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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

"IRAQUE: A GUERRA PERMANENTE"


Camiseta Jihad Árabe Saddam Hussein

Leão Bagdá
Líder Iraque

Foto 1: Frente. Escrito em árabe (somente): "Jamais o esqueceremos, Leão de Bagdá". Na manga do braço direito, uma bandeira do Iraque bordada.

Foto 2: Costas. Estandarte e símbolo do pan-arabismo, a Águia de Saladino com escudo tricolor da bandeira nacional iraquiana, segurando um pergaminho com as palavras " الجمهورية العراقية " (al-Jumhuriya al-`Iraqiya "A República do Iraque").

Este trabalho é realizado com muito esforço, em favor da causa de povos reprimidos e da divulgação de sua luta, de suas razões e das verdades dos fatos.

Por favor, se você acredita neste trabalho e quer apoiá-lo, não peça desconto!

Não possuo uma fábrica, não tenho empregados, não tenho publicidade, não recebo apoios políticos ou empresariais e nem tenho capital de giro, produzo as camisetas em pequena quantidade e procuro reinvestir todo o saldo positivo do investimento em novas produções: novas estampas, novos temas.

Seja solidário. Obrigado!

Desta vez, eu próprio escrevi a introdução do texto que segue:

Saddam Hussein foi executado no dia 30/12/2007.

Este crime, atentado étnico, religioso, imperialista, discriminatório, retaliatório, bem como afronta a todos os juristas, magistrados, advogados, promotores de Justiça e defensores públicos, e a todos os códigos penais, processuais, constituições e leis de processo e julgamento da face da Terra, está para completar seu primeiro aniversário...em vergonhoso silêncio.

O mandatário da execução, mais uma vez, permanece no cargo de Ditador da maior potência bélica do Planeta.

Omitir-se é anuir.

Convido-os, aos que procuram trilhar o caminho da Paz, do esclarecimento e da Justiça, a imaginar a hipótese de estar atravessando uma rua vestido com esta camiseta, enquanto do outro lado, está um turista norte-americano, de férias curtindo as belezas do nosso Brasil.

Se ele vir a sua camiseta, escrita em árabe, pronto!
Você mandou sua mensagem, você estará convidando-o a fazer uma profunda reflexão moral, e quem sabe, levar, algum dia, um resquício disto para o país dele.
Se isto tudo for muito para você, ao menos induza a ler e compreender mais aos seus colegas de trabalho, universidade, ou então coloque a camiseta na parede da sua sala, enfim...

Muitos podem falar mal de Saddam Hussein.
Outros acusam também a George Bush II, não sem antes concordar, fielmente, com a sua versão acerca do Saddam.
Em geral, são leitores de jornaleco, tablóides, e espectadores de mídia "se vira nos 30 segundos" e de folhetins da vida alheia.


MAS QUEM IDEALIZOU ESTA CAMISETA EM HOMENAGEM AO SADDAM HUSSEIN foi justamente UM ÁRABE, DESCENDENTE DE IRAQUIANOS, QUE MORA EM SÃO PAULO!
Então, em homenagem a ESTE árabe, e ao reconhecimento que ele dá a uma pessoa do seu povo, um Estadista, é que eu produzo esta camiseta.
Que a verdade, um dia, esteja presente na vida de todas as pessoas do mundo, para que possamos, todos, viver em paz, e dormir à noite, sem culpas!

O texto que segue é o da Carta-Testamento deixada pelo Saddam.

Vejam como apenas em 1 linha introdutória, a mídia ocidental, ao invés de limitar-se a reproduzir suas palavras, já o tacha, novamente, de "ditador" (para, semiologicamente, compará-lo, mais uma vez, a Adolph Hitler, este sim, um Ditador com D maiúsculo, produzido inteiramente dentro dos limites do que pode ser chamado MUNDO OCIDENTAL, e conduzido ao poder pelo seu próprio povo, bem ao gosto do que chamam de DEMOCRACIA).
Subliminarmente, implicam também ao Saddam por instigar a população a combates e sacrifícios quando ele só se referiu ao SEU sacrifício.

Aos que desejarem compreender mais a vida e a morte de Saddam Hussein, recomendo simplesmente a leitura do palestino Edward Said, do norte-americano Noam Chomsky, do inglês Robert Fisk, do paquistanês Tariq Ali, do israelense ou egípcio Amnon Kapeliouk, e também um ótimo livro com entrevistas com o Tarek Aziz, ex-ministro, de religião cristã, do governo do Saddam (apesar de narrado por um jornalista francês): "Iraque: a Guerra Permanente".
E para citar também um brasileiro, recomendo o excelente historiador Voltaire Schilling

Tudo que se segue, a partir daqui, foi extraído da internet, de uma página de notícias sobre o mundo da Globo (G1), datada de 30/12/2006.
Infelizmente não posso colocar o link aqui pois poderia ser configurado como apresentação de ligações externas, o que fere as regras do Mercado Livre.
Só a trago, neste anúncio, e desta forma, porque, até hoje, não vi publicado, ainda, nenhum livro contendo, integralmente, a Carta-Testamento do Saddam Hussein.
Peço, a todos, sua compreensão.
Finalmente pudemos ter acesso ao VERDADEIRO DISCURSO DE UM CHEFE DE ESTADO ÁRABE.
(...)
O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein, executado na forca neste sábado (30), disse em carta de despedida divulgada na quarta-feira (27) que sua execução seria um sacrifício para o país, e que os iraquianos devem se unir para combater as forças dos Estados Unidos.


