DEZ PASSOS PARA CHEGAR AO ISRAÓLEO
Primeiro, dizemos que o Presidente Saddam era um ditador perverso
Em segundo lugar,acusamos Saddam de ter Armas de Destruição Massiva
Em terceiro lugar,bombardeamos e invadimos o Iraque.
Em quarto lugar,declaramos que a agressão barbárica é uma “missão cumprida”pelo bem da democratização no berço da civilização.
Em quinto lugar,promovemos, iniciamos e organizamos o caos total no Iraque levando ao poder os senhores da guerra, os poderes feudais, os mullahse até os ladrões + 107.259 mercenários.
Em sexto lugar,perdemos a guerra e depois culpamos a Al-Quaeda e tentamos encontrar uma saída...
Se não, passamos ao número 7…
Em sétimo lugar, invadimos o Líbano, como distracção, porque Israel fracassou de todas as maneiras e repetidamente também.
Em oitavo lugar, se nunca encontrarmos as armas de Saddam escondidas no Líbano,então continuamos (de acordo com o planeado) a procurá-las, na Síria...
Em nono lugar,depois de devastar, destruir e arruinar a Síria, também,o último, e décimo passo, será declarar tudo isto um êxito total,e tudo em benefício de Israel...Claro!
Posso estar enganado, por isso aceitaria quaisquer outras análises ou acusações.
Até lá eu digo:“Foi tudo feito pelo bem de Israel”ou melhor “pelo bem do Israóleo”.
http://umarabefrustrado.blogspot.com/search/label/Armas%20de%20Destrui%C3%A7%C3%A3o%20Massiva
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quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Tudo pelo Bem... De quem?
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sexta-feira, 5 de outubro de 2007
OS MERCENÁRIOS IMPUNES NO IRAQUE
Caso Blackwater faz EUA limitarem circulação de diplomatas em Bagdá
Iraquianos dizem que seguranças privados atiraram contra civis desarmados
DA REDAÇÃO
Iraquianos dizem que seguranças privados atiraram contra civis desarmados
DA REDAÇÃO
Os EUA proibiram ontem a circulação de seus diplomatas e funcionários civis fora da Zona Verde, a área fortemente militarizada de Bagdá que abriga prédios do governo iraquiano e do comando americano.
A medida, tomada sob pressão do governo iraquiano, visa evitar ataques e conter a animosidade contra a Blackwater, empresa particular responsável pela segurança dos comboios.
No domingo, agentes da companhia envolveram-se em um tiroteio que matou 20 pessoas e feriu 35 na capital.
"O que houve foi um crime. Deixou, tanto dentro do governo quanto em meio ao povo iraquiano, profundo ressentimento e indignação", disse o premiê Nuri al Maliki, que pediu o fim do contrato da Blackwater.
A empresa privada, que recebe US$ 800 milhões do governo americano por sua atuação no Iraque e Afeganistão, diz ter reagido "corretamente" a um ataque ao comboio de diplomatas que passava pelo bairro sunita de Mansur.
A explosão de um carro-bomba teria provocado a reação.
A versão é questionada pelo governo iraquiano.
Testemunhas dizem que os agentes de segurança atiraram indiscriminadamente contra civis.
"Ninguém atirou neles, eles não foram cercados por homens armados nem foram alvo de explosão", afirmou o advogado Hasan Salman à rede de TV CNN, da cama do hospital onde está internado.
Segundo ele, os agentes bloquearam a rua e fizeram sinais para que os motoristas deixassem o local.
"Quando fizemos o retorno, abriram fogo contra os carros."
Os EUA divulgaram comunicado lamentando a "perda de vidas inocentes".
Washington criou um comitê conjunto com Bagdá para investigar o caso.
Lei promulgada pelo governo de transição dos EUA após a queda de Saddam Hussein, em 2003, exime as firmas de segurança privadas no Iraque, que hoje têm quase 50 mil homens, de obedecerem as leis do país.
Com agências internacionais
Com agências internacionais
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
PUNIÇÃO PARA OS MERCENÁRIOS
Os mercenários impunes do
Iraque
Os agentes contratados não podem ser punidos
No último domingo (16), empregados da empresa estadunidense de
“segurança privada” Blackwater, que emprega grande parte dos
mais de 18 mil mercenários que agem ao lado das forças de
ocupação no Iraque, abriram fogo indiscriminadamente contra civis
iraquianos em uma movimentada praça de Bagdá.
Os mercenários impunes do Iraque
No último domingo (16), empregados da empresa estadunidense de
“segurança privada” Blackwater, que emprega grande parte dos
mais de 18 mil mercenários que agem ao lado das forças de
ocupação no Iraque, abriram fogo indiscriminadamente contra civis
iraquianos em uma movimentada praça de Bagdá, deixando 11
mortos, entre eles um policial iraquiano.
O novo crime representou o
fim da tolerância do povo iraquiano para quanto à empresa
estadunidense, que já cometeu crimes semelhantes no passado e
acredita-se que tenha iniciado e estimulado os ataques sectários
entre sunitas e xiitas no país desde 2004.
