Mostrando postagens com marcador "O vietnã de Bu$h". Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador "O vietnã de Bu$h". Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de outubro de 2007

EUA: "FUGIR COM O RABO ENTRE AS PERNAS" do Iraque, JÁ!

Bush quer sair do Iraque

O delinqüente Bush quer sair do Iraque.
Mas aí ele mesmo diz que se sair “pode desencadear uma convulsão, como a que aconteceu no sudeste da Ásia depois da saída das tropas americanas do Vietnã, em 1975”.

Convulsão?

O sujeitinho, além de criminoso de guerra, é cínico.

Primeiro, os Estados Unidos não saíram do Vietnã.
Foram expulsos.
Vergonhosamente expulsos e por uma razão muito simples.
Não há armas que resistam à vontade do povo.
E foi isso que aconteceu.
Os vietnamitas, mal armados,
mal alimentados e
vestindo farrapos,
puseram a correr as forças armadas mais poderosas do planeta.
E assim será no Iraque.
O problema dos Estados Unidos agora é encontrar a denominada “saída honrosa”.
Que em bom português significa fugir com o rabo entre as pernas.
Alguém duvida?

posted by bourdoukan
http://blogdobourdoukan.blogspot.com/2007_08_01_archive.html

sábado, 22 de setembro de 2007

ACONTECEU...