"Ofereço aqui minha alma a Deus como sacrifício, e se quiser Ele a mandará para o céu com os mártires...", disse Saddam na carta manuscrita.

Os advogados disseram que o texto foi escrito logo depois de Saddam ser sentenciado à morte, em novembro, pela morte de 148 xiitas na aldeia de Dujail, onde o ex-ditador sofreu um atentado em 1982.

A rede britânica BBC publicou os principais trechos da carta (em inglês).
O original foi escrito em árabe.

Leia abaixo a carta de Saddam Hussein, traduzida pelo G1 a partir do material da BBC:

"No passado, como todos vocês sabem, tomei parte no campo de batalha da jihad.
Deus, louvado seja Ele, desejou que eu enfrentasse isso da mesma maneira e com o mesmo espírito no qual estávamos antes da revolução, mas com um problema que é maior e mais severo.
Oh, meus amados, essa situação dura que nós e nosso grande Iraque estamos enfrentando é uma nova lição e uma nova provação que julgará o povo, a cada um de acordo com suas intenções, de forma que ela se torne um sinal diante de Deus e do povo no presente e depois que nossa situação atual se transforme em história gloriosa.
É, acima de tudo, a fundação sob a qual o sucesso das fases futuras da história poderá ser construído.
Nesta situação, e em nenhuma outra, os verdadeiros são os honestos e fiéis, e os opostos a eles são os falsos.
Quando a gente insignificante usa o poder dado a ele pelos estrangeiros para oprimir seu próprio povo, ela só consegue ser sem valor e simplória. No nosso país, só o bem poderá resultar daquilo que estamos experimentando.
À grande nação, ao povo do nosso país, e à humanidade: muitos de vocês sabem que o autor desta carta é fiel, honesto, preocupado com os outros, sábio, de julgamento sólido, decidido, cuidadoso com a riqueza do povo e do estado... e que seu coração é grande o suficiente para abraçar a todos sem discriminação.
Seu coração sofre pelos pobres e ele não descansa enquanto não ajuda a melhorar a condição deles e cuida de suas necessidades.
Seu coração contém todo o seu povo e toda a sua nação, e ele anseia por ser honesto e fiel, sem fazer diferença entre seu povo, a não ser no que diz respeito a seus esforços, eficiência e patriotismo.
Fala hoje em nome de vocês e dos seus olhos, e dos olhos de nossa ação e os olhos dos justos, o povo da verdade, onde quer que a bandeira deles seja hasteada.
Vocês conhecem bem seu irmão e líder, e ele nunca se curvou aos déspotas e, de acordo com os desejos dos que o amaram, permaneceu uma espada e uma bandeira.
É assim que vocês querem que seu irmão, filho ou líder seja... e os que liderarem vocês no futuro deverão ter as mesmas qualidades.
Ofereço aqui minha alma a Deus como sacrifício, e se quiser Ele a mandará para o céu com os mártires, ou então adiará isso... então sejamos pacientes e confiemos nele contra as nações injustas.
Apesar de todas as dificuldades e tempestades que nós e o Iraque tivemos de enfrentar, antes e depois da revolução, Deus Todo-Poderoso não quis a morte para Saddam Hussein.
Mas, se Ele a quiser desta vez, a vida de Saddam é criação Dele. Ele a criou e protegeu até agora.
Assim, por esse martírio, Ele trará glória para uma alma fiel, pois almas mais jovens que Saddam Hussein partiram nesse caminho antes dele. Se Ele quer martirizá-la, nós agradecemos e damos graças a Ele, antes e depois.
Os inimigos de nosso país, os invasores e os persas, descobriram que nossa unidade é uma barreira entre eles e a nossa escravização.
Eles semearam sua discórdia antiga e nova entre nós.
Os estrangeiros que carregam a cidadania iraquiana, cujos corações estão vazios ou cheios do ódio plantado neles pelo Irã, corresponderam a isso, mas como estavam errados quando pensaram que conseguiriam dividir os nobres de nosso povo, enfraquecer sua determinação e encher os corações dos filhos da nação com ódio uns contra os outros, em lugar do ódio contra seus verdadeiros inimigos, que os levaria numa só direção, a lutar sob a bandeira de 'Deus é grande': a grande bandeira do povo e da nação.
Lembrem-se de que Deus permitiu que vocês se tornassem um exemplo de amor, perdão e coexistência fraterna...
Eu os conclamo a não odiar, porque o ódio não deixa espaço para a justiça e nos torna cegos, fecha todas as portas do entendimento e nos impede de pensar de forma equilibrada e fazer a escolha certa...
Também os conclamo a não odiar os povos dos outros países que nos atacaram, e a diferenciar entre os que tomam as decisões e esses povos...
Todos os que se arrependerem -seja no Iraque ou no exterior- devem ser perdoados...
Vocês devem saber que, entre os agressores, há pessoas que apóiam a luta de vocês contra os invasores, e alguns deles foram voluntários para a defesa legal dos prisioneiros, incluindo Saddam Hussein...
Algumas dessas pessoas choraram muito quando me disseram adeus...
Querido e fiel povo, digo adeus a vocês, mas estarei com o Deus misericordioso que ajuda os que se refugiam nele e que nunca desapontará nenhum crente fiel e honesto... Deus é grande... Deus é grande... Longa vida à nossa nação... Longa vida ao nosso povo grande e lutador...
Longa vida ao Iraque, longa vida ao Iraque... Longa vida à Palestina... Longa vida à jihad e aos mujahideen.
Saddam Hussein


