Mostrando postagens com marcador Resistência Palestina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resistência Palestina. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

VERGONHA MUNDIAL: MASSACRE DE PALESTINOS

Palestino segurando a Bandeira de seu País na fronteira com o Egito

A situação dos Palestinos em Gaza é revoltante!

UM VERDADEIRO GENOCÍDIO!

Mesmo estando a milhas de distância, impossível não sentir a dor desses seres humanos que têm sido massacrados diariamente pelo exército de Israel!!!!!!!!!!
Onde estão os órgãos competentes que nada fazem para terminar com isso?
Quando os verdadeiros criminosos e terroristas serão punidos?


Abaixo seguem depoimentos acerca da situação dos Palestinos


É o pior holocausto da nossa civilização,em duração, em omissão da midia e no tamanho dos campos de concentração.Hitler não bombardeava seus campos de concentração.Muitos sobreviveram sera que nesse holocausto teremos sobreviventes? Em relação a Resistência Palestina devemos pensar o que leva um jovem a amarrar uma bomba em seu corpo não consigo pensar que ele esta se divertindo com o ato.

Enquanto houver OCUPAÇÃO, haverão sempre homens-bomba, porque ninguem, eu disse NINGUEM tem o direito de ocupar território alheio sob quaisquer argumentos. No dia em que Israel fizer o dever de casa, retirando incondicionalmente suas tropas dos territórios palestinos, daí os homens-bomba não terão razão de existir. Os palestinos não tem direito de ir e vir, não tem sequer uma pátria, são submetidos a humilhações cotidianamente, sofrem de cortes de água, tem ambulâncias fuziliadas por soldados de Israel, tem casas demolidas para dar espaço a estradas que favorecem colonos judeus...poderia ficar aqui a noite inteira descrevendo atrocidades cometidas por militares de Israel contra civis palestinos. Mas quem tiver paciência (e estômago) que leia os relatórios da Anistia Internacional e do Crescente Vermelho. Não se pode imaginar um povo subjulgado que não tenha algum tipo de reação. Os homens-bomba são resultado direto da ocupação. E mesmo assim não representam a totalidade do povo palestino, assim como Sharon não representa o povo judeu. Vale lembrar que os tanques, aviões e helicópteros de Israel matam muito mais do que qualquer atentado a bomba dos palestinos. Os números falam por sí. 2,608 palestinos assassinados contra 819 israelenses. Fim da ocupação. Por um estado palestino independente. Shana Tová.


Bem, como nos meus tempos de escola, vamos decorar a tabuada: Dois vezes um, dois. Dois vezes dois, quatro. Ocupação gera terrorismo. Atentados são resultado da ocupação. Tem gente que precisa escrever isso num quadro negro por cem vezes. Mas, a julgar pelo entendimento embotado de alguns, nem se fosse um milhão de vezes adiantaria alguma coisa. Israel não tem de sair e voltar. Tem de sair e só. Repetindo: Ninguem tem o direito de ocupar território alheio sob quaisquer argumento. A ONU já demandou diversas vezes a saída das tropas isralenses do território palestino e Israel simplesmente ignora todas estas resoluções, sob a cobertura do Tio Sam. É preciso entender quem é a força agressora e quem é vítima dela. Atribuir aos palestinos a responsabilidade integral pela violência do Oriente Médio seria o mesmo que culpar as vítimas de bala perdida na favela por estarem no local errado na hora errada. A vítima não é a culpada e os palestinos são vítimas. Até porque, pelo que eu saiba, É Israel quem recebe bilhões de dólares dos Estados Unidos e não a Palestina. É Israel quem tem tanques, helicópteros e aviões, além de uma das tropas mais bem treinadas do mundo e não a Palestina. Não é Israel que está ocupada por tropas palestinas, e sim a Palestina que está ocupada por tropas de Israel. Portanto, não adianta ficar aqui jogando conversa fora tentando culpabilizar os palestinos. Já disse e repito, um tanque israelense Merkava destrói e mata muito mais do que qualquer homem-bomba. Dizer que os palestinos querem destruir o estado de Israel simplesmente se explodindo dentro de coletivos e pizzarias é um completo absurdo. Mas os atentados tem muito mais peso na mídia do que as campanhas de agressão de Israel que matam três vezes mais. Escrevam estes números em seus cadernos de escola: Foram 2,608 palestinos assassinados contra 819 israelenses. Quando houverem dois estados vivendo lado a lado, então poderemos pensar em paz. Israel sái dos territórios, é estabelecido um estado palestino independente, pronto! Se ainda assim os atentados continuarem, aí sim, eu dirigirei minhas críticas ao governo palestino. Por enquanto, a Palestina é vítima e Israel o agressor. E a retórica barata de que os palestinos não querem a paz não vai mudar essa realidade. Shaná Tová.


