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sábado, 19 de janeiro de 2008

O PETRÓLEO É DOS IRAQUIANOS!

Let the Iraqis decide what to do with their oil


Deixem os Iraquianos decidirem o que fazer com seu petróleo



Help us pile thousands of postcards like the one below on the desk of Speaker of the House Nancy Pelosi asking her to do everything in her power to let Iraqis decide what to do with their oil.

We'll send you postcards;

all you have to do is ask your friends, family and other members of your community to sign them.



Dear Speaker Pelosi:
Establishing a sound process for extraction and distribution of oil revenues is a vital step toward peace and stability in Iraq. For this process to be successful, it must reflect the desires and interests of Iraqis themselves. Please do everything in your power to prevent the United States from pressuring Iraqis to pass the 'hydrocarbons bill' or any other legislation dictating who will control Iraq's oil, including the role of private companies.
Sincerely,
Your Name


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Because foreign policy is too important to be left to the politicians.
Porque policiar os estrangeiros é importante demais para ser deixado para os políticos.

http://www.justforeignpolicy.org/issues/iraqoil.html

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Não ao acordo entre Israel e o Mercosul

Não ao Acordo entre Israel e o Mercosul

View Current Signatures - Sign the Petition

To: Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Ao Presidente da República Federativa do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, Exmo. Presidente, Foi com gravidade e grande preocupação que tomamos conhecimento dos planos dos governos dos países membros do MERCOSUL, incluindo o Brasil, de assinar um acordo de livre comércio com o Estado de Israel. Vimos, por meio desta, e pelos motivos abaixo assinalados, solicitar que o Sr. reconsidere sua decisão e evite a assinatura desse acordo. O Sr. deve estar ciente de que os negociadores do MERCOSUL estão tratando com contrapartes que representam um Estado em franca violação da Lei Internacional e dos Direitos Humanos. A ocupação militar israelense dos territórios palestinos representa a mais longa ocupação militar ilegal da história moderna, e Israel representa atualmente o último estado onde o apartheid se encontra institucionalizado e legalizado pela sua própria Corte Suprema de Justiça. Para além da escalada mais recente da violência em Gaza e Cisjordânia, o que se percebe é uma violação israelense da Lei Internacional que vem de longa data. O Estado de Israel está terminando rapidamente a construção do Muro dentro do território palestino, cortando cidades ao meio (como Kalandia) e contornando outras (como a histórica Belém, e Qalquilya). Está anexando mais 9,5% das melhores terras da Cisjordânia, anexando Jerusalém oriental ao mesmo tempo em que leis de “planejamento urbano” expulsam os seus habitantes palestinos, legítimos proprietários, residentes e cidadãos da chamada “Cidade Santa” (para as três religiões monoteístas). Seria impossível no escopo de uma carta descrever toda a violação dos Direitos Humanos praticada pelo Estado de Israel contra o povo palestino. Mas é necessário mencionar: assassinatos dirigidos; ataques contra a população civil; roubo diário de terra e água subterrânea; demolição arbitrária de casas; limpeza étnica em Jerusalém oriental e sua transformação forçosa em um lugar “somente para judeus”; o impedimento do direito à locomoção; sistemas separados de estradas que asseguram a livre circulação dos colonos judeus dentro dos Territórios, e ao redor dos guetos palestinos; impedimento do acesso à saúde e à educação, à liberdade de culto e residência, enfim, um verdadeiro sistema de punição coletiva de toda uma população. Salientamos, portanto, que as ações praticadas pelo Estado de Israel representam a violação das principais convenções internacionais, resoluções das Nações Unidas, e determinações da Lei Humanitária Internacional, notadamente:
• A Decisão da Corte Internacional de Justiça (CIJ) de 9 de julho de 2004, a respeito da ilegalidade do muro e da necessidade de destruí-lo, seguida pela sua ratificação pela Assembléia Geral da ONU, resolução ES-10/15 (20 July 2004).