Presidente e comandante-em-chefe das Forças Armadas Mujadi Iraquianas



[Nota adicional]
"Escrevi esta carta porque os advogados me disseram que a chamada corte criminal -estabelecida e batizada pelos invasores- permitirá que os chamados réus tenham a chance de uma última palavra.
Mas essa corte e seu juiz não nos deram a chance de dizer uma palavra, e deram seu veredicto sem explicação, e leram a sentença ?

ditada pelos invasores ?
sem apresentar provas.
Eu queria que o povo soubesse disso."


quinta-feira, 1 de novembro de 2007

CHOQUE E PAVOR EM BAGHDAD

Massacre em Bagdá



SÉRGIO DÁVILA
ENVIADO ESPECIAL A BAGDÁ

Ao se chocar contra o solo, numa calçada de terra não muitos metros distante de um ponto de ônibus, um dos mísseis lança uma onda de fogo e ar que destrói a fachada de dois conjuntos comerciais e pelo menos oito veículos num raio de 50 metros.

Com o impacto, dois dos carros viram de ponta-cabeça no ar, para caírem carbonizados e completamente destruídos quase no mesmo lugar em que estavam.
A explosão atinge mais diretamente um pequeno restaurante e uma mecânica e as casas que ficavam sobre estes estabelecimentos.

Do outro lado da rua, onde caiu o outro míssil, parte dos prédios vem ao chão, enquanto as janelas e portas voam primeiro para dentro, depois para fora, esmigalhando todos os móveis que encontram no caminho.
No trajeto, destroem também as pessoas.

Seriam 15 mortos, segundo números do governo iraquiano, entre eles mulheres e crianças.
Os que não morreram carbonizados tiveram o corpo despedaçado pelo impacto.
A reportagem da Folha chegou no momento em que os bombeiros apagavam os últimos focos de incêndio e as ambulâncias recolhiam os últimos pedaços encontrados no chão.

Alguns restos humanos, no entanto, ficaram para trás.
Em frente ao restaurante, num monte de tijolos quase picados, jazia um punho direito com a palma da mão e os cinco dedos fechados.

Poucos metros à esquerda, na entrada de um dos edifícios destruídos, um cérebro humano quase inteiro parecia esquecido perto do rodapé, ladeado por três galinhas brancas estufadas que se embolavam perto da guia da rua e foram mortas pelo ar.
Do outro lado da rua, outra mão decepada.

O horror, o horror.

Perto das 11h30 (5h30 de Brasília) de ontem, o que o Iraque disse ter sido dois mísseis "inteligentes" da coalizão anglo-americana atingiram as duas calçadas da rua Abi Talib, em Al Shaab, uma rua movimentada de comércio de um dos principais bairros residenciais no norte de Bagdá, no maior ataque a atingir civis na capital desde o início do conflito, há uma semana.
A tragédia causou revolta na população local e juntou uma pequena multidão de militares e civis armados em protestos que duraram a tarde inteira.

Se o engano for confirmado, será uma das principais dores-de-cabeça para as forças dos Estados Unidos e do Reino Unido.
Com os bombardeios chegando à casa dos 5.000 só em Bagdá, o número de civis mortos no país todo pode estar perto dos 7.000, segundo o Crescente Vermelho, a Cruz Vermelha nos países muçulmanos.

Na Guerra do Golfo (91), um míssil atingiu por erro um abrigo civil em Bagdá, matando 314. Na época, porém, apenas 10% das bombas e mísseis eram "inteligentes", contra 90% de agora.

"Só Deus! Só Deus!"

"Procure bem, só temos comércio por aqui", gritava Ali Benayam Gatt, 55. A oficina de reparo de automóveis era dele, e o ataque deixou um parente morto e outro gravemente queimado. "Agora, todos estamos pensando que nada impede que a próxima bomba caia na sala de nossa casa."