06/03/2003 - 07h07
Saddam diz que EUA podem ter novo Vietnã no Iraque
da BBC, em Londres
Num discurso a oficiais do Exército, o Presidente iraquiano, Saddam Hussein, disse que a ordem da ONU (Organização das Nações Unidas) para destruir seus mísseis Al Samoud 2 é uma tática para desmoralizar o povo iraquiano antes de uma possível ofensiva contra o país.
Saddam disse aos oficiais que eles eram seus mísseis Al Samoud 2 (que superam os 150 km estipulados pela organização) e que os Estados Unidos experimentariam um outro Vietnã se decidissem atacar o Iraque.
"Eles deveriam levar o Vietnã em consideração ao planejar sua estratégia em relação ao Iraque, (analisando) por que e como eles foram descobertos (no Vietnã)", disse Saddam.
"Eles não alcançaram nenhum de seus objetivos com sua política de pânico. Nem no Afeganistão, embora haja uma diferença entre nós e o Afeganistão", afirmou.
Saddam prefere morrer a abandonar o Iraque
BAGDÁ - O presidente do Iraque, Saddam Hussein, prefere morrer a abandonar seu país e não vai ordenar a destruição de poços petrolíferos e represas iraquianas se o território nacional for atacado.
Essas são algumas das declarações que Saddam fez ao jornalista americano Dan Rather, âncora da TV CBS - na segunda entrevista dele em 12 anos. http://www.estado.estadao.com.br/editorias/2003/02/27/int013.html
do Estadão 27.02.03
Saddam diz que não fará concessão para evitar guerra
O ditador iraquiano, Saddam Hussein, disse nesta quarta-feira que o povo iraquiano não deseja uma guerra contra os Estados Unidos e que seu governo estaria disposto a evitar o conflito, se o preço não fosse a independência do país.
"Nós não faremos concessões sobre nossa independência, dignidade e direito de viver como homens livres agindo livremente", disse Saddam, durante um encontro com o líder do Partido Comunista Russo, Gennady Zyuganov.
da Veja On-line 19.02.03
Saddam decreta proibição de armas de destruição em massa
"O presidente iraquiano, Saddam Hussein, proibiu, hoje, por decreto, a produção e a importação de armas de destruição em massa, horas antes de uma reunião crucial do Conselho de Segurança da ONU sobre o desarmamento do Iraque."
Folha Online 14.02.2003
Eixo Paris-Berlim?
"A inquebrantável decisão do presidente americano, George W. Bush, de atacar o Iraque para forçá-lo a se desarmar - ou para pôr as mãos no petróleo de Saddam Hussein..." http://www.terra.com.br/istoe/1742/internacional/1742_eixo_paris_berlim.htm
da Isto É 17.02.03
EUA elevam nível de alerta para atentados terroristas
WASHINGTON - O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos elevou para laranja o nível de alerta para atentados terroristas, logo em seguida a um pronunciamento em que o presidente George W. Bush deu a Saddam Hussein 48 horas para deixar o Iraque ou enfrentar a guerra.
Da Globonews 17.03.03
Iraque rejeita ultimato americano
Uday Hussein, filho mais velho do ditador iraquiano e responsável por uma parcela importante do sistema de defesa do país, rejeitou veementemente, nesta terça-feira, o ultimato imposto pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
Em resposta ao discurso do americano, que pediu para Uday abandonar o país junto com seu pai e seu irmão, o filho de Saddam prometeu travar uma batalha sangrenta contra os invasores.
da Veja On-line 18.03.03
Bagdá, ex-centro da civilização, na mira dos EUA
Para os 280 mil soldados norte-americanos e britânicos preparados para atacar o Iraque, a empoeirada cidade de Bagdá, às margens do rio Tigre, pode ser apenas um alvo na batalha.
Mas a "cidade dos califas", que já foi a capital do mundo islâmico durante centenas de anos, tem forte influência em milhões de árabes e orgulho de sua história e cultura. http://www1.folha.uol.com.br/folha/reuters/ult112u29826.shtml
da Folha Online 18.03.03
Bombardeio ameaça berço da civilização
Há mais de 5 mil anos, entre os Rios Tigre e Eufrates, surgia a civilização.
Em sua aurora, ela foi moldada pelos impérios que habitaram a região da Mesopotâmia. Assírios, ao norte, e babilônios, ao sul, nos deixaram como herança riquezas muito mais valiosas do que objetos antigos.
do Estadão 16.03.03
Para salvar os tesouros do Iraque
Monumentos antigos poderão correr o risco de ser destruídos por bombas americanas numa guerra no Iraque.
Já houve uma reunião de arqueólogos com o Pentágono e o Departamento de Estado para ajudar a identificar os locais mais importantes, num esforço de poupá-los.
do Estadão 16.03.03
Ultimato de Bush é criticado por vários países
A decisão do presidente americano, George W. Bush, de abandonar o processo diplomático na ONU (Organização das Nações Unidas) para resolver a crise do Iraque e dar ultimato de 48 horas ao presidente iraquiano Saddam Hussein foi criticada por vários líderes políticos do mundo.
da BBC Brasil 18.03.03
Guerra só interessa aos EUA, diz Saramago
"O único país a quem a guerra hoje realmente interessa é os Estados Unidos. O seu projeto imperial e neo-colonial precisa dela para se consolidar."
As palavras são do escritor português José Saramago, 80, Prêmio Nobel de Literatura de 1998, um homem que não costuma se refugiar no silêncio quando as situações políticas agravam a incompreensão entre os homens e proliferam a injustiça social.
da Folha Online 24.02.03
Papa pede ao Iraque que aceite "compromissos concretos"
"O papa João Paulo 2º pediu hoje ao vice-primeiro-ministro iraquiano, Tareq Aziz, durante uma audiência privada no Vaticano, que o Iraque aceite "compromissos concretos" para o respeito às resoluções da ONU, informou a Santa Sé."
da Folha Online 14.02.2003
A Santa Sé contra Bush
As palavras - secas e diretas - não são daquelas que normalmente se escutam na boca de um diplomata experiente. Mas, na noite de segunda-feira 24 de fevereiro, o objetivo do ministro das Relações Exteriores do Vaticano não era o de lançar sutis sinais às chancelarias; por intermédio dele, o papa João Paulo II queria deixar claro o que a Igreja Católica pensa do anunciado, e cada vez mais provável, ataque dos Estados Unidos contra o Iraque. http://cartacapital.terra.com.br/site/exibe_materia.php?id_materia=528
da Carta Capital 05.03.03
Pacifistas chegam a Bagdá para servir de 'escudo humano'
"BAGDÁ - Dezenas de pacifistas do Canadá, Grã-Bretanha, Espanha, Itália e Turquia começaram a chegar ontem à capital iraquiana para participar do movimento dos "escudos humanos".
Eles ficaram em potenciais alvos ilitares, esperando assim evitar um ataque àquele país, liderado..."
do Estadão 14.02.03

sexta-feira, 6 de julho de 2007

IRAQUE: o "Vietnã de Bush"


Al-Qaeda ameaça tornar Iraque pior do que o Vietname
Al Jazeera crítica.
Zawahri acusa o Egipto de defender interesses americanos

