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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

QUEM SÃO OS IRAQUIANOS

Who are the Iraqis?

By JOE BOB BRIGGS


NEW YORK, Nov. 11 (UPI) --

Every decade or so, we should remind ourselves of who the Iraqis are:

1. Twelve-thousand years ago, they invented irrigated farming. They got to be so good at it that, today, they can still produce all the food they need even when "sanctions" are imposed.

2. They invented writing.

3. They figured out how to tell time.

4. They founded modern mathematics.

5. In the Code of Hammurabi, they invented the first legal system that protects the weak, the widow and the orphan.

6. Five-thousand years ago, they had philosophers who attempted to list every known thing in the world.

7. They were using Pythagoras' theorem 1,700 years before Pythagoras.

8. They invented artificial building materials, some kind of pre-fab-crete stuff used to construct high-rise towers.

9. Ur, in southeast Iraq, is assumed to be the place we're all descended from.

10. They were the first people to build cities and live in them.

11. For thousands of years, they wrote the greatest poetry, history and "sagas" in the world.

12. Because they were great horse breeders, they invented the cavalry in war.

13. The Iraq Museum in Baghdad contains some of the most outstanding stone, metal and clay sculptures and inscriptions created in the history of the world. Some of them are more than 7,000 years old. If a bomb hits this place, art lovers around the world will go into mourning.

14. The first school for astronomers was established by Iraqis. This is how the "wise men" got to be so wise. They knew how to follow the star.

15. Beginning around 800 A.D., the Iraqis founded universities that imported teachers from throughout the civilized world to teach medicine, mathematics, philosophy, theology, literature and poetry.

16. For the first 1,200 years of its existence, Baghdad was regarded as one of the most refined, civilized and festive cities in the world.

17. Abraham, the father of Israel, was from Iraq.

18. Abraham, the father of Islam, was from Iraq.

19. Abraham, the father and "model" of Christian faith,
was from Iraq.

Categoria: Notícias e política

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Presidente Saddam e a Liberdade da Igreja

Bento XVI teme ´maus-tratos´ contra cristãos no Iraque


O Pontífice teme que a sociedade "que surge (no Iraque) não tolere a religião cristã"


ROMA - O Papa Bento XVI teme que a minoria cristã no Iraque sofra "maus-tratos" por fundamentalistas muçulmanos, disse ele hoje ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.

O Papa se mostrou muito preocupado "que os cristãos sejam maltratados pela maioria muçulmana", contou Bush após a primeira reunião entre os dois. O Pontífice teme que "a nova sociedade que surge (no Iraque) não tolere a religião cristã", disse Bush em entrevista coletiva conjunta com o primeiro-ministro da Itália, Romano Prodi.
A Santa Sé também comentou o assunto no comunicado sobre o encontro com o presidente americano, dizendo que o Papa chamou a atenção para as "condições críticas" pelas quais passa a comunidade cristã no Iraque.
Saddam Hussein protegia a minoria religiosa - de cerca de um milhão de pessoas - dos vizinhos muçulmanos. Mas, após a derrubada do ditador, os cristãos vêm sendo alvo de ameaças e violência, o que preocupa a Igreja.
O comunicado do Vaticano também pede uma solução "regional e negociada" para o conflito no Iraque, o qual considera "preocupante".
Bush disse que em seu encontro com o Papa, de cerca de 35 minutos, não discutiram se a guerra era "justa" ou não. O presidente classificou Bento XVI como "um homem muito inteligente e carinhoso", e descreveu a reunião como "uma experiência comovente".
Durante a conversa, o Papa disse que acompanhava atentamente o debate sobre a reforma migratória nos EUA, que pretende abrir uma via para a legalização de cerca de 12 milhões de imigrantes ilegais. "Disse a ele que apoio de forma enérgica a reforma migratória, que, por um lado, fará cumprir a lei e, por outro, tratará as pessoas com dignidade", disse Bush.
Segundo o presidente, a situação na África também foi abordada. Bush informou ao Papa sobre os programas dos EUA para combater a Aids e a malária.
Fonte:http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2007/jun/09/93.htm?RSS