O prédio militar mais próximo fica a pelo menos um quilômetro do lugar, segundo o governo.
De acordo com Haneed Dulaimi, soldado da defesa civil, o ataque deixou ainda 45 feridos.

"Meu primo estava dentro do restaurante e morreu em pedaços", dizia, resignado, Faris Rashid Ismail, 37, que mora próximo da rua em que os mísseis caíram e correu para o local quando ouviu um barulho de avião seguido de dois estouros consecutivos.

"Mas estou me sentindo consolado, pois sei que ele foi um mártir do islã." Ao seu lado, dezenas de pessoas abraçadas gritavam "Só Deus! Só Deus", pulando sobre a carcaça de um dos carros destruídos e apontando seus fuzis e pistolas para o alto.

O céu parecia colaborar com o que se via em terra -no segundo dia da maior tempestade de areia a atingir Bagdá em cinco anos, estava de cor vermelho-sangue.

Momentos depois, a chuva viria piorar tudo, fazendo do chão uma mistura de sangue, água, areia e partículas do petróleo queimado que o governo iraquiano vem lançando ao ar desde o fim de semana para atrapalhar os aviões da coalizão.

De repente, um soldado apoiou seu fuzil na lama, arranca dos escombros uma das mãos decepadas e pulou num dos buracos feitos pela explosão na calçada.
A mão que suas mãos carregavam era a mais impressionante, tendo perdido todo o resto do membro, à exceção dos cinco dedos, que se mantinham unidos por algum motivo.

O soldado dentro da cratera ergue o resto humano e começa a orar, de cabeça baixa.
Em sua volta, na superfície, estão outros bagdalis armados, igualmente de cabeça baixa, também orando.

Acabada a reza, ele enterra nas cinzas do buraco a mão arrancada, ergue novamente seus braços e canta. Os outros fazem o mesmo: "Sacrificarei minha alma e meu sangue por Saddam".

Se essa guerra é no fundo a batalha que travam George W. Bush e Saddam Hussein pelos corações e mentes dos iraquianos, Al Shaab pode vir a ser o Waterloo norte-americano.
27.3.03

Postado por Ivson
http://www.coleguinhas.jor.br/pensata/2003_03_01_pensata_arquivos.html

sábado, 22 de setembro de 2007

ACONTECEU...