"Catástrofes piores do que as registadas no Vietname" esta a principal ameaça aos EUA contida num vídeo da Al-Qaeda, divulgado, ontem, pela cadeia de televisão Al-Jazeera.
Denunciando o que apelida de "política de agressão contra os muçulmanos", o egípcio Ayman Zawahri, número dois da rede terrorista dirigida por Ben Laden, exige uma "retirada imediata" do Iraque, sob risco de se registarem "dezenas de milhares de mortos, muito mais feridos e estropiados".
Dirigindo-se aos britânicos, Zawahri alertou para a possibilidade de mais destruição, "se Deus quiser", apesar de não se referir directamente aos atentados de Julho, entretanto reivindicados por uma alegada célula da Al-Qaeda.
Aos restantes membros da coligação internacional que participou na invasão, em Março de 2003, e posterior ocupação do Iraque - "cruzados", na terminologia da Al--Qaeda -, o médico egípcio de 54 anos, tido como o principal ideólogo da rede, recorda que lhes foi "oferecida uma trégua", em 2004, que não aceitaram.
Por isso, acrescenta, não terão segurança até que os muçulmanos possam viver pacificamente na Palestina, até que os exércitos ocidentais sejam retirados da "terra de Maomé".
No vídeo, Zawahri, que surge vestido de branco e com uma kalachnikov ao lado, também não poupa os dirigentes do seu país, acusando-os de "defenderem os interesses americanos e israelitas".
Dois políticos em particular merecem-lhe comentários depreciativos o Presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, que tem prestado forte apoio a Washington na luta contra o terrorismo, é apresentado como "corrupto"; e o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmud Abbas, é criticado enquanto "laico que vendeu a sua fé".
Mas estas passagens não constam do resumo de imagens distribuído pela Al-Jazira às outras cadeias internacionais de televisão.
De férias, o Presidente americano, George W. Bush, disse que estas declarações "mostram claramente que o Iraque faz parte da guerra contra o terrorismo".

domingo, 17 de junho de 2007

Compulsão ao crime: sinal inequívoco de agonia

Bush quer liberdade de saquear, espoliar, assassinar, torturar, devastar e tiranizar

Compulsão ao crime é sinal inequívoco da agonia do império

Surrado no Iraque, o usurpador George W. Bush ameaçou, em seu discurso de posse, estender a toda a Humanidade a esplendorosa liberdade que levou à nação árabe com suas tropas, aliás já fotografada em Abu Graib e outros arredores. O libelo libertário do assaltante ianque teve a mesma acolhida no mundo inteiro: se não se agüentam no Iraque, é muita cara de pau propor botar o mundo todo no cabresto.

Página 7

Bush quer liberdade de saquear, assassinar, torturar e devastar

O achacador pediu mais US$ 80 bilhões do povo para a guerra.

Mas os lucros do petróleo roubado vão só para a sua corriola

Com os Estados Unidos massacrando milhares de civis, devastando cidades, torturando em massa no Iraque e no Afeganistão, após bombardeios e invasão, e roubando petrpóleo, o usurpador George W. Bush ameaçou estender tão esplen-dorosa “liberdade” ao mundo inteiro, “pelas armas quando necessário”, em seu discurso de posse.

É muita cara de pau, apanhando da Resistência do jeito que estão no Iraque, propor-se a, nada menos, intervir “em todos os países e culturas, com o objetivo último de pôr fim à tirania em todo o mundo”.

Naturalmente, para Bush, a Exxon/Chevron e os maníacos do Pentágono, “tirano” é todo aquele que não os deixa pilhar à vontade, nem submeter a todos como querem, e “pôr fim à tirania” é estabelecer o hege-monismo dos EUA, isto é, de sua degenerada casta dirigente, a ferro e fogo, sobre todos os países.

A bem da verdade, até um debilóide como “baby” Bush desconfiou que isso vai ser muito difícil - segundo ele, trata-se de “um trabalho concentrado que vai levar gerações”... Imagine-se se a Humanidade vai esperar tanto para dar um trato nos escroques.


GOEBBELS

Com as bênçãos de Goebbels, também especialista em discursos liber-tários, o fascismo de Bush foi por ele apresentado como a mais luminosa “guerra pela liberdade”.

Naturalmente, a liberdade de saquear, espoliar, assassinar, torturar, devastar e tiranizar. Que pode ser presenciada, diariamente, no Iraque e no Afeganistão.