Um dia após o crime, o Ministério do Interior do Iraque finalmente
cancelou a licença da empresa para agir no país.
fim da tolerância do povo iraquiano para quanto à empresa
estadunidense, que já cometeu crimes semelhantes no passado e
acredita-se que tenha iniciado e estimulado os ataques sectários
entre sunitas e xiitas no país desde 2004.
Um dia após o crime, o Ministério do Interior do Iraque finalmente
cancelou a licença da empresa para agir no país.
O primeiro-ministro
do governo iraquiano pró-ocupação, Nouri al-Maliki, afirmou
que “o crime gerou muito ódio no governo e no povo iraquiano
quanto à empresa” e que “não será tolerada a matança de nossos
civis a sangue frio”.
do governo iraquiano pró-ocupação, Nouri al-Maliki, afirmou
que “o crime gerou muito ódio no governo e no povo iraquiano
quanto à empresa” e que “não será tolerada a matança de nossos
civis a sangue frio”.
Segundo o diretor de operações do ministério
iraquiano, Abdul Karim Khalaf, o governo iraquiano irá processar
qualquer empresa que usar “força excessiva”.
A decisão do governo iraquiano marca uma mudança drástica de
postura, que reflete a atual crise entre quem os colocou no poder,
George W. Bush, e os mesmos.
iraquiano, Abdul Karim Khalaf, o governo iraquiano irá processar
qualquer empresa que usar “força excessiva”.
A decisão do governo iraquiano marca uma mudança drástica de
postura, que reflete a atual crise entre quem os colocou no poder,
George W. Bush, e os mesmos.
Recentemente, o governo iraquiano
tem criticado o contínuo insucesso das forças estadunidenses no
Iraque, classificando o “novo plano de segurança” de George W.
Bush – o mesmo que ele afirmou recentemente estar sendo um
“sucesso” – como “mais uma estratégia inútil”.
tem criticado o contínuo insucesso das forças estadunidenses no
Iraque, classificando o “novo plano de segurança” de George W.
Bush – o mesmo que ele afirmou recentemente estar sendo um
“sucesso” – como “mais uma estratégia inútil”.
Ao mesmo tempo,
Bush procura culpar a ineficácia do governo iraquiano pelo fracasso
na ocupação do país.
Bush procura culpar a ineficácia do governo iraquiano pelo fracasso
na ocupação do país.
A nova postura do governo iraquiano, mesmo
que não passe de uma simples máscara, reflete a crescente tensão
interna em um período em que as forças de ocupação começam a
falar em deixar o país.
que não passe de uma simples máscara, reflete a crescente tensão
interna em um período em que as forças de ocupação começam a
falar em deixar o país.
Certamente, o governo de Nouri al-Maliki não
se manterá por muito tempo após o Iraque ser abandonado pelos
Estados Unidos.
se manterá por muito tempo após o Iraque ser abandonado pelos
Estados Unidos.
A decisão de banir a Blackwater é apenas um
passo em falso para conquistar um pouco do apoio popular
iraquiano em um momento de incerteza.
Expulsar a Blackwater do país (pelo menos na “história oficial”) é o
máximo que os iraquianos podem fazer.
passo em falso para conquistar um pouco do apoio popular
iraquiano em um momento de incerteza.
Expulsar a Blackwater do país (pelo menos na “história oficial”) é o
máximo que os iraquianos podem fazer.
O estado legal de
mercenários estrangeiros contratados para “fazer o trabalho sujo”
no Iraque é uma questão que não tem justificativa.
mercenários estrangeiros contratados para “fazer o trabalho sujo”
no Iraque é uma questão que não tem justificativa.
Eles se
encontram em um limbo, fora dos limites das leis – por isso agem
como agem, pois sairão impunes.
encontram em um limbo, fora dos limites das leis – por isso agem
como agem, pois sairão impunes.
O estadunidense Peter W. Singer,
especialista em empresas de segurança dos Estados Unidos,
afirmou que o governo ou povo iraquiano só terá a oportunidade de
processar os culpados pelos crimes se o governo estadunidense
concordar com o caso.
especialista em empresas de segurança dos Estados Unidos,
afirmou que o governo ou povo iraquiano só terá a oportunidade de
processar os culpados pelos crimes se o governo estadunidense
concordar com o caso.
Segundo ele, “dependerá se o governo
estadunidense irá entregar seus empregados para um tribunal
iraquiano, o que é logicamente improvável”.
estadunidense irá entregar seus empregados para um tribunal
iraquiano, o que é logicamente improvável”.
A Blackwater tem um contrato
estimado em US$ 300 milhões
(cerca de R$ 575 milhões) com
o Departamento de Estado
estadunidense para fazer a
“segurança de seus funcionários
e equipamentos” no Iraque –
pelo menos é essa a proposta oficial, que obviamente não reflete a
realidade.