06/03/2003 - 07h07
Saddam diz que EUA podem ter novo Vietnã no Iraque
da BBC, em Londres
Num discurso a oficiais do Exército, o Presidente iraquiano, Saddam Hussein, disse que a ordem da ONU (Organização das Nações Unidas) para destruir seus mísseis Al Samoud 2 é uma tática para desmoralizar o povo iraquiano antes de uma possível ofensiva contra o país.
Saddam disse aos oficiais que eles eram seus mísseis Al Samoud 2 (que superam os 150 km estipulados pela organização) e que os Estados Unidos experimentariam um outro Vietnã se decidissem atacar o Iraque.
"Eles deveriam levar o Vietnã em consideração ao planejar sua estratégia em relação ao Iraque, (analisando) por que e como eles foram descobertos (no Vietnã)", disse Saddam.
"Eles não alcançaram nenhum de seus objetivos com sua política de pânico. Nem no Afeganistão, embora haja uma diferença entre nós e o Afeganistão", afirmou.
Saddam prefere morrer a abandonar o Iraque
BAGDÁ - O presidente do Iraque, Saddam Hussein, prefere morrer a abandonar seu país e não vai ordenar a destruição de poços petrolíferos e represas iraquianas se o território nacional for atacado.
Essas são algumas das declarações que Saddam fez ao jornalista americano Dan Rather, âncora da TV CBS - na segunda entrevista dele em 12 anos. http://www.estado.estadao.com.br/editorias/2003/02/27/int013.html
do Estadão 27.02.03
Saddam diz que não fará concessão para evitar guerra
O ditador iraquiano, Saddam Hussein, disse nesta quarta-feira que o povo iraquiano não deseja uma guerra contra os Estados Unidos e que seu governo estaria disposto a evitar o conflito, se o preço não fosse a independência do país.
"Nós não faremos concessões sobre nossa independência, dignidade e direito de viver como homens livres agindo livremente", disse Saddam, durante um encontro com o líder do Partido Comunista Russo, Gennady Zyuganov.
da Veja On-line 19.02.03
Saddam decreta proibição de armas de destruição em massa
"O presidente iraquiano, Saddam Hussein, proibiu, hoje, por decreto, a produção e a importação de armas de destruição em massa, horas antes de uma reunião crucial do Conselho de Segurança da ONU sobre o desarmamento do Iraque."
Folha Online 14.02.2003
Eixo Paris-Berlim?
"A inquebrantável decisão do presidente americano, George W. Bush, de atacar o Iraque para forçá-lo a se desarmar - ou para pôr as mãos no petróleo de Saddam Hussein..." http://www.terra.com.br/istoe/1742/internacional/1742_eixo_paris_berlim.htm
da Isto É 17.02.03
EUA elevam nível de alerta para atentados terroristas
WASHINGTON - O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos elevou para laranja o nível de alerta para atentados terroristas, logo em seguida a um pronunciamento em que o presidente George W. Bush deu a Saddam Hussein 48 horas para deixar o Iraque ou enfrentar a guerra.
Da Globonews 17.03.03
Iraque rejeita ultimato americano
Uday Hussein, filho mais velho do ditador iraquiano e responsável por uma parcela importante do sistema de defesa do país, rejeitou veementemente, nesta terça-feira, o ultimato imposto pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
Em resposta ao discurso do americano, que pediu para Uday abandonar o país junto com seu pai e seu irmão, o filho de Saddam prometeu travar uma batalha sangrenta contra os invasores.
da Veja On-line 18.03.03
Bagdá, ex-centro da civilização, na mira dos EUA
Para os 280 mil soldados norte-americanos e britânicos preparados para atacar o Iraque, a empoeirada cidade de Bagdá, às margens do rio Tigre, pode ser apenas um alvo na batalha.
Mas a "cidade dos califas", que já foi a capital do mundo islâmico durante centenas de anos, tem forte influência em milhões de árabes e orgulho de sua história e cultura. http://www1.folha.uol.com.br/folha/reuters/ult112u29826.shtml
da Folha Online 18.03.03
Bombardeio ameaça berço da civilização
Há mais de 5 mil anos, entre os Rios Tigre e Eufrates, surgia a civilização.
Em sua aurora, ela foi moldada pelos impérios que habitaram a região da Mesopotâmia. Assírios, ao norte, e babilônios, ao sul, nos deixaram como herança riquezas muito mais valiosas do que objetos antigos.
do Estadão 16.03.03
Para salvar os tesouros do Iraque
Monumentos antigos poderão correr o risco de ser destruídos por bombas americanas numa guerra no Iraque.
Já houve uma reunião de arqueólogos com o Pentágono e o Departamento de Estado para ajudar a identificar os locais mais importantes, num esforço de poupá-los.
do Estadão 16.03.03
Ultimato de Bush é criticado por vários países
A decisão do presidente americano, George W. Bush, de abandonar o processo diplomático na ONU (Organização das Nações Unidas) para resolver a crise do Iraque e dar ultimato de 48 horas ao presidente iraquiano Saddam Hussein foi criticada por vários líderes políticos do mundo.
da BBC Brasil 18.03.03
Guerra só interessa aos EUA, diz Saramago
"O único país a quem a guerra hoje realmente interessa é os Estados Unidos. O seu projeto imperial e neo-colonial precisa dela para se consolidar."
As palavras são do escritor português José Saramago, 80, Prêmio Nobel de Literatura de 1998, um homem que não costuma se refugiar no silêncio quando as situações políticas agravam a incompreensão entre os homens e proliferam a injustiça social.
da Folha Online 24.02.03
Papa pede ao Iraque que aceite "compromissos concretos"
"O papa João Paulo 2º pediu hoje ao vice-primeiro-ministro iraquiano, Tareq Aziz, durante uma audiência privada no Vaticano, que o Iraque aceite "compromissos concretos" para o respeito às resoluções da ONU, informou a Santa Sé."
da Folha Online 14.02.2003
A Santa Sé contra Bush
As palavras - secas e diretas - não são daquelas que normalmente se escutam na boca de um diplomata experiente. Mas, na noite de segunda-feira 24 de fevereiro, o objetivo do ministro das Relações Exteriores do Vaticano não era o de lançar sutis sinais às chancelarias; por intermédio dele, o papa João Paulo II queria deixar claro o que a Igreja Católica pensa do anunciado, e cada vez mais provável, ataque dos Estados Unidos contra o Iraque. http://cartacapital.terra.com.br/site/exibe_materia.php?id_materia=528
da Carta Capital 05.03.03
Pacifistas chegam a Bagdá para servir de 'escudo humano'
"BAGDÁ - Dezenas de pacifistas do Canadá, Grã-Bretanha, Espanha, Itália e Turquia começaram a chegar ontem à capital iraquiana para participar do movimento dos "escudos humanos".
Eles ficaram em potenciais alvos ilitares, esperando assim evitar um ataque àquele país, liderado..."
do Estadão 14.02.03

domingo, 12 de agosto de 2007

BUSH QUER...?

Saddan desfila entre a população no dia 5 de abril após a invasão iniciada no dia 20 do mês anterior. O povo armado se dispõe a combater os invasores

Bush quer que Israel seja o maior Estado do Oriente Médio

O jornal egípcio Al-Osbou publicou no dia 4 de novembro de 2002 uma entrevista do Presidente Saddam Hussein a Sayyid Nassar, a primeira concedida em 12 anos. Nela Sadam prevê vários acontecimentos após a invasão dos USA.


