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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

As vítimas são civis no Iraque


35 crianças mortas no Iraque ao serem usadas por militares ianques como escudos humanos

Dentro das quotidianas contagens de vítimas mortais derivadas da ocupaçom militar do Iraque por diversos exércitos liderados polo estado-unidense, ontem fôrom mais de 46 as pessoas mortas.

Algo habitual se nom fosse porque 35 delas eram crianças do bairro operário de al-Amel, na capital do país.


Nessa zona, decorria um acto institucional que foi objecto de um ataque à bomba da resistência.

Sabendo que podiam ser alvo de ataques guerrilheiros, miltares ianques decidírom atrair para o lugar um grande número de crianças que andavam a brincar em ruas adjacentes, oferecendo-lhes doces e festa.


O meninho Abdel Rahman Daud, de doze anos, confirmou que soldados norte-americanos chamárom numerosas crianças, que acudírom ao local quando se produziu a potente explosom, atingindo de cheio um carro de combate ianque e matando e mutilando dúzias de meninhos e meninhas iraquianas.


O pai de Mohamed Akhbar Yunis, de nove anos, que perdeu o braço direito e tivo ferimentos graves no peito, afirmou, entre prantos: "Meu filho está muito ferido, você pode ver isso. Eu nom sei o que vai acontecer, está nas maos de Alá. Eu odeio as pessoas que figérom isso. E também odeio os norte-americanos. Eles vinhérom até o nosso bairro e trouxérom isso com eles. Eles devem saber que som eles os alvos, e as pessoas que os rodeiam também se tornam alvos! entom porque tinham a necessidade de atrair as crianças para perto deles com doces? E porque as autoridades convidárom os norte-americanos para a inauguraçom?".


A irresponsável atitude dos soldados invasores de atrair centenas de crianças para perto de si conduziu a uma nova tragédia humana.

Desde o início da invasom, essa tragédia é a que envolveu o maior número de crianças mortas no Iraque, num só dia.


O Hospital Yarmuk recebeu 42 corpos, 35 de crianças. O hospital também tratou 131 feridos, sendo que 72 deles eram crianças abaixo de 14 anos.

O ataque deixou uma cratera na rua e destruiu vários carros e um autocarro.

Dez soldados das forças de invasom ianques ficárom feridos, dois deles gravemente.

O Ministério da Saúde iraquiano confirmou 41 mortos e 139 feridos, a maioria crianças.

Hoje mesmo, a barbárie continuou.

A área de Samarra, 100 km a Norte de Bagdad, foi atacada por terra e ar polo exército ocupante norte-americano, fazendo umha centena de mortes.

O comando ianque de que se trata de insurgentes, mas as fontes hospitalares já confirmárom que entre os cadáveres há crianças e idos@s.

1 de Outubro de 2004

domingo, 29 de julho de 2007

NOS BASTIDORES DA GUERRA DO IRAQUE


Filme sobre bastidores na guerra do Iraque chega aos cinemas
26/07/2007 - 12h53

Da France Presse
LOS ANGELES - Depois de vários filmes sobre soldados e civis nas frentes de batalha no Iraque, o diretor americano Charles Ferguson lança uma obra que enfoca os artífices do conflito e os preparativos para iniciá-lo.
No documentário No End In Sight, que levou o prêmio especial do júri no Festival de Cinema de Sudance, o diretor mostra como foram tramadas as decisões para a invasão dos Estados Unidos no Iraque, em 2003.
A fita será lançada nesta semana nos EUA.
Ferguson, formado em Ciências Políticas, foi membro do centro de pesquisa e análise política do Washington Brookings Institute e, em 1996, ganhou 133 milhões de dólares com um negócio na internet, com o que autofinanciou seu filme de dois milhões de dólares.
Meticuloso como um cirurgião, o diretor de 52 anos desenha de forma ferina os planos que os Estados Unidos traçaram para depois da invasão do Iraque, servindo-se do testemunho de 70 figuras-chave.
Revelando uma cadeia de decisões políticas da Autoridade Provisória da Coalizão (CPA), que incluíram a dissolução do exército iraquiano, o desmantelamento do Partido Baath, de Saddam Hussein, e o fracasso para conter as desordens civis, o filme explora de forma meticulosa cada passado tramado pelos arquitetos do conflito.
As conclusões resultam fulminantes e tal como afirmou um crítico esta semana: "inclusive o público mais bem informado ficará de queixo caído".
Ferguson afirma que desejava fazer o filme como uma resposta à forma como a guerra no Iraque foi abordada pelos meios de comunicação.
"Como especialista em Ciências Políticas, com muitos amigos analistas de política externa, fiquei especialmente preocupado com a qualidade da cobertura", afirmou.
"Foram escritos livros muito bons sobre o Iraque, mas poucos americanos têm tempo para ler um livro de 400 páginas.
Não podemos ter uma idéia geral de um problema complicado vendo televisão ou lendo os jornais", explicou.
"Eu já conhecia boa parte dos fatos gerais, mas quando fui me inteirando de como era idiota e absurdo o comportamento da administração, resolvi não voltar atrás com o projeto", acrescentou, citando como exemplo de indignação a decisão do chefe da CPA, Paul Bremer, de desmantelar o exército iraquiano.
Esta medida foi analisada como uma das causas do reforço da insurreição, dos milhares de iraquianos sunitas que se somaram a fileiras rebeldes porque se encontravam desempregados e estavam enfurecidos com as forças invasoras. "Bremer tomou esta decisão seguindo as recomendações de Walter Slocombe (um conselheiro da CPA), quando nenhum dos dois viveu no Iraque e quando Bremer tinha apenas nove dias no posto", denunciou Ferguson.
Para ele, a grande pergunta é se os principais artífices da guerra, o ex-secretário da Defesa americana, Donald Rumsfeld, e seu adjunto, Paul Wolfowitz, vão prestar contas por estes fatos.
Ambos se negaram a aparecer ante as câmeras do diretor. "Estou certo de que serão julgados severamente pela história, e isso já começou", concluiu.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