Para os mais de 182 mil mercenários contratados por
diversas empresas ligadas aos governos da coalizão, não existe
qualquer ponto legal em que se especifique qualquer tipo de
conseqüência por ações criminosas, algo que para os contratados e
os contratantes representa uma segurança.
Apesar de estarem
sempre fortemente armados, muitos desses agentes não recebem
um treinamento apropriado, possibilitando às empresas contratarem
profissionais com pouca experiência militar e economizar nos
gastos salariais.
sempre fortemente armados, muitos desses agentes não recebem
um treinamento apropriado, possibilitando às empresas contratarem
profissionais com pouca experiência militar e economizar nos
gastos salariais.
Entre os mais bem pagos, alguns ganham até mil
dólares por dia, muito mais do que qualquer soldado receberia.
Vergonhosamente, cerca de 500 ex-militares brasileiros se alistaram
para atuar como mercenários no Iraque, recrutados em segredo
principalmente nos estados de São Paulo e Goiás por uma empresa
estadunidense com sede na Flórida.
dólares por dia, muito mais do que qualquer soldado receberia.
Vergonhosamente, cerca de 500 ex-militares brasileiros se alistaram
para atuar como mercenários no Iraque, recrutados em segredo
principalmente nos estados de São Paulo e Goiás por uma empresa
estadunidense com sede na Flórida.
O alvo dos recrutadores são
militares ou ex-militares brasileiros dispostos a ir para o Iraque em
troca de um salário mensal que oscilaria entre 6 mil e 8 mil dólares,
com a missão de “vigiar instalações militares em território
iraquiano”.
militares ou ex-militares brasileiros dispostos a ir para o Iraque em
troca de um salário mensal que oscilaria entre 6 mil e 8 mil dólares,
com a missão de “vigiar instalações militares em território
iraquiano”.
“Na situação em que vivemos, qualquer coisa vale a
pena. Um dia vou ter que morrer, não?”, relatou um dos candidatos,
um ex-segurança particular que esteve um ano no exército e que
não quis ser identificado por medo de represálias.
Um porta-voz da secretária de Estado estadunidense, Condoleezza
Rice, disse que ela quer assegurar que “esteja sendo feito todo o
possível para evitar a morte de inocentes e para garantir que esse
tipo de incidente não volte a ocorrer”.
pena. Um dia vou ter que morrer, não?”, relatou um dos candidatos,
um ex-segurança particular que esteve um ano no exército e que
não quis ser identificado por medo de represálias.
Um porta-voz da secretária de Estado estadunidense, Condoleezza
Rice, disse que ela quer assegurar que “esteja sendo feito todo o
possível para evitar a morte de inocentes e para garantir que esse
tipo de incidente não volte a ocorrer”.
Infelizmente, em nome de
interesses políticos e econômicos estadunidenses, mais de 655 mil
civis iraquianos foram mortos desde 2003.
interesses políticos e econômicos estadunidenses, mais de 655 mil
civis iraquianos foram mortos desde 2003.
Quanto aos crimes dos
mercenários contratados, certamente nada será feito – sairão
impunes, assim como George W. Bush e seus aliados.
mercenários contratados, certamente nada será feito – sairão
impunes, assim como George W. Bush e seus aliados.
http://www.orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_75.pdf
sexta-feira, 13 de julho de 2007
CONHEÇA O EXÉRCITO MERCENÁRIO MAIS PODEROSO DO MUNDO

Segundo Juan Carlos Díaz Guerrero, da agência Prensa Latina, há no Iraque atualmente cerca de 236 "empresas" de segurança privada, estrangeiras e iraquianas, que empregam por volta de 100 mil homens.
Dentre essas empresas uma se destaca.
Chama-se Blackwater.
A Blackwater é uma das maiores beneficiarias da "guerra ao terror".
Seus contratos com o governo dos EUA, muitos sem licitação, se aproximam da cifra de um bilhão de dólares.
Foi fundada em 1996 pelo ex-militar Erik Prince, um cristão conservador e multimilionário.
Sua familia fez generosas doações políticas que beneficiaram a direita religiosa e "à revolução republicana de 1994".
Atualmente a Blackwater possui 2.300 pessoas trabalhando para ela em nove países.
Eram da Blackwater os quatro mercenários mortos, em março de 2004, em Faluja, cuja as cenas dos seus corpos pendurados em uma ponte horrorizaram a opinião pública norte-americana dando início ao sangrento cerco à cidade iraquiana.
Para saber mais leia "Blackwater: O exército sombra de Bush", texto de Jeremy Scahill, jornalista independente autor de "Blackwater: A ascensão do exercito mercenário mais poderoso do mundo" (Blackwater: The Rise of the World's Most Powerful Mercenary Army).
Leia também:- El negocio de los mercenarios en Irak - Por Juan Carlos Díaz Guerrero, da agência Prensa Latina
- Cães de guerra corporativos - Por Walter Fanganiello Maierovitch
- Nova geração de cães de guerra - Por Philippe Leymarie no Le Monde Diplomatic
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