Inicialmente gostaria de perguntar como o senhor explica a posição árabe a respeito do Iraque, as sanções e ameaça de guerra que pesam sobre o Iraque.

Nós não pedimos aos dirigentes árabes mais do que eles podem dar. Nós avaliamos a posição de cada país, sua posição sobre a carta política e sua atitude de sacrifício é relativo a história do país, às suas capacidades e às opiniões de seus dirigentes. Nós estamos a grosso modo satisfeitos. Os fatores positivos são cada vez mais numerosos enquanto o número de fatores negativos estão em baixa. A tendência geral é uma aproximação com o Iraque. Eu posso honestamente afirmar que os fatores positivos estão progredindo, assim os fatores negativos diminuíram, a medida que a justa escolha política se afirma e domina a cena política.

Senhor presidente,o senhor deve ter às vezes algumas reservas a certos países árabes a respeito do Iraque.

A mim interessa os fatores positivos. Como tenho dito, os fatores negativos desaparecerão por eles mesmos quando todo o mundo entender quais são as verdadeiras intenções, nossas circunstâncias atenuantes, e que este complô é contra nós e contra eles. O Iraque não é o único país ameaçado por complô. O USA quer impor sua hegemonia sobre a região, hostiliza todos os países árabes, sobretudo os que têm uma importância chave. Isto tudo serve a entidades do sionismo internacional.

Senhor presidente, o que o USA quer precisamente do Iraque?

O USA quer destruir o centro de poder no mundo árabe, e pouco lhe importa se este se encontra em Damas ou Bagdá! Observem em torno de vocês e vejam o jogo que eu faço na região. Vejam o que se passa no sul do Sudão, os esforços desenvolvidos para separar o Norte do Sul e para influenciar o nosso grande irmão Egito, (ameaçar) sua unidade nacional, assim como a segurança nacional de todas as nações árabes! Veja o que se passa na Argélia, o que aconteceu e continua acontecendo na Somália e todos os países do “Corne” da África. Veja o que se passa na Palestina, ao que Sharon submeteu os nossos irmãos palestinos. Tudo isto mostra a importância do complô que se arma contra nossas nações árabes.

Senhor presidente, passando do geral para o particular, o que quer o USA do Iraque?

O USA quer impor sua hegemonia no mundo; de início ele quer controlar o Iraque, depois tomar as capitais que resistirem, revoltando-se contra sua hegemonia. O controle militar será feito a partir de Bagdá, atacará Damas e Teerã. Dividirá e causará problemas maiores na Arábia Saudita. Tentará criar pequenas entidades controladas por pessoas encarregadas da segurança e trabalhando para eles, afim de que nenhum país seja maior que Israel, nem quantitativamente, nem qualitativamente. Assim, o petróleo árabe ficará sobre o controle ianque; em particular, as reservas petrolíferas estarão, depois da destruição do Afeganistão, totalmente sob o controle ianque. Toda esta estratégia é de interesse sionista, tendo como objetivo fazer de Israel um grande império na região. O problema do Iraque é que se opõe a todos estes complôs. Pois os outros (países árabes) não entendem que nós os defendemos. Todos deverão perceber que ninguém será remunerado pelo (complô) que se trama atualmente contra o Iraque. Do ponto de vista ianque e sionista, todos (os países árabes) estão no mesmo cerco e, mais tarde, todos terão o mesmo futuro.

Este complô do esfacelamento abrange igualmente a Arábia Saudita e os Estados do Golfo?

Eu não sou destes (sic) que pensam que a Arábia Saudita será dividida e que o Yemen e Oman se beneficiarão da situação, ou que os esforços serão desdobrados para derrubar os emirados do Golfo. Eu penso, ao contrário, que o modelo destes pequenos emirados vá se estender na região. E todos os países importantes como o Iraque, a Síria e a Arábia Saudita serão reduzidos a pequenos emirados logo que os recursos do petróleo se encontrarem nas mãos de minúsculos Estados, de maneira a servir os interesses do USA, e que obterão também o controle total dos poços de petróleo, da Argélia aos países do mar Cáspio. Depois de dominar o Afeganistão, o USA estará pronto para abater o Iraque, o Irã e a Síria.

Senhor presidente, há duas semanas, a Coréia do Norte admitiu, e mais precisamente, anunciou (sem qualquer pressão), que tinha um programa de arma nuclear. Ora, nós não assistimos qualquer reprovação do USA como no caso do Iraque, e além disto o Iraque declarou não ter arma de destruição em massa, como afirmaram os inspetores. O que significa isto no seu entender?

Em uma palavra, a Coréia do Norte não tem petróleo. É o principal ponto. O segundo ponto é que a Coréia do Norte não é inimiga de Israel, e não é também um de seus vizinhos.