http://www.lustosa.net/noticias/106473.php

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

DIVISÕES RELIGIOSAS NO IRAQUE

The Independent: divisões religiosas no Iraque se aprofundam

As três principais comunidades religiosas do Iraque responderam de maneira diferente à derrubada do presidente Saddam Hussein e à ocupação, em 2003. Tais respostas aprofundaram as divisões entre elas.
Os muçulmanos sunitas, que são 20% dos 27 milhões de habitantes do Iraque e que foram a comunidade dominante durante centenas de anos, apoiou a resistência armada contra os Estados Unidos desde o início.
Os xiitas, que equivalem a 60% da população iraquiana, não fizeram resistência à ocupação, mas somente porque estavam convencidos de que mediante eleições assumiriam o poder, privilégio que acreditavam merecer por ser maioria.
A atitude perante os EUA pode estar mudando atualmente.
Somente os curdos, que são outros 20% da população, apoiaram totalmente a presença americana no Iraque.
As animosidades étnicas e sectárias no Iraque foram sempre mais profundas do que os próprios iraquianos admitiam, mas as divisões agora se converteram em abismos.
Cada dia que passa são menos numerosos os bairros de população mista em Bagdá.
Os xiitas, que integram provavelmente três quartos da população da capital, estão expulsando os sunitas, que estão sendo concentrados no sudoeste da cidade.
Cerca de 4,2 milhões de iraquianos fugiram de seus lares e se converteram em refugiados, seja para dentrou ou para fora do país, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.
Os sunitas jamais aceitaram o predomínio dos xiitas e asseguram que eles não são mais que títeres dos iranianos.
Adnan Dulaimi, que encabeça o maior bloco do parlamento, a Frente do Acordo Iraquiano, advertiu esta semana que o governo do Iraque corre perigo de cair nas mãos dos "persas" e "safawíes", estes últimos são a dinastia iraniana que adotou o xiismo.
As pequenas minorias são as mais afetadas pela situação, pois não possuem milícias.
Os cristãos são considerados ao mesmo tempo vulneráveis e prósperos, o que os converte em alvo para seqüestradores.
Muitos fugiram do país e provavelmente têm mais facilidades para sair que os muçuilmanos, graças a contatos no exterior.
Algumas das comunidades mais antigas do mundo estão desaparecendo.
Aos cristãos que permaneceram no Iraque foi imposto um pagamento aos rebeldes, ou que se convertam ao Islã.
A comunidade dos Mandeos — gnósticos cujo profeta é João Batista — em Bagdá, uma vez foi famosa por seus profetas, ouríves e joalheiros, mas a suposta prosperidade que os fez célebres os converteram em objeto favorito dos criminosos.
Com freqüência se desconhece o tamanho real de uma minoria porque muitas delas exageram suas dimensões.
Os turcomenos se concentram em Kirkuk e seus alredores, mas também são dominantes na cidade de Tal Afar, a oeste de Mosul.
A Turquia assumiu a defesa dessa comunidade.
Uma bomba explodiu em 7 de julho em uma aldeia xiita-turcomena no sul de Kirkuk, matando 210 pessoas e ferindo 400.
É provável que tenham sido alvo da suposta rede al-Qaida.
Mais por serem xiitas que por serem turcomenos.
A província de Nínive, da qual Mosul é sua capital, é um mosaico de comunidades.
Há ali 350 mil Iaziditas, cuja religião tem elementos do zoroastrismo, maniqueísmo, judaísmo, proto-cristianismo e islamismo.
Estão também presentes os Shabakos, que falam uma variação do curdo e em sua maioria vivem a leste de Mosul.
As autoridades curdas querem que tanto yaziditas como shabakos votem como curdos e se unam ao governo regional do Curdistão, em um referendo que será celebrado no fim deste ano.
The Independent

La Jornada