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domingo, 15 de julho de 2007

FEMINISTAS AFEGÃS ON LINE



A televisão é banida sob o regime do Taliban

Feministas Afegãs On Line

A RAWA quer publicar a situação das mulheres afegãs
Um grupo de feministas afegãs tem usado a internet para chamar a atenção sobre as atrocidades e abusos dos direitos humanos cometidos contra as mulheres sob o regime do Taliban.
A Associação Revolucionária das Mulheres do Afeganistão (RAWA) fixada em Peshawar, no vizinho Paquistão, elas esperam que a website aumente a consciência internacional sobre a condição ruim das mulheres no Afeganistão.
A RAWA diz que tem aproximadamente 2000 membros que trabalham tanto dentro como fora do Afeganistão.
Elas secretamente educam meninas e conseguem fundos para ajudar mulheres que são proibidas pelo Taliban de trabalharem.
A Website não é para os sensíveis.
Contém muitas fotografias tiradas pela RAWA que mostram as atrocidades contra as mulheres, que aparentemente estas fotografias foram contrabandeadas do Afeganistão.
Sob o regime do Taliban, as mulheres são banidas de trabalharem fora de seus lares.
O regime fundamentalista tem também proibido as escolas e universidades e forçaram as mulheres a se vestirem da cabeça aos pés.
A Assistência Médica é segregada e frequentemente é difícil para as mulheres serem tratadas por um médico homem.
E o Taliban advertiu pelo rádio que as mulheres não obedientes seriam punidas no rosto.
Uma porta-voz da RAWA disse a agência de Notícias BBC que elas não tinham muita ajuda dentro do Afeganistão mesmo com as facilidades da Website, por causa dos "vigilantes" do Taliban.
"O nosso maior propósito, portanto, é acordar o mundo para saber sobre a condição das mulheres no Afeganistão".
Assistência Técnica e treinamento para a Website foram providos pelos homens, mas o site é mantido e desenvolvido por mulheres.
Ameaças
A porta-voz disse que a RAWA recebeu ameaças via internet, muitas delas foram vulgares e impúdicas; mas ela acrescentou: a website precisa de visitantes e publicidade.
As mulheres são incentivadas a não retrucarem com violência.
Mas, tanto dentro do Afeganistão como no Paquistão, muitos grupos tem levado a cabo sua tarefas em segredo e isto pode ser perigoso.
A porta-voz disse que a RAWA emitiu uma "fatwa" ou sentença islâmica contra os seus membros.
"Eles ordenaram sua forças a prenderem os membros da RAWA e as apedrejarem em público até a morte" diz a porta-voz.
As mulheres dizem que muitas delas tiveram sorte, muitas ativistas foram presas, mas mais tarde foram soltas.
'Status Marginalizado'
As Nações Unidas fizeram uma reportagem em Outubro do ano passado sobre o extremismo religioso em que as mulheres no Afegansitão foram reducidas a um status marginalizado, foram atormentadas pela exclusão nos campos social, econômico e cultural.
A organização dos direitos humanos, a Anistia Internacional, disse numa reportagem que sob o regime do Taliban, as mulheres eram punidas pelas violações de seu código islâmico, as penalidades eram apedrejamentos até a morte.
A própria WebSite do Taliban diz que a mídia internacional está distorcendo a situação no país e que eles estão "incentivando completamente o desenvolvimento das mulheres nos campos social, econômico e cultural" no emprego, na educação e outras áreas.
Imagens reproduzidas com a gentil permissão da RAWA.

De:
http://news.bbc.co.uk/hi/english/world/south_asia/newsid_1235000/1235583.stm

RAWA - ASSOCIAÇÃO REVOLUCIONÁRIA DAS MULHERES DO AFEGANISTÃO


RAWA - Associação Revolucionária da Mulheres do Afeganistão

Procuro com este post conscientizar as pessoas e lembra-las da infeliz situação em que se encontram essas pobres mulheres.