Senhor presidente, quero lhe fazer uma pergunta cuja resposta já sei qual será; quero simplesmente sua confirmação. O senhor detém ainda prisioneiros kwaitianos, sabendo que o Kwait exige sua libertação como condições de reconciliação?

O senhor sabe, como todo mundo, que eu anunciei a libertação de todos os prisioneiros, quer fossem por motivos políticos ou outros, quer fossem árabes ou iraquianos. Todos, menos os espiões a serviço de Israel ou do USA. Nós soltamos mesmo os assassinos, com a condição de que seja feito um acordo entre as famílias dos assassinos com as família das vítimas, e que a anistia seja aceita por ambas as partes. As prisões iraquianas tornaram-se as únicas prisões do mundo a ficarem vazias... E os diretores das prisões estão num dilema, porque eles precisam encontrar um emprego já que as prisões estão vazias... Nós transformamos as prisões em orfanatos para atender as vítimas dos ataques cotidianos dos mísseis perpetrados pelo USA no sul e no norte do país, e na região de Bagdá, diante da indiferença do mundo.

Senhor presidente, o senhor pensa que o ataque é iminente?

Nós nos preparamos como se a guerra fosse declarada em uma hora. Nós estamos psicologicamente preparados. O USA, com seus ataques diários, a partir de países vizinhos, seus esforços para nos enfraquecer e matar civis quotidianamente, com seus mísseis aéreos e sua artilharia, nos dá um sentimento de estar em guerra desde janeiro de 1991. Nós estamos portanto preparados para uma guerra. Mas o Iraque não se tornará jamais um Afeganistão. Isto não significa que somos mais fortes que o USA, visto que ele tem mísseis de longo alcance e forças navais, mas que nós temos fé em Alá, em nossa pátria e no povo iraquiano. E, o que não podemos negligenciar, nós temos fé na nação árabe. Esta guerra não será um piquenique para os soldados ianques e britânicos. De modo algum! A terra está sempre do lado de seus proprietários.

Senhor presidente, voltemos ao nosso ponto de partida: o senhor está satisfeito com a posição de um certo número de países árabes a respeito do Iraque, de sua reação aos complôs hostis dos ianques e dos britânicos? O senhor não pensa que há um revés injusto?

Eu estou satisfeito com todos os esforços desenvolvidos para apoiar a sólida posição árabe favorável ao Iraque e à Palestina. O problema não se limita mais ao Iraque: tornou-se um problema de toda a nação árabe, de Tanger à Bagdá. Nosso destino é um, e ele está escrito no sangue dos mártires. Para os que crêem que o Iraque ainda está em disputa com o Kwait, (permita-me precisar que) todos os países árabes têm problemas com os Estados árabes vizinhos. Nós pensamos que todo sucesso obtido por um Estado árabe, qualquer que seja, incluindo o Kwait é (também) um sucesso para nós. O Kwait é uma nação árabe que crê no seu pan-arabismo. O recente ataque de uma base ianque (no Kwait) é a prova.
Nós depositamos uma grande parte de nossa confiança na Nação Árabe. Contrariamente ao que muitos pensam, a nação árabe não está completamente adormecida. As manifestações internacionalistas no mundo árabe e no Ocidente reúnem as forças de milhares de partidários da paz e de opositores à guerra e à agressão contra o Iraque. Estas manifestações representam um desafi
o à extrema direita sionista de Washington que se esforça para destruir o Iraque.

Senhor presidente, o senhor pensa que o tempo trabalha a favor ou contra o Senhor?

Não tenho qualquer dúvida que o tempo trabalha a nosso favor. Logo, a coligação ianque e britânica se desfaz por razões internas, por causa da pressão exercida pela opinião pública ianque e britânica. As nações sabem a verdade e compreendem (as verdadeiras jogadas) que os dirigentes ocupados nos centros sionistas da mídia realizam complôs que os cegam.

Senhor presidente, para voltarmos a questão inicial: o que realmente os ianques querem no Iraque?

Eles querem um Iraque que aceite a hegemonia ianque, tanto política quanto geográfica sobre os recursos árabes. Eles querem um Iraque que aceite igualmente a existência sionista e o seu controle da Palestina. Eles querem um Iraque destituído de toda ideologia pan-árabe, disposto a destruir a Liga Árabe e estabelecer uma organização meio-oriental. Eles querem um Iraque não-árabe dividido em várias nações.

A oposição iraquiana

Senhor presidente, a oposição iraquiana, cúmplice de Washington e de Londres é para o senhor causa de preocupação? Esta oposição poderá ocupar o regime de Bagdá?

