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quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Comparemos: Iraque de Saddam e pós-Saddam


O DIA EM QUE GEORGE CHEGOU...


Comparemos quanta pilhagem está agora a ter lugar no Museu Nacional Arqueológico de Bagdad e noutras partes do Iraque, à era do regime de Saddam.


Comparemos quanto contrabando e roubo de petróleo existe agora em comparação com os tempos em que Saddam era presidente.


Juntemos a isto violações, roubos, assaltos e por último, mas não menos importante, a limpeza étnica generalizada.


Quantas igrejas se construíram durante o reinado de Saddam e, quantas mesquitas foram destruídas desde que chegou George Bush?


Quando Saddam era Presidente, os judeus de Bagdad andavam à vontade nas ruas da cidade,mas agora têm de ser protegidos por mercenários bem pagos…


Quantos iraquianos fugiram do seu país em comparação com os dois milhões de trabalhadores estrangeiros que estavam bem empregados no Iraque antes de que o George chegasse…


Não é preciso ter um Doutoramento em Ciências Políticas, nem ser especialista em história do Médio Oriente…


Acenda a sua televisão!


Se a Al-Qaeda alguma vez existiu… nunca foi dentro do Iraque, até e somente depois de que o George chegasse.


A fome, o caos e a guerra civil chegaram depois da invasão do George.


Se os EUA e os seus paus-mandados se retirassem do Iraque na tarde da próxima sexta-feira, a paz voltaria… na manhã da seguinte segunda-feira.


Nunca houve armas escondidas, nem vamos ver nenhuma democracia!


Boa-noite!


Adeus!


E para a próxima vez deixem os vossos “Georges” em casa e com trela…



Raja Chemayel

Tudo pelo Bem... De quem?

DEZ PASSOS PARA CHEGAR AO ISRAÓLEO

Primeiro, dizemos que o Presidente Saddam era um ditador perverso
Em segundo lugar,acusamos Saddam de ter Armas de Destruição Massiva
Em terceiro lugar,bombardeamos e invadimos o Iraque.
Em quarto lugar,declaramos que a agressão barbárica é uma “missão cumprida”pelo bem da democratização no berço da civilização.
Em quinto lugar,promovemos, iniciamos e organizamos o caos total no Iraque levando ao poder os senhores da guerra, os poderes feudais, os mullahse até os ladrões + 107.259 mercenários.
Em sexto lugar,perdemos a guerra e depois culpamos a Al-Quaeda e tentamos encontrar uma saída...
Se não, passamos ao número 7…
Em sétimo lugar, invadimos o Líbano, como distracção, porque Israel fracassou de todas as maneiras e repetidamente também.
Em oitavo lugar, se nunca encontrarmos as armas de Saddam escondidas no Líbano,então continuamos (de acordo com o planeado) a procurá-las, na Síria...
Em nono lugar,depois de devastar, destruir e arruinar a Síria, também,o último, e décimo passo, será declarar tudo isto um êxito total,e tudo em benefício de Israel...Claro!
Posso estar enganado, por isso aceitaria quaisquer outras análises ou acusações.
Até lá eu digo:“Foi tudo feito pelo bem de Israel”ou melhor “pelo bem do Israóleo”.

http://umarabefrustrado.blogspot.com/search/label/Armas%20de%20Destrui%C3%A7%C3%A3o%20Massiva

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

ONDE ESTÃO AS "TAIS" ARMAS QUÍMICAS DO IRAQUE?


"Interesse de esconder foi de quem vendeu.
Iraque; Importam as armas?
A imprensa morte-americana informa que as forças de operaçoes do exército encarregadas de buscar armas de destruiçao em massa no Iraque terminaram sua missao sem as achar em final de junho 2003.
O argumento de que Saddan possuia esta classe de armamento biológico, quimico ou nuclear foi o ponto fundamental sobre o que se apoiou a coalizao anglófona latrogenocida para invadir o Iraque e se apoderar do seus bens e extermnar seu povo.
Segue você crendo numa mentira que já foi admitida por Rumsfield, Cheney, Bush e Rice? Todos os morte-americanos no comando e envolvidos com o Iraque sao negociantes ou ex Executivos (CEO's) de empresas multinacionais de petroleo que andavam perdendo terreno para as Estatais.
Grande parte dessa história de Internacional Terrorismo Islamico, luta do Bem contra o Mal, Luta contra o Terror é cascata.
O combustível dessa e de outras guerras é o Petroleo.
Agora as armas nao importam mais.
Quem pensa que este assunto seja relevante para o desenrolar dos fatos evidentemente está de sacanagem com a comunidade e com vontade de irritar seus membros".
Postado por Faria