domingo, 18 de novembro de 2007

Limitações e Desafios da Resistência Árabe

IRAQUE e PALESTINA









O desenvolvimento da Resistência do Povo Iraquiano contra a ocupação político-militar da coligação imperialista encabeçada pelo USA e a Resistência do Povo Palestino contra a ocupação sionista e sua truculência nos territórios palestinos têm revelado ao mundo a grandeza do povo árabe pela sua libertação e autodeterminação.
É ainda um exemplo imortal para toda a humanidade de como um povo de um país esmagado pelo imperialismo pode colocar-se de pé e lutar contra as forças mais retrógradas da história.
A luta do povo árabe pela sua libertação e autodeterminação é uma árdua e prolongada luta e nos dias atuais, no Iraque e Palestina ocupados, reedita o exemplo belo de dignidade das massas populares oprimidas ao longo da história.
A resistência popular através da guerra de guerrilhas uma vez mais na história se afirma como a arma invencível das massas oprimidas.
Mais que nunca, na época das guerras mais modernas, na época dos meios de guerra mais desenvolvidos, das altas tecnologias, a guerra de guerrilhas segue impondo golpes demolidores na superioridade bélica dos opressores.
De que tem valido todo o arsenal fantástico e tido como todo-poderoso do imperialismo ianque?
Se o povo iraquiano não pôde deter, como regra geral nenhum país hoje, objetivamente poderia impedir uma investida das forças militares e bélicas ianques, tomados isoladamente, está provando que passada a invasão, a guerra se modifica completamente e a resistência ganha força.
São os países e povos oprimidos que, como maiores vítimas do sistema de dominação e exploração imperialista, estão provando uma vez mais que mesmo um pequeno país, desde que este se una e se levante, pode enfrentar os todo-poderosos opressores.
A guerra de Resistência do Povo Iraquiano e Palestino está dando provas de que a guerra de guerrilhas e que somente através dela é possível fazer frente ao imperialismo e lutar de fato e honradamente em defesa da libertação e autodeterminação.

Enquanto governos lacaios se comportam como vermes, uns e outros, das formas mais cínicas, desfilam pelo mundo e pelos meios de comunicação dos monopólios imperialistas, dando a si ares de soberania inexistente, os povos combatem uma guerra brutal e desigual.

Enquanto governos se exibem com proposições grandiloquentes de “salvadores dos pobres” e de “descobridores da pólvora”, a guisa de um brilho que não possuem, os povos combatem heróica e destemidamente sob as rajadas desbocadas desta mesma mídia boquimole que os asseteam de terroristas.
É o paradoxo moderno da pusilaminidade e da honradez.

Que vergonha e que heroicidade!
Abaixo os governo lacaios e Viva a Heróica Resistência do Povo Iraquiano e Palestino!
Quando avança, quando recua
Ao mesmo tempo que lutam e resistem os povos árabes enfrentam limitações e desafios gigantescos em sua causa.
As limitações são reveladas na carência de uma direção científica para potencializar, vertebrar estrategicamente a resistência e dotá-la de uma perspectiva histórica.
O fato de a resistência não ter um centro baseado na direção da classe operária a faz limitada e débil frente aos ardis do inimigo.
Uma resistência baseada numa frente de classes sociais heterogêneas tem como desafio nos momentos cruciais das investidas e manobras astutas do inimigo o perigo da capitulação.