"Desde que tomou o Afeganistão, em 1997, o grupo islâmico Taliban tem imposto terríveis regras de restrição às mulheres - fechando escolas e hospitais, banindo as mulheres do mercado de trabalho e exigindo que se vistam com o "burqa", vestimenta que as cobre dos pés à cabeça, inclusive o rosto. Hoje, as mulheres são completamente privadas do direito à educação, ao trabalho, o direito de ir e vir, do direito à saúde, do direito ao recurso legal, do direito ao lazer, e do direito de ser humana. O espancamento de mulheres por razões "disciplinares", pelo mínimo pretexto (por caçarem sapatos com cores vibrantes, por mostrarem calcanhares desnudos, por aumentarem as vozes ao falar, pelo seu riso alcançar os ouvidos de homens desconhecidos ou pelo ruído dos seus sapatos ao andar etc.) é uma rotina no Afeganistão do Taliban. A RAWA, Associação Revolucionária das Mulheres do Afeganistão, é a única organização política/social feminista das mulheres afegãs, anti-fundamentalista, que luta pela paz, liberdade, democracia, e pelos direitos das mulheres no maligno fundamentalismo afegão."

Site do RAWA: http://www.rawa.org/

Versão em português: http://www.rawa.org/portuguese.htm

Mais algumas traduções: http://www.mulher.org.br/afeganistao/


Eu sei que o que estou tentando fazer, divulgando a associação não é muita coisa, mais prefiro fazer pouco do que não fazer nada.


MULHERES AFEGÃS FORA DA ESCURIDÃO

A imagem da cidade de Cabul mudou. Há quatro anos, na anarquia pós queda do regime taliban, não se viam mulheres na rua. Apenas burkas, ondulantes, vestes azuis que retiravam a existência às mulheres. Timidamente os tempos são de mudança. Elas, sobretudo as mais novas, arriscam mostrar o rosto. Não prescindem dos véus ou dos lenços e das saias que lhe escondem as formas até aos pés, mas ganharam expressão. E a cidade está diferente. Claro que Cabul é a cidade afegã mais vulnerável à pressão internacional. Na província a tradição ainda dita as regras, e as regras incluem a burka. É por isso que Aliema, uma jovem de 20, está cheia de sorte. Não usa burka, quer estudar engenharia civil para construir edifícios bonitos no seu país - e o pai autoriza.

As mulheres do Afeganistão educam e se organizam em defesa dos direitos humanos.
Elas vem de uma terra onde as mulheres estão sendo confinadas a escuridão, então Sajeda Hayat e Sehar Saba, para sua própria segurança, precisam permanecer nesta escuridão.
É o alerta do governo fundamentalista Taliban no Afeganistão.

Elas viajam usando pseudônimos e tiram fotos discretamente.

Mesmo assim essas duas jovens se recusam a ficar em silêncio.
Juntando líderes da "Não Violência", o grupo de resistência anti-Taliban, chamada de RAWA, sigla em inglês que significa "Associação Revolucionária das mulheres do Afeganistão", Hayat e Saba tem vivido quase todas as suas vidas como num exílio.
As meninas foram forçadas a fugir para o vizinho Paquistão no começo dos anos 80 durante a invasão soviética no Afeganistão. Foram nos campos de refugiados paquistaneses que elas atingiram a maioridade e aprenderam sobre o trabalho da RAWA, isso para valorizar a mulher afegã.
No final da recente viagem aos Estados Unidos, Hayat e Saba falaram a Amnesty Now sobre o seu trabalho.