QUEM SÃO OS CULPADOS?

Qualquer acidente no qual morram inúmeras pessoas sempre será motivo para alarmismo, sensacionalismo.
A primeira coisa a pensar é quem é o culpado ou quem serão esses.Um tem que ser o culpado mas enquanto a verdade não aparece, muitos serão os culpados: a pista, o piloto, o aeroporto, os controladores de vôo, o avião, o mau tempo, o alagamento, o Presidente, o trabalho... Enfim, TODOS SÃO CULPADOS!
Para os povos do exterior que tomaram conhecimento acerca do acidente ocorrido no Brasil, "País de Terceiro Mundo", assim considerado por esses, é óbvio que haverá mais críticas negativas do que positivas, pois países de terceiro mundo, no entendimento desses, promovem desgraças com maior facilidade.
Isso tudo está errado.
O pensamento deles está equivocadíssimo!
Acidentes podem acontecer tanto aqui como em qualquer parte deste Mundo.
Não devemos também culpar o BRASIL por isso também, além dos demais aqui enumerados.
Corrupção existe em todo lugar, até no "bar da esquina"!
Acidentes ocorrem em toda a parte.
A morte anda à solta nos Quatro Cantos deste Mundo!
Final dos Tempos?
Pode ser.
Guerras, torturas,humilhações, privações, massacres estão ocorrendo em demasia e isso reflete no dia-a-dia de cada indivíduo, aqui no Brasil e em toda parte deste Mundo.
Aqui no Brasil nos vemos e nos sentimos dilacerados ao saber que na Guerra ao Iraque, desde o ano de 2003 mais de 650 mil iraquianos foram mortos, que civis têm sido alvo das forças de ocupação, que mercenários têm sido contratados por empresas americanas para fazer o "serviço sujo", que todos os dias mais de cinqüenta pessoas são assassinadas por ataques de bombas, que tem sido usado armas químicas, fósforo branco, napalm e outros agentes químicos pelas forças de ocupação nas cidades iraquianas.
Tudo isso para "libertar um País, O Iraque?
De um ditador, Saddam Hussein?
Que "ditador"?
Quem dita a lei aqui neste Mundo?
Quem são esses que "ditam" como deve ser e quem será o punido ou o absolvido?Os países de terceiro Mundo são vítimas desses ditadores.
Ficaria aqui descrevendo todas as atrocidades que têm sido cometidas pelas chamadas "grande potências" por mil e uma noites, sem que algo ou alguém faça alguma coisa para deter isso, para punir os culpados, condenando-os por crimes de guerra, mesmo sendo as tais "grandes potências" as causadoras dessas tragédias.
A relação que faço é que como o Brasil é considerado um "País de Terceiro Mundo", tudo que ocorra será mal considerado por essas "grandes potências", a fim de se colocarem sempre como "ditadoras" dos bons costumes, das boas ações.
Isso está errado e tem que ser mudado para o bem da Humanidade.
O respeito à dor, as tristezas desses países de "terceiro, quarto mundos" têm que ser respeitados.
Será que essas "grandes potências" não sabem ou "fingem não saber" que são elas as maiores causadoras de dores alheias pelo Mundo todo?
O acidente com o avião da TAM será esclarecido assim como tantos outros acidentes ocorridos em muitos outros países também o foram.
Que os povos do exterior entendam que esta fatalidade ocorreu no Brasil em 17 de julho de 2007 mas poderia ter ocorrido em qualquer outra parte deste Mundo e que as autoridades brasileiras, como já divulgado pelo Presidente do Brasil, já estão tomando as devidas providências para resolver todos os pontos pertinentes ao caso e para que fatalidades como essas não mais aconteçam aqui no nosso país, porque o Brasil é um país, embora considerado do "terceiro mundo", é um país de PAZ, comprometido com a segurança do nosso povo e com o bem estar de todos os outros povos que fizeram deste país a sua Pátria.
Bernardete Baronti