A liberdade fotografada em Abu Graib. Para Bush, “tirano” é quem se opõe à sua opressão e ao “destino manifesto” dos barões ladrões dos EUA de saquearem a Humanidade e, quanto mais honrada e corajosa for a resistência às imposições ianques, mais “tirano” será o governante.
Encurralado pela Resistência no Iraque, com uma desmoralizada farsa eleitoral no dia 30 sob toque de recolher, bombardeio e tortura, e pressionado pela metade do eleitorado dos EUA que votou com Kerry contra a guerra, o usurpador saiu-se pela tangente.

Deixou de lado o discurso da “guerra ao terror”, e passou à ainda mais cínica guerra pela “liberdade” - palavra citada 42 vezes na peroração.

A invasão do Iraque não foi feita usando uma mentira, a das “armas de destruição em massa” inexistentes, e à revelia da ONU, como o mundo inteiro acha.

Nem há 100 mil civis iraquianos mortos pela invasão, como detectou a revista médica mais famosa do mundo.

Nem foi para assaltar a segunda maior reserva de petróleo do mundo, ou para conceder contratos fraudulentos à Halliburton do vice Cheney.

Não, explica Bush: é por causa da guerra “pela liberdade”, que se confundiria atualmente, com “os interesses essenciais” dos EUA, como ele se refere à gangue a que serve.

Como se sabe, Hitler falava de “espaço vital” e que seu Reich iria durar “1000 anos”, pretensão destruída a canhonaços, em Berlim, pelos soviéticos. Bush é mais vago - pretende que a submissão vai durar “séculos” e, modesto, o herege diz que “não é porque os EUA seriam uma nação escolhida”, “Deus é que escolhe quem quer”...

Em seu discurso, Bush explicitou que não respeita governo algum, e que sempre que for de interesse dos magnatas ianques, um país pode ser alvo de sabotagem, intervenção e invasão, seja aliado ou não.

Por isso, foi pessimamente recebido na Europa, no Oriente Médio e por todo o mundo.

A propósito, jamais os EUA estiveram tão isolados, e foi tão clara, no mundo inteiro, a repulsa aos cartéis ianques, à sua pretensão de dominação absoluta sobre o planeta.

Ou sequer esteve seu sistema político tão exposto, como com as fraudes de Bush nas eleições presidenciais na Flórida e em Ohio e com as torturas de Abu Graib e de Guantánamo: a “democracia” dos EUA está a nu.

CRIMES DE GUERRA

O tirano Bush também se dispôs a ameaçar o povo norte-americano, que o brindou na “posse”, em Washington e por todo o país, com vibrantes manifestações denunciando seu arbítrio, crimes de guerra e corrupção.

A limusine de Bush teve de se apressar, diante do repúdio popular, quando ia do Capitólio à Casa Branca. Ele convocou “tarefas essenciais a realizar em casa, o trabalho inacabado da liberdade norte-americana”.

Certamente o cerceamento das liberdades públicas estabelecidos pelo ‘Ato (Im)patriótico’, a fraude nas eleições e a oficialização da tortura pela Casa Branca constituem a parte “acabada” de tais “tarefas”.

Mas há muito mais para criar sua “sociedade de proprietários”, asneira com que pretende ocultar o assalto ao que resta de previdência nos EUA, doar mais dinheiro público às corporações, cortar os programas sociais, e encher as burras do cartel bélico.

Após o discurso, uma das suas primeiras medidas foi pedir mais 80 bilhões de dólares do povo para a guerra contra o Iraque. Mas os lucros do petróleo roubado vão só para sua corriola.

“PIOR QUE O VIETNÔ

Em suma, Bush ameaçou “todos os povos do mundo” - inclusive o norte-americano - que, naturalmente, têm um excelente motivo por que se unirem.

Seu discurso seria no dia seguinte comple-mentado por Condoleezza Chevron Rice, enumerando “seis tiranias” que seriam os alvos imediatos: Cuba, Coréia do Norte, Irã, Miammar, Irã e Bielo-Rússia. Por ora, ficaram esses, mas há a percepção geral de que a ameaça é dirigida a todos os países.

Ficou no ar a pergunta de como os bandidos pretendem levar isso a cabo, apanhando como estão no Iraque que, segundo o senador democrata Edward Kennedy, “é o Vietnã de Bush”.

Outros, menos otimistas, acham que “é pior que o Vietnã”.

ANTONIO PIMENTA
http://www.horadopovo.com.br/