A especialista Margaret Ladner que é coordenadora e que representa o Afeganistão na Anistia Internacional dos Estados Unidos no Sul da Ásia conduziu a entrevista.
Amnesty Now: O que é a RAWA e quais os objetivos da organização?
Hayat:
A RAWA foi fundada em 1977 para lutar pelos direitos das mulheres no Afeganistão, porque mesmo antes da invasão soviética e antes dos fundamentalistas, as mulheres eram vendidas como gado. Mas enquanto o país era ocupado pela Rússia, a RAWA mudou sua organização política, porque nós acreditávamos que todas as pessoas tem algum direito a liberdade, isso foi um grande significado para falar sobre os direitos das mulheres. E isso é verdade hoje, porque nós devemos falar sobre os direitos humanos, qualquer pessoa no Afeganistão é privada de muitos direitos básicos. Nós acreditamos que o governo deve ser baseado no secularismo e na democracia.
AN:
Vocês estão fixadas hoje no Paquistão?
Hayat:
No começo dos anos 80 a RAWA transferiu parte das suas atividades para o Paquistão por causa da difícil situação no Afeganistão devido ao regime soviético.
Naquele tempo nós estabelecemos programas seculares, nós tínhamos também uma clínica para mulheres e crianças refugiadas, estabelecemos cursos de enfermagem, literatura e outros cursos para ensinar as mulheres a terem os seus direitos.

AN: A RAWA ainda é capaz de operar dentro do Afeganistão?
Hayat:
É claro, os membros da RAWA especialmente dentro do Afeganistão tem muitos riscos. Até mesmo no Paquistão, durante uma demonstração em 1998, A RAWA foi atacada pelo Taliban. Isso é o porque que nós temos que ter muito cuidado, não somente no Afeganistão mas também no Paquistão.
No Afeganistão, nós temos salas de aula instaladas em casas, cursos de literatura, especialmente para viúvas que não tem parentes homens. Nós a capacitamos para ganhar algum dinheiro.

AN: O quão são ruins as condições para as mulheres no Afeganistão?
Saba:
A situação já não era boa antes mesmo dos fundamentalistas quando eles tomaram o poder. Mas desde 1992 o Afeganistão é como uma grande prisão, especialmente para as mulheres. As mulheres são banidas de todas as atividades públicas, elas não podem ir a escola e nem trabalhar, não podem ir ao médico sem serem acompanhadas por um parente do sexo masculino e elas precisam usar o " Burka " para cobri-las totalmente.
AN:
Vocês tem falado sobre serviços para ajudar as mulheres, mas a RAWA também leva em conta ações políticas?
Saba:
Nós queremos isso o quanto nós fazemos para as mulheres, então nós temos muitas atividades, como por exemplo, demonstramos a nossa causa no dia 28 de Abril, o dia em que os fundamentalistas tomaram o poder, o dia mais negro da história do Afeganistão.
AN: O que vocês levaram em conta durante a viagem que fizeram aos Estados Unidos?
Saba:
Foi realmente uma grande oportunidade para a nossa organização, porque foi a primeira vez que a RAWA veio para os Estados Unidos e nós estamos muito agradecidas.
Estivemos em mais de 15 universidades e falamos com pessoas muito prestativas, havia uma menina de 16 anos de New Hampshire e ela organizou uma demonstração na sua escola no dia 28 de Abril condenando todas as atrocidades humanas no Afeganistão.Ela nos convidou para sua escola, foi a maior reunião que tivemos em 2 meses.
AN: Como nós dos Estados Unidos, podemos ajudar?
Hayat:
Não somente grupos de direitos humanos, mas pessoas do mundo inteiro podem fazer muito. Claro que organizações de direitos humanos como a Anistia Internacional, podem fazer mais, desde que eles estejam ativos nestes campos. Mas indivíduos americanos podem por exemplo ajudar a RAWA com diferentes projetos; um dólar faz diferença, pode prover um caderno, uma caneta ou um lápis.
AN: Como cada uma de vocês se envolveu nesta vida perigosa?
Hayat:
Eu me tornei membro com 17 anos, mas antes disso eu já ia para a escola da RAWA e minha mãe era um membro.
Saba: Eu também era muito jovem quando entrei para a escola da RAWA, isso foi em 1994, os professores eram membros da RAWA e além de ensinar, eles falavam sobre o direito das mulheres, eu me envolvi nessas atividades e me juntei como membro quando eu estava com 17 anos, agora eu estou no Comitee Estrangeiro e ensino em uma de nossas escolas num campo de refugiados.
AN: Os amigos e a família incentivam vocês?
Saba:
Sim, a minha família. Minha mãe é membro da RAWA, meus pais e meus irmãos são muito prestativos. Mas não são todos os meus parentes, alguns deles são contra o meu trabalho.
Hayat: Para mim também, meus pais são muito prestativos com o meu trabalho. Todas as minhas irmãs e meus irmãos estão involvidos na RAWA. Alguns de meus parentes não sabem, mas muitos deles são prestativos, mesmo meu avô e minha avó, eles são muito tradicionais.
AN:
Vocês já sentiram medo nas suas vidas?
Hayat:
Nós não sentimos medo, mas temos que ser muito cautelosas, se nós tivéssemos medo não escolheríamos este caminho, nós sabemos que a luta necessita de sacrifício.
AN: Como vocês tentam amenizar o perigo?
Saba:
Dentro do Afeganistão, todos os lugares que os membros da RAWA vivem são subterrâneos e o mesmo ocorre no Paquistão. Nós temos que por exemplo mudar a toda hora de casa e não deixar que o governo do Paquistão e nem os fundamentalistas saibam onde estamos.
AN:
Tem alguma mensagem que vocês gostariam de transmitir para os membros da AIUSA?
Hayat:
Eu acho que deveria dizer ao mundo o que está acontecendo no Afeganistão.
Saba:
E diga para as pessoas do Afeganistão que eles não estão sozinhos e que não serão esquecidos.