Primeiramente, não existe uma verdadeira oposição que possa nos inquietar. Se existe uma (verdadeira) oposição, ela teria que começar a combater dentro das nossas fronteiras para tomar o poder, e não no exterior, a uma distância de dezenas de milhares de quilômetros. E mais, entre os membros da oposição que nós ouvimos falar sem (jamais) os ver, é que nosso povo não o reconhece, há pessoas condenadas por crimes econômicos e outros crimes morais. Estes membros da oposição, de que nos falam, não tem um objetivo comum: eles não procuram (mesmo) esconder que são agentes do serviço secreto ianque e britânico que são pagos por eles, que desviam e esbanjam os nossos recursos. Para concluir, todos eles não lotam nem mesmo um ônibus para Bagdá.
Senhor presidente, houve recentemente um referendum a respeito da renovação do mandato presidencial para sete anos. Alguns indagavam sobre o resultado de 100% a seu favor. De fato, a cultura ocidental é incapaz de compreender a possibilidade de tal percentagem.

Esta (percentagem) é muito reveladora: mostra que eu trato meu povo com justiça e verdade. Para os que pensam que eu não represento meu povo, vejam a prova do contrário. É o resultado de um referendum realizado em uma nação livre, que foi assistido por observadores e jornalistas árabes e estrangeiros, e que testemunharam a ausência de uma pretensa oposição ao regime iraquiano.

Senhor presidente, o senhor não reagiu da mesma maneira à crise atual como a de 1991. Foi o resultado de um estudo de conjuntura atual, ou passada, ou os dois? o que o senhor aprendeu (da experiência passada)?

A política é a ciência. Pois toda a ciência necessita de experiência. O político é um eterno estudante, que passa seu tempo a tirar lições de sua experiência e a dos outros. Nós damos uma grande importância a opinião pública e ao seu impacto e aprendemos com nossas experiências. É humano errar, corrigir e progredir também. Ninguém é infalível, só Alah é perfeito.

Senhor presidente, não é o tempo de nós nos conciliarmos com nossos irmãos curdos do Norte?

Você sabe muito bem que o Iraque lhes deu o que nenhum outro os deu. Você é o primeiro jornalista árabe que entrevistou Mulla Mustafa Al-Barazani, em 1966, e você entendeu o que ele declarou em sua última aspiração: um governo autônomo. O Iraque aplicou com este desejo. Ceder mais voltará favorecer a discórdia, a discórdia que nós recusamos e que foi recusada por todas as pessoas esclarecidas dentre nossos irmão curdos. Nós estamos convencidos que se o USA e a Grã-Bretanha retirarem sua ajuda do Iraque do Norte e cessarem a intervenção, nós poderemos definir nossa posição com toda liberdade e celebraremos a reconciliação da terra e do povo.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Saddam escreve livro de poesia na prisão
O ex-presidente do Iraque Saddam Hussein acaba de terminar um novo livro de poesias e "tem o moral muito alto", disse um de seus advogados, Mohammed Salah Armuti, que se reuniu com ele em Bagdá.
Armuti, entrevistado hoje pelo diário jordaniano Alarab Alyawm, explica que "o presidente nos disse que acaba de terminar a redação de um novo livro em 28 de dezembro e que passa o tempo lendo, escrevendo e recitando o Corão".
O livro contém principalmente poesias e crônicas, explicou o advogado, líder do Colégio Jordaniano de Advogados, que está em Bagdá.

De lá explicou ao jornal que se reuniu no domingo passado durante cinco horas com Saddam, junto a um grupo de outros sete advogados árabes e não-árabes, para preparar a próxima sessão do julgamento contra ele, programada para amanhã.
Saddam se queixou a seus defensores de ter sido "isolado do mundo exterior" por seus carcereiros americanos e lamentou não saber "o que está acontecendo fora daqui".

"No entanto, encontramos o presidente com o moral muito alto, lhe pusemos em contato com os principais assuntos do Iraque, do mundo e da região árabe, em particular da resistência (iraquiano), das pressões contra a Síria e da crise nuclear iraniano".
Em referência aos conflitos da região, Saddam disse a seus advogados que os países árabes são culpados de permitir a "ingerência" do Irã na política iraquiana e a participação do país vizinho na "ocupação" do Iraque.
"O perigo iraniano persiste, porque os iranianos guardam rancores históricos contra os países árabes e islâmicos", disse Saddam, segundo a versão do advogado.
De acordo com o ditador hoje preso, foi o "perigo iraniano" o que justificou a guerra de oito anos que ele declarou em 1980 contra o vizinho persa.
Saddam também disse que "é natural que a Síria sofra pressões em troca das atitudes nacionalistas e panarabistas do presidente (Bashar) Al-Assad", segundo Armuti.

"Os Estados Unidos tem planos contra todos os estados árabes", afirmou Saddam, segundo o advogado.

http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI845590-EI865,00.html

segunda-feira, 2 de julho de 2007

SADDAM HUSSEIN: PRESIDENTE DO IRAQUE

Song for Saddam Hussein(Canção para Saddam Hussein)

Added: March 21, 2007
From: 3lasXalshiaa

3lasXalshiaa pressent´s

very nice video with the orginal saddam´s voice and very nice song for saddam(vídeo muito bom com a voz original de Saddam e uma canção muito boa para Saddam)

Category Music

quinta-feira, 28 de junho de 2007