• Resolução n° 181 da ONU, determinando a divisão da Palestina entre judeus e palestinos e estabelecendo as fronteiras nacionais, bem como o status de Jerusalém e a não-discriminação da população Palestina que permanecesse dentro o novo estado de Israel; Resolução 194, que determina o direito ao retorno e compensação aos refugiados palestinos; 242, a respeito da retirada israelense de todos os territórios ocupados em 1967.
• A Quarta Convenção de Genebra, relativa aos direitos civis em território ocupado, particularmente no que concerne a proibição da punição coletiva, destruição da propriedade, transferência da população do estado ocupante para os territórios ocupados, o dever de assegurar os serviços básicos de infra-estrutura e saneamento, saúde pública e higiene nos territórios ocupados.
• Convenção Internacional para a Supressão e a Eliminação do Crime de Apartheid. Particularmente, a decisão da CIJ envolve obrigações claras para todos os Estados signatários da IV Convenção de Genebra: “Todos os Estados estão obrigados a não reconhecer a situação ilegal resultante da construção do muro e não render ajuda ou assistência para manter a situação criada por tal construção. Todos os Estados signatários da Quarta Convenção de Genebra relativa à Proteção de Pessoas Civis em tempo de Guerra, de 12 agosto de 1949, têm, além disso, a obrigação de (...) assegurar que Israel cumpra com as suas obrigações perante a Lei Humanitária Internacional tal qual incorporada naquela Convenção” (International Court of Justice: Legal consequences of the construction of the wall in the Occupied Palestinian Territory, Advisory Opinion, 9 July 2004). A decisão da Corte Internacional de Justiça não deixa dúvida quanto ao papel dos estados signatários das Convenções de Genebra, e membros das Nações Unidas, no processo de se fazer respeitar a sua decisão. Acima da Assembléia Geral da ONU e do seu Conselho de Segurança, está a responsável soberania das nações até o momento em que se colocam em violação das mesmas. O comércio do Brasil com Israel já implica no apoio a sérias violações dos direitos humanos. Para tomar um exemplo, parte significativa das exportações israelenses aos países do MERCOSUL são produtos químicos, especialmente fertilizantes, seguidos de maquinaria. Primeiro, consta que quatro fábricas de produtos químicos israelenses estão trabalhando dentro de assentamentos na Cisjordânia. Segundo, os fertilizantes importados são os mesmos que abastecem os assentamentos israelenses (ilegais). Finalmente, as companhias que vendem suas maquinarias ao MERCOSUL também fornecem para o exército de ocupação israelense e para as companhias que constroem o muro. Por outro lado, nada poderá impedir que os nossos produtos nacionais, como a soja e a carne congelada, sejam vendidos e revendidos, a preços especialmente baixos, dentro dos assentamentos israelenses, abastecendo e suprindo um sistema ilegal de ocupação e vergonhoso apartheid. O MERCOSUL deve – e tem de fato a obrigação - de abster-se do Acordo de Livre Comércio ou de outros acordos até que Israel cumpra com o Direito Internacional e as Resoluções da ONU. Esse é o instrumento nas mãos do MERCOSUL para provar claramente a sua oposição à ocupação israelense dos Territórios palestinos, e contribuir para a aplicação do Direito Internacional. Assim sendo, reiteramos nossa oposição ao Acordo de Livre Comércio entre o MERCOSUL e Israel, clamando a que o governo brasileiro se negue em assinar esse acordo.
Assinam:
Sincerely,

quarta-feira, 11 de julho de 2007

CHAMAMENTO INTERNACIONAL URGENTE PARA SALVAR A VIDA DOS INTELECTUAIS IRAQUIANOS



Asesinato de docentes universitarios en Iraq:una guerra para borrar la cultura y el futuro de los iraquíes

Llamamiento internacional urgente para salvar a los profesores iraquíes

Manifiesto y lista de firmantes

IraqSolidaridad (www.iraqsolidaridad.org), 10 de enero, 2006
Traducido del inglés para IraqSolidaridad por Beatriz Morales
Actualización: 25-06-07

"Esta situación es un reflejo de la ocupación en su conjunto: una catástrofe de proporciones increíbles desplegada en un clima de indiferencia criminal. Según el Derecho Humanitario internacional, Estados Unidos, como poder ocupante, es el responsable último de la protección de los ciudadanos iraquíes, incluyendo a sus profesores."