Para mais informações sobre os direitos da mulheres afegãs, contate a AIUSA, programa de direitos humanos das mulheres em Nova York ou visite o site da RAWA (http://www.rawa.org)

Amnesty Now, Uma publicação da Anistia Internacional, EUA, (outono 2000).

http://sic.sapo.pt/online/institucional/No_pais_das_burkas.htm

RESOLUÇÃO DA RAWA

Resolução da RAWA sobre os ataques terroristas aos Estados Unidos
O Povo do Afeganistão não tem nada a ver com Osama e os seus cúmplices
A 11 de Setembro de 2001 o mundo ficou perplexo perante os horríveis ataques aos Estados Unidos da América.
A RAWA alinha com o resto do mundo expressando a sua dor e condenando este acto bárbaro de violência e terror.
A RAWA já tinha, inclusive, avisado que os Estados Unidos não podiam apoiar as facções fundamentalistas islâmicas mais traiçoeiras, criminosas, antidemocráticas e machistas existentes porque, depois de tanto os Taliban como os Mujahid terem cometido todo o tipo de crimes horrendos contra o nosso Povo, não teriam certamente nenhum tipo de problemas em cometer o mesmo tipo de crimes contra o Povo Americano, que eles consideram infiel.
Aliás, para se poderem manter no poder, estes bárbaros assassinos estão dispostos a seguir qualquer via assassina.
Mas infelizmente temos que assumir que foi o próprio governo dos Estados Unidos que apoiou o ditador paquistanês Gen. Zia-ul Haq.
A criar milhares de escolas religiosas que vieram a formar os primeiros Taliban.
Similarmente, como é claro para todos, Osama Bin Laden era o menino dos olhos da CIA.
Mas o mais espantoso é que os políticos norte americanos ainda não aprenderam a lição com a sua política no nosso país e continuam a apoiar esta ou aquela facção fundamentalista.
Na nossa opinião, qualquer tipo de apoio a qualquer fundamentalista, seja Taliban ou Mujahid, é um atentado aos direitos das mulheres e aos direitos humanos.
Confirmando-se que os suspeitos autores dos ataques terroristas estão fora dos Estados Unidos, provar-se-á uma vez mais a nossa constante denúncia de que os terroristas fundamentalistas devorarão os seus criadores.
O governos dos Estados Unidos deveria pensar bem nas causas de fundo deste acontecimento, que não o primeiro nem será o último.
Os Estados Unidos devem, duma vez por todas, acabar com o seu apoio aos terroristas afegãos e seus apoiantes.
Agora, porque os os Taliban e Osama Bin laden são os principais suspeitos aos olhos dos oficiais de guerra americanos, vão os Estados Unidos submeter o Afeganistão a uma ofensiva militar similar à de 1998 e matar milhares de inocentes afegãos por crimes cometidos apenas pelos Taliban e Osama Bin Laden?
Será que os Estados Unidos pensam que, aniquilando milhares de vidas de afegãos pobres e inocentes, atingirão as reais causas de fundo do terrorismo?
Ou será que se incentivará ainda mais esse terrorismo?
Do nosso ponto de vista, uma grande e indiscriminada ofensiva militar sobre uma nação, há mais de duas décadas, enfrenta permanentes desastres e está quase totalmente destruída, não é nenhum motivo de orgulho.
Não pensamos sequer que um ataque desta natureza seja o desejo da maior parte dos cidadãos americanos.
O Governo Americano e os seus cidadãos deviam saber que há uma grande diferença entre o pobre e destroçado povo afegão e os terroristas criminosos Mujahid e Taliban.
Reafirmamos a nossa solidariedade e apresentamos as mais profundas condolências ao povo norte americano, mas mantemos que a sua tristeza não será nunca aliviada por o Afeganistão ser atacado e o seu martirizado e desamparado povo ser assassinado.
Esperamos sinceramente que o grande povo americano saiba diferenciar o povo afegão duma mão cheia de terroristas fundamentalistas.
Os nossos corações estão com eles.
Fim ao Terrorismo!
Associação Revolucionária da Mulher Afeganistão (RAWA)
14 de Setembro de 2001
http://www.rawa.org/ny-attack_pr.htm

