segurança Nacional - órgão subordinado à Universidade George Washington e especializado na pesquisa de documentos secretos tornados públicos -, a divulgação dos arquivos equivale "a um pedido de perdão dos altos funcionários da CIA por seus pecados".
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