Assim a história e a experiência da luta de libertação dos povos têm ensinado.
Nenhuma classe social, em meio a todas que se acham oprimidas pelo imperialismo, está dotada de perspectiva histórica para levar até o fim a resistência, derrotar o inimigo e estabelecer uma nova ordem verdadeiramente justa e democrática, expressa numa forma estatal popular, que não seja a classe operária.
E disto carece a resistência árabe com todo seu heroísmo e capacidade de combate e luta que têm revelado.
Isto faz interrogar sobre os destinos da resistência, de sua perpectiva e da perpectiva para as nações árabes quando vencerem e escorraçarem o invasor.
Num brilhante artigo intitulado Dez lições estratégicas da experiência de Falluja, o doutor em ciências econômicas e ativista da causa árabe, Ibrahim Alloush, demonstrou com fatos que a luta de libertação do povo árabe sempre que se encontrou no ambiente de desorganização estatal pôde desenvolver-se e triunfar, citando a luta em Beirute em 1982, do acampamento de Yenin em 2002 e a batalha de Falluja agora em 2004.
Demonstrou isto, simplesmente revelando a natureza e caráter do Estado nos países árabes de serviçais do colonialismo e que mesmo quando suas direções se dispõem a enfrentar os dominadores, dado a esta natureza e caráter do Estado, corrupto, apodrecido e portanto, sem qualquer credibilidade popular, não podem vertebrar uma autêntica resistência.
Muitos diriam ser absurda tal compreensão, na medida em que um povo não dispondo de uma estrutura e aparelho estatal como que isto pode lhe favorecer, senão que debilitá-lo, na luta de resistência a um invasor poderoso.
A vida de fato tem comprovado que a Resistência Popular do Povo Árabe só tem obtido sucesso quando nasce, se nutre e se sustenta do apoio popular.
Demonstra-o a própria experiência da OLP antes e depois do conluio com o inimigo que conduziu o estabelecimento da “Autoridade Palestina”.
Comprova-o a Resistência Iraquiana antes e depois da invasão imperialista.
Na verdade, esta não é uma característica ímpar da luta do povo árabe, mas sim de todos os povos e nações que se acham submetidos por um Estado serviçal do imperialismo.
Dos grandes desafios que tem desde já a resistência árabe destaca-se o de ser capaz e poder tecer e forjar, em meio ao processo de luta, uma nova direção alicerçada na ideologia proletária, para desenvolver o seu processo de libertação e autodeterminação.
Tal direção implicaria consequentemente em potencializar a resistência transformando-a em uma autêntica guerra popular, garantia para vencer todos os ardis do inimigo, conjurar os perigos de capitulação e assegurar seu triunfo total com a edificação de uma nação livre e um Estado popular, por isso mesmo verdadeiramente democrático.
E são exatamente estas conclusões que perseguem o artigo das “Dez lições estratégicas da experiência de Falluja”.
A bravura, o destemor e o espírito de sacrifício com que expressam, marcam e remarcam nos fatos do dia a dia, com atos contundentes que repercutem em todo mundo, merecem muito mais de parte dos democratas e revolucionários de todo mundo do que a atenção, preocupação, solidariedade e apoio que se tem manifestado até agora.
Sua feroz e intrépida resistência contra todas as formas de brutalidades e horror praticados de forma sistemática pelas hordas imperialistas faz estremecer o espírito e vibrar mais forte o coração de todos os oprimidos da terra.
De fato, o povo iraquiano e palestino estão dando mostras de um profundo amor não apenas à sua liberdade tão justa e merecida, mas à toda a humanidade.
De fato, os democratas e revolucionários verdadeiros de todo o mundo precisam fazer muito mais na luta contra o imperialismo e principalmente contra o ogro feroz e mais monstruoso de todos, o imperialismo ianque.