Un aspecto poco conocido de la tragedia que asola Iraq es la sistemática liquidación de los profesores del país [1]. Aún siguiendo cálculos conservadores, más de 250 docentes han sido asesinados y otros muchos cientos han desaparecido. Con miles de ellos que huyen del país por temor a perder la vida, Iraq no sólo está sufriendo una importante fuga de cerebros sino que la clase profesional laica del país -que se ha negado a ser cooptada por la ocupación- está siendo diezmada, con las trascendentes consecuencias que esto tiene para el futuro de Iraq. Ya el 14 de julio de 2004, el veterano corresponsal Robert Fisk indicaba desde Iraq:
"El personal universitario sospecha que existe una campaña para privar a Iraq de sus profesores, para completar la destrucción de la identidad cultural del país que empezó en el momento en que el ejército estadounidense entraba en Bagdad."
La oleada de asesinatos no parece partidista ni sectaria, y tiene por objetivo tanto hombres como mujeres, y abarca todo la extensión del país. Es indiscriminada en relación a las especialidades: entre los muertos hay profesores de Geografía, Historia y Literatura árabe, así como de Ciencias.
Según NNUU aproximadamente un 84% de las instituciones de educación superior de Iraq ya han sido quemadas, saqueadas o destruidas. El sistema educativo iraquí era uno de los mejores de la zona; uno de los mayores logros del país era el buen nivel educativo de su pueblo.
Esta situación es un reflejo de la ocupación en su conjunto: una catástrofe de proporciones increíbles desplegada en un clima de indiferencia criminal. Según el Derecho Humanitario internacional, Estados Unidos, como poder ocupante, es el responsable último de la protección de los ciudadanos iraquíes, incluyendo a sus profesores.
Con esta petición queremos romper el silencio.
- Hacemos un llamamiento a las organizaciones que trabajan para hacer respetar o defender el Derecho Humanitario internacional para que incluyan estos crímenes en sus agendas.
- Pedimos que se emprenda inmediatamente una investigación independiente internacional para probar estos asesinatos extrajudiciales. Esta investigación deberá examinar también el aspecto de la responsabilidad para identificar claramente a los culpables de esta situación. Hacemos un llamamiento al relator especial sobre Ejecuciones Sumarias del Alto Comisionado de Derechos Humanos de Naciones Unidas de Ginebra para que actúe en tal sentido.
Un llamamiento a actuar para salvar a los profesores iraquíes
1. Hacemos un llamamiento a todas las personas, especialmente a profesores y estudiantes, para que ayuden a acabar con el silencio que rodea el actual crimen de asesinato de los profesores iraquíes y la destrucción de la infraestructura educativa iraquí, y a apoyar el derecho y esperanza de los profesores de vivir en un Iraq independiente y democrático, libre de la ocupación y de la hegemonía extranjera.
2. Urgimos a las instituciones y organizaciones académicas a declarar su solidaridad con sus colegas iraquíes.
3. Urgimos a los profesores a forjar vínculos entre los educadores iraquíes, tanto en el exilio como dentro de Iraq, y las universidades de todo el mundo.
4. Urgimos a las organizaciones de estudiantes a establecer relaciones con las organizaciones de estudiantes de Iraq.
5. Urgimos a los educadores para que movilicen a sus colegas y ciudadanos preocupados para que secunden la causa de la salvación de la riqueza intelectual iraquí organizando seminarios, coloquios y forums acerca de la difícil situación de los profesores iraquíes.
Los profesores e intelectuales del mundo deben actuar ahora para salvar las vidas de sus colegas en Iraq.
Esta petición ha sido lanzada por el Tribunal BRussells (Bélgica) en colaboración con la Campaña Estatal contra la Ocupación y por la Soberanía de Iraq (CEOSI) y suscrita por la Sesiones portuguesa y alemana del Tribunal Internacional sobre Iraq, el Comité Sueco contra la Guerra e International Action Center (EEUU), así como por la Asociación Internacional de Estudios sobre Oriente Medio (IAMES, en sus siglas en inglés), la Asociación Alemana de Estudios sobre Oriente Medio (DAVO, en sus siglas en alemán) y la Asociación Europea de Estudios sobre Oriente Medio (ENRAMES, en sus siglas en inglés).
La Universidad Autónoma de Madrid, en el marco de la iniciativa Tribunal Internacional sobre Iraq y en colaboración con la CEOSI, albergará en abril de 2006 un seminario internacional sobre el asesinato de docentes universitarios en Iraq.
Primeras personalidades internacionales firmantes [selección]
- Noam Chomsky, catedrático del Massachusetts Institute of Technology, EEUU.- Tony Benn, ex diputado laborista y presidente de Stop the War Coalition, Reino Unido.- Eduardo Galeano, escritor, Uruguay.- Hans von Sponeck, ex asistente del secretario general de NNUU y director del programa "Petróleo por Alimentos" entre 1998-2000, Alemania.- Howard Zinn, professor y escritor, EEUU.- John Pilger, periodista y documentalista cinematrográfico, Reino Unido/Australia.- Curtis F. J. Doebbler, jurista.- François Houtart, director de Tricontinental Center (Cetri), Bélgica.)- Immanuel Wallerstein, catedrático de la Universidad de Yale, EEUU.- Michel Chossudovsky, catedrático de Economía de la Universidad de Ottawa y director del Centre for Research on Globalization, Canadá.- Raymond W. Baker, presidente de IAMES (International Association of Middle East Studies).- Guenter Meyer, Centre for Research on the Arab World, Universidad de of Mainz, Alemania.- Tareq Ismael, catedrático de Ciencias Políticas de la universidad de Calgary, Reino Unido.- Jan Fermon, abogado, Progress Lawyers Network, Bélgica.- Dahr Jamail, periodista, EEUU.- Bert De Belder, coordinador de Medical Aid for the Third World, Bélgica.
Los premios Nobel de Literatura de 2004 y 2005, John M. Coetzee (Sudáfrica) y Harold Pinter (Reino Unido), respectivamente, la escritora Naomi Klein (Canadá), Richard Falk (catedrático de la Universidad de Princeton, EEUU) y Tony Negri (catedrático de Teoria del Estado, Italia) unen sus firmas a las de Noam Chomsky, Tony Benn, Eduardo Galeano, Hans von Sponeck, Howard Zinn, John Pilger, François Houtart, Immanuel Wallerstein y Michel Chossudovsky, entre otros, en el manifiesto internacional en apoyo a los profesores y profesoras iraquíes, que puede ser suscrito en el e-Mail de la CEOSI:
iraq@nodo50.org