sábado, 7 de julho de 2007

Iraque - Busca por armas de Saddam ainda sangra Iraque
Impressionante.
A busca pelas armas de destruição em massa que justificaram a invasão americana ao Iraque, encerradas oficialmente em 2004, ainda sangram as reservas financeiras iraquianas em cerca de US$ 10 bilhões por ano.
Essa é a quantia que o governo de Bagdá é obrigado a pagar ao grupo americano encarregado da busca.
A descoberta é do Congresso.
A equipe formal foi desfeita, constatou-se, mas a comissão de monitoramento criada pela ONU, sob a coordenação dos EUA, ainda está ativa e sua extinção só foi pedida este mês.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

IRAQUE CONVIDOU ESPECIALISTAS EM ARMAS EM 2002


05 de agosto, 2002 - Publicado às 22h12 GMT
Iraque convida Congresso americano para inspeção

Iraque convidou especialistas em armas

O governo do Iraque convidou o Congresso americano para enviar uma comissão à capital Bagdá, para inspecionar a denúncia de existência de armas de destruição em massa no país.

A oferta foi feita através de uma carta do parlamentar iraquiano, Saadoun Hammadi, enviada após uma reunião de líderes do país.

A Casa Branca já recusou o convite, e correspondentes em Washington dizem que o Congresso americano provavelmente não vai levar a proposta à sério.

O convite acontece após o Conselho de Segurança das Nações Unidas anunciar que vai discutir a oferta do Iraque, feita na semana passada, para o chefe de inspeção de armas das Nações Unidas, Hans Blix, visitar Bagdá.

Cautela

A imprensa oficial no Iraque convocou a ONU a se posicionar contra a “agressividade” dos Estados Unidos e acusou o governo americano de usar a questão do desarmamento para atingir “objetivos coloniais diabólicos”.

Kofi Annan recebeu a proposta com cautela, mas disse que ela diverge de todos os procedimentos do Conselho de Segurança.


"Eu falaria menos e planejaria mais"
(Senador americano Joseph Biden)

Em seu primeiro pronunciamento depois da oferta do Iraque, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que nada mudou na sua política em relação ao país.

"Eu sou um homem paciente. Vou usar todos os instrumentos disponíveis para garantir que o Iraque não possa desenvolver armas de destruição em massa e ameaçar os Estados Unidos”, disse Bush.

O presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA, Joseph Biden, disse, no último sábado, que ele acredita que uma guerra contra o Iraque é provável.

Apoio

Mas Joseph Biden, um senador democrata que liderou as discussões sobre a política americana em relação ao Iraque, na semana passada, conclamou o aumento de apoio no país e no exterior, dizendo que deve haver menos conversa e mais planejamento.

Para ele, a questão não é de "se" mas de "como" os Estados Unidos deveriam tomar uma atitude contra o Iraque.

"As únicas questões são: se agiremos sós, com aliados, quanto tempo a ação militar vai durar e o seu custo", disse Biden em entrevista ao programa Meet the Press da rede de televisão americana NBC.

A Grã-Bretanha não se pronunciou em relação à iniciativa do Iraque.

O Ministério do Exterior afirmou que Saddam Hussein tem uma história de "jogar” e o Iraque precisa permitir que os inspetores de armas da ONU tenham “acesso ilimitado".

Tendência destrutiva

A França e a Rússia elogiaram a oferta do Iraque.

O ministro do Exterior russo, Igor Ivanov, advertiu que um ataque dos Estados Unidos teria um efeito desestabilizador no mundo.

Jornais oficiais do Iraque criticaram severamente a reação dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha à oferta do Iraque.

Segundo o al-Thawra, jornal do partido do governo do Iraque, o Baath, a rejeição de Washington ao convite “demonstrou a atitude hostil que não tem nada a ver com os resultados das Nações Unidas ou com a questão do retorno dos inspetores”.

O jornal conclamou os representantes do Conselho de Segurança da ONU e todos os integrantes das Nações Unidas a “se rebelarem contra esta tendência americana destrutiva e agressiva” e apoiou intensamente a nova iniciativa do Iraque.

Babel, o jornal administrado por Uday, filho de Saddam Hussein, disse que não poderia haver desarmamento sem inspeções.

Segundo o jornal Babel, a posição dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha em relação à oferta do Iraque

“prova que o que eles estão tentando alcançar não tem nada a ver com inspeções ou armas de destruição em massa que não existem”.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2002/020805_inspections1cs.shtml