sábado, 14 de julho de 2007

GRUPO REVOLUCIONÁRIO QUE ENFRENTA O TALIBÃ


RESISTÊNCIA
Grupo revolucionário enfrenta o Taliban
Andrea Assef
Mas você vai saber também que nem tudo está perdido. No meio desse cenário árido de desesperança, surge uma resistência. É a Associação Revolucionária das Mulheres do Afeganistão (Rawa), uma entidade formada por duas mil mulheres que vivem na clandestinidade dentro e fora do Afeganistão. A Rawa foi fundada em 1977, em Cabul, por um grupo de intelectuais afegãs lideradas por Meena (para proteger os familiares, elas não usam o sobrenome), com o objetivo de lutar contra a invasão soviética. Dez anos depois, Meena, com apenas 30 anos, foi assassinada por agentes da KGB, a polícia secreta da União Soviética. Atualmente, a Rawa, que transferiu a sua sede para Quetta, no Paquistão, representa a única força de oposição aos homens do Taliban. A principal tarefa da Rawa é atender os 2,6 milhões de refugiados afegãos. Nos campos de refugiados, a Rawa mantém hospitais e escolas para meninas e meninos. Mesmo sob a intensa vigilância Taliban, a entidade atua secretamente no Afeganistão. Escolas clandestinas para meninas e assistência médica para mulheres nas áreas mais remotas do país são as principais ações dessas bravas guerreiras.
DINHEIRO conversou com uma das líderes do Rawa, a afegã Mehmooda, que vive num campo de refugiados no Paquistão. Ela, assim com todas as integrantes do Rawa, vem recebendo ameaças de morte.
“Não vamos desistir nunca”, avisa. Ninguém melhor do que Mehmooda para contar o que está ocorrendo com a economia do Afeganistão, devastada por essa exclusão social das mulheres afegãs. “O Aiatolá Khomeini, o horrível tirano do Irã, disse certa vez: ‘a economia pertence às bestas.’ Assim pensam também os talibans”, explica Mehmooda.
Contatos para contribuição à causa da mulher afegã podem ser feitos pelo e-mail (rawa@rawa.org) ou por carta P.O.Box 374, Quetta, Paquistão.
http://www.dinheironaweb.com.br