Lista de adhesiones al Llamamiento internacional urgente para salvar a los profesores iraquíes


ASSINAR A PETIÇÃO:Adhesiones en el e-Mail de la CEOSI: iraq@nodo50.org


Nota de IraqSolidaridad:
1. Véase la lista en castellano de docentes universitarios asesinados en Iraq en: Docentes universitarios asesinados en Iraq durante el período de ocupación
Primeras personalidades firmantes y lista completa de adhesiones al llamamientoActualizado: 15-02-07Adhesiones: iraq@nodo50.org
Docentes universitarios asesinados en Iraq durante el período de ocupación
Materiales:
Llamamiento internacional urgente para salvar a los profesores iraquíesEnglish Documento en inglés
Madrid, sábado 22 y domingo 23 de abril: Declaración Final del Seminario Internacional sobre el asesinato de docentes y personal sanitario en Iraq; y enlaces relacionados
Dirk Adriaensens: Profesores iraquíes en zona de muerte: La necesidad de una investigación internacional independiente. El Pentágono ha gastado 3.000 millones de dólares en crear los 'Escuadrones de la muerte' que podrían estar detrás de los asesinatos de docentes
Artículo de Carlos Varea, coordinador de la CEOSI, publicado en el diario madrileño El Mundo el 25 de enero de 2006IraqSolidaridad: 26-01-06(1 pp. - 277 KB)

CEOSI http://www.iraqsolidaridad.org/index.html 2006-2007